26 de dez. de 2010

Alencar insiste em estar na posse de Dilma, diz médico

O médico Roberto Kalil Filho revelou nesta tarde que o vice-presidente da República, José Alencar, cobra insistentemente da equipe do Hospital Sírio-Libanês uma forma de ele ir a Brasília e participar da cerimônia de posse da presidente eleita, Dilma Rousseff, marcada para o dia 1.º de janeiro. Segundo Kalil, está descartada a possibilidade de o deslocamento até a capital federal ser feito por meio de um avião-UTI, mas, dependendo da evolução do quadro clínico, Alencar poderia comparecer à posse acompanhado de uma equipe médica. 'Ele fala nisso a todo minuto', disse Kalil.

De acordo com o médico, o vice-presidente já está há 24 horas sem hemorragia digestiva, o que não significa, porém, que o sangramento não possa voltar. 'Hoje ele não teria essa condição (de ir à posse)', afirmou.

A ida de Alencar a Brasília depende de seu quadro continuar estável durante a semana e da avaliação diária da equipe médica. A decisão só será tomada na sexta-feira, dia 31, véspera do dia em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva passará o cargo a Dilma. 'Nós esperamos que ele esteja em condição de ir.'

Outro médico da equipe que atende Alencar, Raul Cutait, disse que o vice-presidente passou por nova sessão de hemodiálise na manhã de hoje. E confirmou que Alencar insiste em estar ao lado de Lula e Dilma no dia 1.º de janeiro. 'É o desejo dele. Deus queira.'
Fonte: Estadão

24 de dez. de 2010

José Alencar volta a ter sangramento e continua na UTI

O boletim médico divulgado no início da tarde desta sexta-feira pelo Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, informa que o vice-presidente da República, José Alencar, 'voltou a apresentar sangramento no intestino em quantidade moderada nas últimas 12 horas'. Segundo o boletim, Alencar mantém-se clinicamente estável e continua na UTI do hospital. O boletim diz também que Alencar recebe transfusões de sangue e que está programado um procedimento de hemodiálise.

O boletim é assinado pelo diretor técnico Antônio Carlos Onofre de Lira e pelo diretor clínico Paulo Ayroza Galvão. A equipe médica de Alencar é composta por Paulo Hoff, Raul Cutait, Ademar Lopes, Roberto Kalil Filho e Yana Novis, Davi Uip e Miguel Srougi.

Ontem o vice-presidente recebeu a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente eleita, Dilma Rousseff. Alencar, que tem 79 anos, luta contra um câncer na região do abdome há mais de 13 anos. Na última quarta-feira, quando foi internado de emergência por causa de uma hemorragia no intestino, passou pela 17.ª cirurgia. Seu quadro de saúde tem se agravado nos últimos meses. Ele ficou internado por 24 dias, entre outubro e novembro.

Quércia morre aos 72 anos

Morreu na manhã de hoje aos 72 anos o ex-governador Orestes Quércia, vítima de câncer na próstata, de acordo com o hospital Sírio-Libanês, na capital paulista. Ele havia tratado da doença há 10 anos, mas o tumor reincidiu, o que o levou a desistir da candidatura ao Senado.

Segundo assessor de Quércia, o velório será realizado no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, a partir das 14h. O enterro está marcado para amanhã, às 9h, no Cemitério do Morumbi.

A morte do ex-governador de São Paulo ocorreu por causa de uma falência múltipla dos órgãos em decorrência do câncer. A doença teve início no intestino. De acordo com o médico Raul Cutait, Quércia respondeu bem ao tratamento com quimioterapia, mas depois de alguns meses o câncer voltou. "Esse câncer foi de manifestação rara e agressiva. Não havia mais nada a fazer", afirmou.

