4 de out. de 2010

Rosalba Ciarlini é eleita governadora do RN



Rosalba Ciarlini (DEM) foi eleita governadora do Rio Grande do Norte neste domingo (3), no primeiro turno das eleições.

Segundo a Justiça Eleitoral, ela obteve 813.813 votos, o equivalente a 52,46% dos votos válidos.
Iberê Paiva Ferreira de Souza (PSB) ficou em segundo lugar. Ele recebeu 562.256 dos votos, o que corresponde a 36,25% dos votos válidos.

Na campanha eleitoral, Rosalba liderou desde o início as pesquisas de intenção de voto. Como principais propostas de campanha, ela defendeu investimentos em educação e promoção do desenvolvimento econômico do estado.

Em seu plano de governo, Rosalba coloca a área de saúde como prioridade para o seu governo. Ela propôs atender a demanda por cirurgias eletivas, principalmente de problemas decorrentes de doenças como hipertensão e diabetes e problemas oculares.

Nascida em 26 de outubro de 1952, Rosalba é formada em medicina, com especialização em pediatria. Pelo PDT, foi três vezes prefeita de Mossoró, sua cidade natal. Em 2007, foi eleita para o Senado, onde preside a Comissão de Assuntos Sociais. É casada e tem quatro filhos.

Resultado completo da eleição para governador do RN


VOTOS VÁLIDOS (excluindo brancos e nulos)
Rosalba Ciarlini (DEM): 813.813 (52,46%)
Iberê (PSB): 562.256 (36,25%)
Carlos Eduardo (PDT): 160.828 (10,37%)
Sandro Pimentel (PSOL): 10.520 (0,68%)
Camarada Leto (PCB): 2.078 (0,13%)
Bartô Moreira (PRTB): 1.746 (0,11%)

Roberto Ronconi (PTC) e Simone Dutra (PSTU) apareciam com zero voto no sistema de divulgação do TSE até as 2h26 desta segunda (4). No sistema do tribunal, seus registros de candidaturas constam como "indeferido com recurso".

OUTROS RESULTADOS
Brancos: 103.978 (5,54%)
Nulos: 222.462 (11,85%)
Abstenção: 367.434 (16,37%)

3 de out. de 2010

Os primeiros números

Ainda é muito cedo, mas os primeiros resultados são : 42,4; Rosalba 38, 2 e Carlos Eduardo 18, 3, vai dando a Start...

SEGUNDO TURNO NO RIO GRANDE DO NORTE, DE ACORDO COM PESQUISA START



Rosalba Ciarlini (DEM) 40,8%
Iberê Ferreira (PSB) - 32,4%
Carlos Eduardo (PDT) - 9,4%
Outros - 2%
Na soma dos demais candidatos (Iberê, Carlos Eduardo e Outros, o total é 43,8%. Três pontos acima do índice da candidata Rosalba Ciarlini.
Pelos números da Start o clima é de segundo turno no Rio Grande do Norte.

Chegou a hora!


"Hoje é um novo dia (...), onde os nossos sonhos serão verdade é só querer"... Durante muitos anos a rede Globo de Televisão apresentou/apresenta uma vinheta que comemora a chegada de um novo ano, com direito a renovações de ânimos e de força. Entendo que esse trecho, especificamente o que nos anima a não desistirmos dos nossos ideais e a termos mais e mais entusiasmo com a vida se parece com o exercício que iremos realizar hoje, quando ao confirmarmos nossos votos estaremos também renovando todas as nossas esperanças de que as coisas que já estão dando certo, permaneçam na rota do acerto e as que ainda não foram realizadas plenamente passem a adquirir formato de conquista.

Seria perda de tempo ficar aqui dizendo que as melhores escolhas para uma boa representação política passa longe das condições de beleza ou simpatia dos candidatos e sim a sua folha de serviços, seu passado e sua honradez! Votem bem, pois esse é um dos momentos mais sublimes em um estado democrático.

Bom voto!

