14 de mar. de 2011

Obama impulsiona debate para reduzir violência por armas de fogo

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, propôs neste domingo aos americanos iniciar um debate para melhorar o sistema de controle de armas e evitar que se repitam tragédias como os massacres de Tucson, Columbine e Virgínia Tech.

Em artigo publicado no "Arizona Daily Star", Obama lembrou que há pouco mais de dois meses, um tiroteio em Tucson matou seis pessoas e deixou 14 feridas, entre elas a congressista democrata Gabrielle Giffords.

Obama criticou o fato de Jared Loughner, o suposto responsável pelo tiroteio em Tucson, ter conseguido adquirir uma arma.

"Desde esse dia, talvez tenhamos perdido outros 2 mil membros de nossa família americana pela violência relacionada a armas e milhares tenham ficado feridos", acrescentou.

Ele também citou as tragédias de 1999 em Columbine (Colorado), em que 13 pessoas morreram, e de 2007 em Virginia Tech (Virgínia), com 32 mortos.

O presidente ressaltou que ele, assim como a maioria dos americanos, acredita que a Segunda Emenda da Constituição garante aos cidadãos o direito de ter armas e que a maioria dos que as possuem são pessoas responsáveis.

No entanto, também disse crer que é possível encontrar uma maneira "sensível e inteligente" de proteger melhor os cidadãos americanos.

10 de mar. de 2011

Prazo

O autêntico empresário/radialista José Mendes disse hoje cedo que vai dar um prazo de noventa dias ao governo de Rosalba  para que ela deixe de falar da gestão passada e ponha em prática as muitas promessas de campanha.
"Estou só observando," disse o radialista.

Força da mídia?

A sessão ordinária realizada na Câmara Municipal de Mossoró nesta quarta feira de cinzas dia 09, ficou notabilizada por ter sido a primeira da história daquele poder em data semelhante  cuja  frequência foi quase unânime, excetuando algumas ausências justificadas.
A histórica reunião produziu entre pedidos e projetos 90 proposições. Será que o fato de as sessões estarem sendo transmitidas para toda a cidade através da TV Mossoró tem algo com isso ou é pura disposição?

8 de mar. de 2011

Projeto cria mil novos cargos

Dois dias após o detalhamento dos cortes no Orçamento da União, no valor de R$ 50 bilhões, os senadores aprovaram projeto de lei do Executivo autorizando a criação de 1.124 novos cargos na administração federal, dos quais 510 de livre nomeação, ou seja, sem concurso público. O impacto orçamentário previsto é de R$ 10 milhões ao ano. A proposta foi aprovada em caráter terminativo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e seguirá para sanção presidencial

Os novos cargos destinam-se ao Ministério da Previdência Social, sendo 114 reservados às funções gratificadas (para servidores públicos de carreira). Outras 500 vagas são para a carreira de perito médico previdenciário do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) para atender 720 agências que estão sendo construídas em todo o Brasil. O projeto ressalva que a realização de concurso para provimento dessas vagas depende de prévia dotação orçamentária.

Relator da matéria, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) - que também foi ministro da Previdência -, defendeu a abertura das novas vagas, destacando o “fortalecimento da estrutura organizacional do INSS para possibilitar a instalação de novas agências da Previdência Social”.

O líder do PSDB, Alvaro Dias (PR), apresentou emenda pedindo a revogação do dispositivo de uma portaria do MPS que especifica, entre os critérios para ocupar funções de confiança, a participação do servidor em associações e organizações não governamentais (ONGs). “Queremos excluir a hipótese da partidarização, evitando a politização com nomeações que privilegiam acomodações políticas”, justificou o tucano.

Mas a emenda acabou rejeitada, apesar dos votos favoráveis da oposição e de um aliado, o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC). Jucá argumentou que o servidor que seja membro de ONG ganhará apenas um ponto nesse quesito, sendo que outros critérios como pós-graduação ou doutorado garantem pontuação maior.

4 de mar. de 2011

Previsão do tempo para o período carnavalesco em todo o país


A frente fria avança lentamente ao largo do litoral do Sudeste nesta sexta-feira e favorece a formação de muitas nuvens carregadas sobre grande parte da região. O Carnaval começa com muito sol e tempo seco na maior parte do Sul do país e as tardes serão quentes. No Centro-Oeste, o fim de semana de Carnaval será de sol, calor e pancadas de chuva na maior parte da região. No Nordeste, a possibilidade de chuva é pequena no litoral baiano, no Recôncavo, na Chapada Diamantina, em Sergipe e em Alagoas. A previsão inicial indica dias com muito sol e folia. Na região Norte o Carnaval 2011 deve ser com tempo muito instável no Amapá, no norte do Pará, incluindo Belém, devido à atuação da Zona de Convergência Intertropical. Confira abaixo como fica a previsão do tempo para o fim de semana prolongado de Carnaval em todas as regiões:

Região Sul
Na sexta-feira, chuva a qualquer hora, intercalada com períodos de sol entre muitas nuvens no Vale do Itajaí, no litoral catarinense, na Grande Florianópolis, no norte paranaense e no litoral do Paraná. Sol entre muitas nuvens, mas sem chuva na Grande Curitiba e nas serras gaúcha e catarinense. Nas demais áreas da Região Sul, o ar mais seco e quente predomina e não chove.

No sábado de Carnaval, o sol aparece entre muitas nuvens e chove no decorrer do dia no Vale do Itajaí, em Santa Catarina e no litoral paranaense e catarinense. Nas demais áreas do Sul, sol forte, calor à tarde e sem previsão de chuva.