Por meio de uma nota de pesar, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a morte de Quércia. "Nem sempre estivemos do mesmo lado na política, mas Quércia sempre foi da ala dos desenvolvimentistas, que pensam o País para além de seu tempo. Sua eleição para o Senado em 1974 foi um marco na luta pelo restabelecimento da democracia. Nesse momento triste, presto minha solidariedade a sua família, seus amigos e correligionários"

O governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi nesta manhã ao Sírio-Libanês prestar solidariedade à família do ex-governador do Estado. “Quércia foi uma pessoa muito importante na história política do País e teve papel importante na redemocratização do Estado na época do bipartidarismo. É um momento em que eu tenho de prestar carinho à família e temos de pedir orações a eles.” Alckmin comentou ainda a última vez em que visitou Quércia. “Estive com ele dois dias atrás e ele já não reconhecia as pessoas, estava bem debilitado.”


Carreira política

Presidente estadual do PMDB, Quércia deixa a mulher, Alaíde, e quatro filhos, além de R$ 117 milhões em patrimônio declarado ao Tribunal Superior Eleitoral, muitas suspeitas de corrupção e nenhuma condenação em última instância na Justiça.

Natural de Pedregulho, pequeno município no interior paulista, Quércia foi para Campinas estudar jornalismo, direito e administração de empresas. Na cidade, iniciou sua carreia política como líder estudantil e vereador pelo então Partido Libertador. Com 28 anos, já no MDB, foi eleito deputado estadual e, dois anos depois, prefeito de Campinas. Neste período, surgiram as primeiras denúncias de corrupção, nunca comprovadas.


Elegeu-se senador em 1974, ano em que o MDB teve uma vitória expressiva – a legenda elegeu 16 senadores e aumentou a bancada na Câmara de 87 para 160 deputados. Era o primeiro sinal de descontentamento da população com a ditadura. Em Brasília, Quércia teve uma postura crítica ao governo de Ernesto Geisel. Em depoimento dado à Justiça em 1994, Geisel disse ter informações de que Quércia negociou com o governo militar para não ser cassado sob a acusação de sonegação e enriquecimento ilícito. Ele negou o fato ao jornal Folha de S.Paulo em 2002.

Na década de 80, com o retorno do pluripartidarismo, ajudou a fundar o PMDB e, pelo partido, foi eleito vice-governador de São Paulo na chapa de Franco Montoro. Apoiou as Diretas Já e a condução de Tancredo Neves à Presidência no processo de redemocratização. Em 1986, sucedeu Montoro impulsionado pelo movimento apelidado de “quercismo”, onda de apoio por parte de eleitores fiéis a Quércia, principalmente no interior de São Paulo.

 À frente do governo paulista, enfrentou uma série de acusações de enriquecimento ilícito, estelionato e importação superfaturada de equipamentos de Israel para universidades, fraude em licitação e contratação sem concurso público pelo extinto Banespa e pela Cetesb. Foi responsabilizado, ainda, pela quebra financeira do Estado por diversos setores da sociedade. Quércia, cujo mandato terminou em 1991, nunca foi condenado em última instância em nenhum processo.

As frequentes denúncias de corrupção que recaíam sobre Quércia motivaram a ruptura com lideranças do partido. Foi assim que Franco Montoro, Fernando Henrique Cardoso, Mário Covas e José Serra, entre outros, fundaram em 1988 o PSDB, legenda que anos mais tarde voltaria a ser apoiada por Quércia. A exceção foi Ulysses Guimarães, que permaneceu fiel ao PMDB até sua morte, em 1992. A disputa interna na legenda, então, passou a ser contra Michel Temer, presidente nacional da sigla e vice-presidente eleito na chapa de Dilma Rousseff.

Depois de deixar o governo de São Paulo, Quércia tentou, mas nunca mais conseguiu se eleger a um cargo público. Mesmo assim, viu seu patrimônio crescer 562% entre 1998 e 2002 com suas empresas no ramo imobiliário (shoppings e fazendas) e das comunicações (rádios, jornal e emissoras de TV. Na declaração de bens publicada pelo Tribunal Superior Eleitoral em 2010, o então candidato ao Senado disse possuir R$ 117.479.196,24.

Em 2002, o então pré-candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva ganhou o apoio de Quércia e, com isso, do PMDB paulista, ao dizer que desconhecia qualquer condenação por corrupção do ex-governador. Depois de muitas brigas – perdidas – por mais espaço no governo, Quércia rompeu com o presidente Lula e passou a chefiar a ala oposicionista do PMDB em São Paulo.