2 de out. de 2010

Henrique quer que o PP vá para as mãos do governador Iberê


O Partido Progressista (PP) no Rio Grande do Norte tem, de novo, seu futuro indefinido. Em disputa entre o grupo liderado pelo deputado estadual Robinson Faria (PMN), atual controlador da legenda, e os aliados do vice-governador Iberê Ferreira de Souza (PSB), desde o ano passado, a sigla pode sofrer novas mudanças até a chegada das eleições.

Esta semana, em Brasília, o deputado federal Henrique Eduardo Alves, líder do PMDB na Câmara, se encontrou com o presidente nacional pepista, senador Francisco Dornelles. No encontro, o peemedebista defendeu um posicionamento do partido a favor da manutenção da base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no RN.

O principal argumento utilizado pelo potiguar foi o fato do PP ser o responsável pelo Ministério das Cidades, que tem como titular Márcio Fortes (PP), detentor de grandes fatias de recursos federais. Os encontros teriam contado com a presença do vice-governador Iberê Ferreira de Souza (PSB), fato que foi desmentido pelo próprio por meio de sua assessoria de imprensa.

Intervenção
Ontem, poucos minutos antes de viajar para os Estados Unidos, onde passará o carnaval ao lado dos filhos, Henrique revelou ter recebido telefonemas de Dorneles e do líder do PP na Câmara, Mário Negromonte. O parlamentar recebeu a notícia de que a direção nacional da legenda decidiu fazer intervenções em todos os diretórios do partido. Com isso, uma nova comissão será empossada, também, no RN.

A decisão do PP tem como objetivo colocar nos diretórios estaduais todos os prefeitos e vice-prefeitos que não possuem espaço de decisão nas suas regiões. Entre os 167 municípios potiguares, 16 são administrados por pepistas. O prefeito de Passa e Fica, Pedro Lisboa, defensor da união com Iberê Ferreira, deverá ser reconduzido à presidência da nova comissão.

A intervenção deverá levar o PP diretamente para a base da governadora Wilma de Faria (PSB). Extra-oficialmente até integrantes do grupo de Robinson Faria (PMN) teriam admitido que a maioria dos prefeitos pepistas é favorável a aliança com Iberê. Dos 16, nove querem Iberê, que pode aumentar o leque a partir do momento em que assumir o governo e passe a concretizar parcerias administrativas com todas as cidades administradas pelos possíveis aliados.

Com a nomeação de uma nova comissão, o PP não realizaria mais as eleições para presidência do partido no próximo dia 8 de março, como estava previsto. Os novos membros do diretório é que decidiriam o futuro do partido.

Reação
O grupo liderado pelo deputado estadual Robinson Faria (PMN) foi pego de surpresa com a notícia de uma possível intervenção no PP potiguar. Até a última terça-feira, o deputado federal Fábio Faria (PMN), filho de Robinson, descartava qualquer possibilidade da direção nacional do PP interferir na decisão estadual da legenda.

Diante da novidade, os vereadores Albert Dickson e Chagas Catarino, o vice-prefeito Paulinho Freire, e os deputados Fábio e Robinson devem se reunir na tarde de hoje para discutir a novidade. Amanhã está previsto um encontro do grupo com a senadora Rosalba Ciarlini (DEM), que apresentará seus projetos para governar o RN.
Fonte: Jornal de Hoje.

1 de out. de 2010

Voo inaugural entre Natal e Mossoró

O vôo diário ligando Natal a cidade de Mossoró será inaugurado às 17h desta sexta-feira (1º).

A rota Natal/Mossoró será feira pela companhia aérea pernambucana Noar Linhas Aérea, especializada em vôos ligando as principais cidades nordestinas.

Diariamente, de segunda a sexta-feira, o vôo sairá do aeroporto Augusto Severo às 17h10, chegando a Mossoró às 18h. O retorno sai de Mossoró às 18h20 e chega a Natal às 19h15.

O avião é um L-410, conhecido por LET, de fabricação tcheca, com capacidade para 19 passageiros, e próprio para vôos de curtas distâncias.

A iniciativa da companhia Noar representa desdobramentos das gestões feitas pelo Governo do Estado visando à implantação de uma rota de vôo entre as duas principais cidades do Rio Grande do Norte.