No domingo de Carnaval acontecem aberturas de sol entre muitas nuvens e chove de forma rápida no decorrer do dia no litoral paranaense e catarinense e no Vale do Itajaí em Santa Catarina. Nas demais áreas da Região Sul o ar mais seco deixa o tempo firme, com sol e sem chuva.

Na segunda-feira o céu fica com muitas nuvens, acontecem aberturas de sol e chove rápido no decorrer do dia no litoral do Paraná e no leste de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, inclusive na Grande Porto Alegre e em Florianópolis. O predomínio é de ar seco nas demais áreas da Região.

Na terça-feira, áreas de instabilidade provocam chuva no decorrer do dia que intercala com aberturas de sol entre muitas nuvens no leste de Santa Catarina e nas serras e na capital do Rio Grande do Sul. No norte gaúcho e nas demais áreas catarinenses e paranaenses o sol aparece forte, algumas nuvens se formam, mas não chove. Sol com aumento de nuvens e chuva à tarde nas demais áreas do Rio Grande do Sul.

2 de mar. de 2011

Mantega diz que 'por ora, a crise do petróleo é limitada'

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, mostrou tranquilidade nesta terça-feira, 1, em relação ao impacto da crise política nos países do Oriente Médio e do Norte da África. 'Por enquanto, a crise é limitada', afirmou o ministro durante entrevista ao programa 'Conta Corrente' da Globo News.

Mantega ponderou que a crise, por ora, afetou apenas países pequenos. 'O importante é que não atinja a Arábia Saudita', afirmou, referindo-se a um dos maiores produtores de petróleo do mundo. O ministro destacou que o Brasil é autossuficiente em petróleo, importando apenas alguns derivados, mas reconheceu que a crise pode ter um impacto maior nos países europeus que começam a se recuperar da crise.

Ao ser questionado sobre eventuais gargalos na infraestrutura brasileira que podem atrapalhar a continuidade do crescimento do Brasil, o ministro disse que todos os investimentos do governo em infraestrutura estão sendo mantidos, apesar dos cortes anunciados no Orçamentos de 2011. 'Os investimentos vão continuar crescendo no Brasil. Não vai ter ponto de estrangulamento', disse Mantega, citando as áreas de portos e energia.

Corte e Bolsa Família

Para o ministro, não há conflito no anúncio de um reajuste para os benefícios do programa Bolsa Família no mesmo momento em que o governo faz um corte de R$ 50 bilhões no Orçamento de 2011.

Segundo ele, o reajuste do Bolsa Família já estava previsto nas contas do governo. 'Os programas sociais têm de sofrer correções que já estavam na conta', afirmou.

Questionado sobre os aportes do Tesouro Nacional ao BNDES, Mantega informou que os recursos neste ano serão menores do que os destinados em 2010 e que o banco cobrará juros maiores do que os cobrados dos empresários no ano passado, o que indica subsídios menores.

Ao ser indagado se o aperto fiscal do governo neste início de ano abriria espaço para cortes na taxa básica de juros no segundo semestre deste ano, Mantega concordou. 'Abre caminho. Ao fazermos uma política fiscal com um pé menos (forte) no acelerador, pode haver mais equilíbrio', disse. Mantega destacou que o importante é a criação de condições para que a economia brasileira continue crescendo e preservando o poder de compra dos brasileiros.

Mudança de atitude

O ministro negou que sua atuação no governo Dilma Rousseff seja diferente da que tinha na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para ele, o que mudou foi a conjuntura mundial.

Nos últimos anos do governo Lula, teria sido necessário reativar a economia, que sofria os efeitos da crise financeira global. 'Agora a economia está caminhando com as próprias pernas. Podemos diminuir estímulos que tinham sido dados. A economia pode continuar crescendo com impulso privado, não público', explicou.

Ao comentar o movimento de alta da inflação, Mantega destacou, em primeiro lugar, que a inflação é um problema mundial, não apenas brasileiro. 'A principal causa da inflação é a alta de commodities agrícolas', afirmou, lembrando altas expressivas do trigo e do milho em 2010.

Em seguida, o ministro disse que a alta dos índices em janeiro está associada a movimentos sazonais, já que as tarifas de ônibus são reajustadas neste mês, assim como as mensalidades escolares. 'Mas os preços dos alimentos está caindo fortemente', afirmou, referindo-se aos indicadores de preços divulgados mais recentemente.

'Daqui para a frente, a inflação vai continuar a cair', disse o ministro, apostando que o Brasil pode ter neste ano uma trajetória de inflação semelhante à de 2010, quando os preços subiram nos dois primeiros meses do ano, começaram a cair em março e ficaram perto de zero de abril a junho

1 de mar. de 2011

Kadafi ameaça bombardear manifestantes em Zaya

Um dos porta-vozes dos chamados "jovens da revolução de 17 de fevereiro" garantiu ao canal catariano que ao menos três pessoas morreram na véspera em Misrata, a terceira cidade do país, a 200 quilômetros ao leste de Trípoli.

Há três dias aliados de Kadafi pediram aos habitantes dessa cidade que saíssem às ruas para organizar manifestações em seu apoio por ocasião da visita de um pequeno grupo de jornalistas estrangeiros, mas estes rejeitaram a solicitação.

A ameaça de bombardeios representaria a resposta de Kadafi à rejeição dos habitantes da cidade de manifestarem apoio a ele.

Moradores informam que há reservas de alimentos para dez dias e existe temor de uma catástrofe humanitária.