Em um acordo com o PSDB nas eleições de 2008, Quércia apoiou o candidato de José Serra à prefeitura de São Paulo, o prefeito Gilberto Kassab, do DEM. Com isso, pôde se candidatar ao Senado na chapa tucana nas últimas eleições, em outubro. Seus planos, porém, foram interrompidos e ele retirou sua candidatura para se dedicar ao tratamento contra o câncer.

23 de dez. de 2010

Tribunal proíbe 80% dos funcionários do setor aéreo de entrar em greve


BBC Brasil

"Aeroporto JK"
Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, é tomado por filas; dezembro é o mais mais movimentado

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, o ministro Milton de Moura França, concedeu na noite desta quarta-feira uma liminar determinando que 80% dos funcionário do setor aéreo não entrassem em greve.

O objetivo da ação, de acordo com um comunicado do TST é 'viabilizar o transporte aéreo em todo o território nacional, no período compreendido entre 23 de dezembro e 2 de 2010 de janeiro de 2011'.

O ministro fixou uma multa diária de R$ 100 mil, em caso de descumprimento da ordem.

À tarde, os sindicatos do setor confirmaram que fariam uma paralisaão em aeroportos de todo o país a partir das 6 horas de quinta-feira, após terminarem em impasse as negociações por ajuste salarial com as companhias aéreas.

Tanto os aeronautas (pilotos, comissários e mecânicos de vôo) como os aeroviários (que trabalham em terra, nos aeroportos) anunciaram que iriam aderir à paralisação.

Até o início da madrugada de quinta-feira, os sindicatos não haviam se pronunciado se manteriam ou não a greve. Se ela for implementada e tiver uma adesão relevante, o tráfego aéreo no país pode parar, justamente às vésperas do Natal - época mais movimentada do ano.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a previsão é de que os aeroportos em dezembro recebem 1,5 milhões de pessoas a mais do que a média do ano.

'Irresponsabilidade'

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu o direito de greve dos trabalhadores, mas ressaltou que a população não pode ser prejudicada.

'Espero que os brasileiros não sejam vítimas da insensatez. O que não pode é uma atitude de irresponsabilidade que leve o povo a sofrer', afirmou Lula.

'Não acho correto alguém impedir que a pessoa viaje no Natal. Vou conversar com o ministro Nelson Jobim (Defesa) amanhã', completou, dizendo que tanto os trabalhadores como as companhias poderiam flexibilizar um pouco suas posições.

De acordo com o presidente, Jobim e Paulo Bernardo (Planejamento) estão empenhados em evitar a paralisação.

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac) - que reúne sindicatos nacionais e regionais - informou que funcionários começarão a fazer piquetes em aeroportos a partir da meia noite e que as paralisações podem inclusive começar antes das 6h de quinta-feira, já que é uma decisão pessoal de cada trabalhador.

Pela manhã, mais de 150 trabalhadores do setor aéreo fizeram uma manifestação no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, prejudicando as operações no local.

Segundo a Anac, cerca de 30% dos voos desta quarta-feira no país tiveram atrasos acima de meia hora - a maioria por problemas climáticos.

Os aeronautas defendem 15% de reajuste salarial e os aeroviários, de 13%, enquanto a proposta das companhias aéreas é de 6,85%, considerando a correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais meio ponto porcentual de ganho real.

Medidas pontuais

A presidente da Anac, Solange Vieira, disse não acreditar na possibilidade de um caos aéreo: 'Nossa expectativa é a de que não vai haver uma greve geral, mas focos de paralisação controláveis.'

A agência informou que está tomando medidas pontuais para lidar com a situação, como reforçar o número de funcionários, ajustar escalas - para concentrar mais trabalhadores nos horários de pico - e monitorar o movimento nos saguões.

Vieira afirmou ainda que o contingente de polícia estadual foi acionado para garantir que os funcionários que não aderirem à greve possam trabalhar.

Tanto a Anac como a Infraero orientaram os passageiros a ligarem para a companhia aérea antes de sair de casa, para confirmar o vôo.