“O governo não medirá esforços para viabilizar o vôo Natal/Mossoró. Acreditamos no sucesso desse empreendimento e que a demanda será forte já que isso representa um antigo anseio da população mossoroense”, afirma o secretário de desenvolvimento econômico, Francisco de Paula Segundo.

De acordo com a Noar Linhas Aéreas, o preço da passagem Natal/Mossoró será de R$ 137,90.

O vôo inaugural, que tem o preço promocional de R$ 99, terá entre os seus passageiros o secretário de desenvolvimento econômico, Francisco de Paula Segundo; e o secretário de Turismo, Múcio Sá.

Fonte: Assessoria

Dilma e Serra evitam confronto direto


Em seu último debate no primeiro turno das eleições presidenciais de 2010, os quatro primeiros colocados na corrida eleitoral protagonizaram um confronto morno, encerrado na madrugada de hoje, na Rede Globo de Televisão. Aborto, caso Erenice e quebra de sigilo fiscal foram temas evitados pelos presidenciáveis.

Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) evitaram perguntas diretas um ao outro a petista, curiosamente, pouco citou nominalmente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atitude seguida também pelos demais concorrentes. Marina Silva (PV), diferentemente do embate na Rede Record, foi menos incisiva. Plínio de Arruda Sampaio tentou repetir suas tiradas irônicas e cobranças aos adversários. E defendeu a suspensão do pagamento da dívida externa.

Dilma manteve a postura de em quase todas as suas intervenções elogiar o governo federal. Logo no primeiro bloco, questionada por Marina sobre a informalidade dos trabalhadores, disse que uma das grandes conquistas do governo do presidente Lula foi a formalização. 'Até 2005, o que a gente tinha era esse processo de informalização. Batemos todos os recordes formalização, criamos 14 milhões de empregos, chegaremos a 15 milhões até o fim do ano.'

Ao perguntar sobre funcionalismo público, Dilma foi acusada por Plínio, que disse que sua política para o setor seria 'completamente diferente da de seu governo'. 'Sem terceirização, sem privatização. Você era ministra e não vi você reclamar contra isso.' Dilma respondeu: ' O governo do presidente Lula não privatizou, pelo contrário, reforçou a Petrobrás. A mesma coisa na Eletrobrás, em todas as estatais do Brasil. Agora, acredito em funcionalismo de carreira. Acabamos com a precarização, fizemos vários concursos públicos, demos reajustes.'

Questionada por Serra sobre reforma previdenciária, Marina defendeu a adoção do regime de capitalização. 'De fato, temos grande problema na Previdência e temos de enfrentar enquanto a população ainda é jovem. Que a gente possa sair do regime deficitário que temos para um regime de capitalização, que as pessoas que vão entrar (no mercado de trabalho) possam entrar num regime de capitalização, os que estão aposentados tenham um sistema de recuperação do poder aquisitivo.' Sem dar detalhes, ela prometeu criar um 'mecanismo de recuperação' das aposentadorias e pensões que não comprometa as contas públicas. Na réplica, Serra aproveitou para defender suas propostas para o setor: reajuste de 10% para aposentados e pensionistas e aumentar o salário mínimo para R$ 600.

Ao perguntar a Marina sua opinião sobre transportes, Dilma ouviu a candidata verde dizer que o governo atual não tem para o setor um plano abrangente, apenas um programa de gestão, o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), que prometeu continuar. Ao comentar a resposta da adversária, Dilma foi um pouco irônica. 'Me desculpe, Marina, mas tem um plano nacional de logística que foi elaborado e é por causa dele que sabemos que é preciso integrar ferrovias, hidrovias e ferrovias.' A petista então aproveitou para fazer propaganda de obras do governo, como a Ferrovia Norte-Sul e a Ferrovia Transnordestina.

Um momento de tensão aconteceu quando Marina questionou Serra por causa de críticas feitas no passado pelo PSDB e pelo DEM aos programas sociais do governo federal, como o Bolsa-Família. Ela perguntou ao tucano se fazia autocrítica dessa postura. 'Marina, não use sua régua para medir os outros', disse Serra, irrigado. 'Se fosse usar, eu diria que você e a Dilma têm muitas coisas parecidas. Como a Dilma, você foi ministra do governo, inclusive no mensalão.'