Em caso de atraso ou cancelamento de voos já no aeroporto, o cliente deve procurar a empresa aérea ou um representante da Anac nos aeroportos que tiverem esses postos de atendimento.

As principais companhias aéreas do país afirmaram que pretendem manter sua programação normal para quinta-feira.

A GOL informou que não prevê alterações nos 900 voos previstos. Em comunicado, a TAM afirmou estar confiantes na 'conclusão adequada' do processo de negociação com os funcionários.

O Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea) criticou a paralisação, dizendo que são 'prematuras e inoportunas' e que 'as negociações ainda podem evoluir'.

Eleições: gastos ultrapassaram R$ 3 bilhões

Fonte | TSE

As campanhas eleitorais de 2010 somaram gastos de R$ 3,23 bilhões, incluindo as despesas referentes ao segundo turno para presidente da República e para governador de oito estados e do Distrito Federal, de acordo com as prestações de contas entregues à Justiça Eleitoral. Foram R$ 2,78 bilhões gastos no primeiro turno e R$ 444 milhões pelos candidatos que concorreram no segundo.
Os concorrentes à Presidência da República realizaram as campanhas mais caras, na média por candidato. Com nove concorrentes, a campanha presidencial totalizou despesa de R$ 289,20 milhões, o que corresponde a uma média de R$ 32,13 milhões por concorrente. Mas a maior parte dessa cifra ficou concentrada no segundo turno, disputado por Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB): R$ 264,75 milhões.
Os gastos declarados pelos candidatos a governador dos 26 estados e do DF somaram R$ 735,04 milhões. Em média, a campanha para governador custou de R$ 4,48 bilhões.
Em valores absolutos, a eleição mais cara para governo estadual foi a de São Paulo, que é o maior colégio eleitoral do país: nove candidatos declararam despesa total de R$ 76,34 milhões, equivalentes a R$ 8,48 milhões por concorrente. Em Minas Gerais, nove candidatos a governador gastaram R$ 67,33 milhões, uma média de R$ 7,48 milhões. Nesses dois estados, não houve segundo turno na disputa ao governo estadual.
Em valores médios, os maiores gastos foram em Goiás e Mato Grosso: R$ 9,58 bilhões e R$ 9,46 milhões por candidato, respectivamente. Em Goiás, a disputa pelo governo estadual foi definida apenas no segundo turno.
Os 261 candidatos ao Senado em todo o Brasil declararam gastos de R$ 355,91 milhões, o que corresponde a R$ 1,36 milhão por concorrente. Rio de Janeiro e Minas Gerais tiveram as maiores médias de gastos nas campanhas a esse cargo: os 11 candidatos do Rio revelaram despesa total de R$ 31,59 milhões, equivalentes a R$ 2,87 milhões por concorrente. Em Minas, os 12 candidatos disseram ter gasto juntos R$ 33,46 milhões, sendo a média de R$ 2,78 milhões.
As campanhas para deputado estadual e federal foram as mais caras, em valores absolutos, porque concentraram maior número de concorrentes. Os 5,1 mil candidatos a uma cadeira na Câmara dos Deputados informaram despesa total da ordem de R$ 916,44 milhões, média de R$ 179,69 mil. Os 12,6 mil candidatos a deputado estadual revelaram ter gasto, juntos, R$ 936,05 milhões, média de R$ 74,29 mil por candidato.









22 de dez. de 2010

China investe mais de i bilhão de dólares no Brasil

Olhando a passos largos para o futuro, a China está ampliando suas fronteiras com investimentos nos países que apresentam um potencial muito grande de crescimento nos próximos anos.

A empresa estatal chinesa State Grid Corporation of China (SGCC) bateu o martelo nesta semana e comprou 7 empresas brasileiras de distribuição de energia elétrica por 1 bilhão de dólares, com direito de exploração garantidos pelo governo de 30 anos e poderá ser prorrogado por mar 20. O grupo tem uma previsão de faturamento líquido mínimo anual com esta aquisição de 110 milhões de dólares.

As empresas negociadas no pacote foram:

1.Serra Paracatu Transmissora de Energia
2.Ribeirão Preto Transmissora de Energia
3.Poços de Caldas Transmissora de Energia
4.Serra da Mesa Transmissora de Energia
5.Itumbiara Transmissora de Energia
6.Expansion Transmissão Itumbiara Marimbondo
7.Expansion Transmissão de Energia Elétrica
A informação é da Comissão de Supervisão e Administração dos Ativos Estatais da China que tem o controle dos investimentos externos daquele país.

Pastas: Rosalba volta para Natal hoje e em breve anunciará o secretariado através de nota oficial



Em breve, serão conhecidos os nomes que irão ocupar os cargos do primeiro escalão do Governo do Estado a partir de 2011.

Esta semana a governadora, Rosalba Ciarlini, divulgou os primeiros nomes do secretariado e promete lançar a imprensa um comunicado nos próximos dias com os outros nomes.

A governadora eleita do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM), encaminhou nota oficial à imprensa, nesta segunda-feira (20), anunciando os primeiros secretários da sua gestão:

Gabinete Civil: Paulo de Tarso Fernandes é jurista e advogado, ex-deputado estadual por três legislaturas. Foi assessor técnico da Câmara dos Deputados e exerce o cargo de assessor parlamentar no Senado Federal.

Secretário de Planejamento e das Finanças: Francisco Obery Rodrigues Júnior, Engenheiro Químico, com especialização em metalúrgica na UFRN, especialização em Gestão de Sistemas de Ciências e Tecnologia FEA/USP/1984 e especialização em Gestão Pública - FGV/2000. Assessor Técnico do gabinete da senadora Rosalba Ciarlini (2007/2010) e coordenador da equipe de transição no governo eleito da governadora Rosalba Ciarlini.

Consultoria Geral do RN (CGE): Tatiana Mendes Cunha, advogada, Procuradora da Assembleia Legislativa do RN, exerceu o cargo de Consultor Geral do estado do RN ( de 2003 a Abril de 2010).

Procuradoria Geral do Estado do RN (PGE): Miguel Josino, Procurador do Estado, formado em Direito pela UFRN em 1987, doutorando em Direito Constitucional, pela Universidad Del Pais Vasco, Espanha. Professor universitário.

Secretário de Administração e Recursos Humanos: Manoel Pereira dos Santos, bacharel em Filosofia, Teologia, Ciências Sociais. Exerceu a função de professor da UFRN e foi Reitor da UnP. Foi prefeito do Natal, secretário municipal de planejamento (1982-1983) e secretário estadual da fazenda e planejamento (1983 -1986 e 1991 -1994).

Secretário de Indústria e Desenvolvimento: Benito Gama, Economista, auditor fiscal pela Bahia e Político. Benito Gama foi Deputado Federal por quatro mandatos, Constituinte de 1988, foi Secretário da Fazenda da Bahia, da Indústria e Comercio e dos Transportes.

Secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos: Robinson Faria, advogado, deputado estadual, ex-presidente da Assembleia Legislativa do RN e vice-governador eleito do Rio Grande do Norte em 2010.

Secretaria de Estado de Assuntos Fundiários e de Apoio à Reforma Agrária (SEARA): Gilberto Jales, casado, formado em Geologia pela UNIFOR, possui especialização nas áreas de educação ambiental e Gestão em Recursos hídricos, especialista em Educação Ambiental pela UERN em 2002 e Especialista em Gestão de recursos Hídricos (UFSC-2006).

Assessoria de Comunicação Social do Governo do Estado: Alexandre Ferreira Mulatinho, 40 anos, formado em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo pela UFRN (1992). Passou pelos principais jornais do estado começando pelo semanal Dois Pontos quando ainda fazia o curso, depois foi de repórter a chefe de reportagem na Tribuna do Norte. Transferiu-se para o Diário de Natal onde foi chefe de reportagem, editor e gerente de marketing. De 1992 até o momento também exerceu a atividade de assessoria de imprensa como empresário. Nesta área já prestou serviço para empresas de diversos setores e profissionais de diversas áreas como lazer, esporte, jurídico, político e cultural. É oficial da reserva não remunerada do Exército.