1 de ago. de 2011

Os 10 ditadores modernos mais insanos


Ideias e ações malucas ficam potencialmente mais perigosas nas mãos de quem comanda um país. Especialmente ainda mais perigosas quando esse alguém é um ditador. Conheça alguns modernos, espalhados pelo mundo:

1 – Hugo Chávez

Presidente esquerdista da Venezuela, Hugo Chávez é conhecido por suas críticas aos EUA. Já chamou o George W. Bush de “diabo” e disse que o terremoto do Haiti foi causado pelos americanos. Segunda Chávez, Israel está fazendo o que Hitler fez com os judeus e os EUA é como o Conde Drácula: sempre em busca de sangue e combustível.

2 – Benito Mussolini

Aliado de Hitler na Segunda Guerra Mundial, Mussolini foi um terrível ditador. Ele era chamado de “ll Duce”, ou “O Líder”. Seu prédio administrativo era uma enorme estrutura com uma gigante foto de seu rosto. Ele disse que iria fazer com que a Itália retornasse a grandeza do Império Romano. Mas isso não foi possível, já que o ll Duce foi enforcado por rebeldes que passaram a declarar guerra à Alemanha nazista, em 1945.

3 – Ferdinand Marcos

Ferdinand Marcos foi ditador das Filipinas. Sua mulher, Imelda Marcos, tinha entre 2,7 e 3 mil pares de sapatos. Da onde vinha tanto dinheiro? Roubado do país, como sempre. O presidente Marcos começou como um presidente democrático, mas logo se transformou em um ditador. Ele foi derrubado e fugiu para o Havaí, na companhia de 24 barras de ouro. Ele é conhecido como um dos políticos mais corruptos que já existiram, tendo desviado milhões de reais dos fundos públicos.

4 – Enver Hoxha

Camarada, presidente, primeiro ministro, ministro dos negócios estrangeiros, ministro de guerra, comandante do exército popular… Ever Hoxha. Esses são os títulos que Hoxha, ditador da Albânia, deu a si mesmo. Ele proibiu a barba, máquinas de escrever e TVs em cores. Hoxha construiu 750 mil bunkers (pequenas casas fechadas e fortificadas) em um país de 3 milhões de pessoas, tudo por medo de uma invasão da Iugoslávia. Cada bunker era grande o suficiente para manter uma pessoa. Hoxha tinha uma forte relação pessoal e admiração por Josef Stalin.

5 – Ne Win

Ne Win foi ditador da Birmânia entre 1962 e 1982. Ele era muito supersticioso e mudou as moedas do país para 15, 30, 45, e 90 – seu número da sorte. A nação inteira birmanesa perdeu as suas poupanças, só porque Win acreditava que viveria 90 anos se fizesse isso. Ele mudou as estradas do país da antiga forma esquerda para a direita, porque estava preocupado com o seu regime comunista se inclinando demais para a esquerda. Aparentemente ele também tomava banho com sangue de golfinho.

6 – Saddam Hussein

Saddam se considerava a encarnação do rei neobabilônico Nabucodonosor II. O rosto de Saddan estava por toda parte no Iraque: podia ser visto em escritórios, escolas, aeroportos, lojas e na própria moeda iraquiana. Saddan escreveu um livro, chamado “Zabibah e o rei”. Na história, ele se apaixona por Zabibah, que representa o povo do Iraque. O marido de Zabibah, que representa os EUA, estupra a jovem. Os outros antagonistas são: Hezkel (Israel), Shamil (judeus), e Nuri Chalabi (representando Ahmed Chalabi, um inimigo de Saddam).

7 – Kim Il-Sung

Kim Il-Sung e seu filho Kim Jong-Il foram insanos. Jong forçou todo mundo na Coreia do Norte a usar um crachá com o nome dele. Disse que poderia transformar areia em arroz e atravessar rios em folhas. Além disso, ergueu 30 mil monumentos dele mesmo. O pai estabeleceu o Juche, ou “auto-suficiência”, regime que acabou quase completamente com as viagens e trocas culturais entre a Coreia do Norte e o ocidente.

8 – Teodoro Obiang Nguema

Francisco Macias Nguema foi sucedido por seu sobrinho, Teodoro Obiang Nguema. Ele governou a Guiné Equatorial com punho de ferro. Dizem que Teodoro era canibal, e aparentemente comia testículos de dissidentes para ganhar poder. Ele executou o próprio tio e fez de tudo para tentar ganhar um Prêmio de Ciência das Nações Unidas em sua homenagem. Em janeiro de 2010, Nguema foi sequestrado, torturado e confessou uma tentativa de golpe de estado, antes de ser morto.

9 – Gnassingbe Eyadema

Gnassingbe Eyadema acredita que é um super-herói. Por isso, ele criou uma história em quadrinhos, estrelado por ele mesmo. Todas as lojas do Togo tinham sua foto e relógios de pulso de 30 reais com a sua imagem aparecendo a cada 15 segundos. Ele morreu em 2005 e foi substituído pelo filho.

10 – Jean-Bedel Bokassa

Jean-Bedel Bokassa foi o ditador da República Centro-Africana entre 1976 e 1979. Em seus 75 anos de vida, ele teve 17 esposas e nada menos do que 50 filhos. Ironicamente, ele proibiu a poligamia no país.

Em 1979, crianças protestaram depois de terem sido forçadas a comprar uniformes escolares caros em uma fábrica de uma esposa de Bokassa. Como vingança, ele prendeu 180 crianças, e as visitava pessoalmente para agredi-las.

Parece que ele realmente tinha algo contra crianças: ele esmagou o crânio de cinco filhos com uma bengala. Além disso, ele também teria comido bebês humanos

31 de jul. de 2011

Entrevista da ex-g-vernadora Wilma à Tribuna do Norte


Anna Ruth Dantas - Repórter

Oficialmente a ex-governadora Wilma de Faria mantém o discurso de que não decidiu sobre a candidatura a prefeita de Natal em 2012. Mas, ela traz comentários e respostas que levam a concluir pela sua tendência de disputar o Executivo da capital potiguar. Presidenta estadual do PSB, afirma que a prioridade da legenda é ter um "candidato bom" em Natal e Mossoró. Para o segundo maior colégio eleitoral do Estado, confirma o nome da deputada estadual Larissa Rosado.

Já em Natal, embora cautelosa, é evasiva ao falar sobre uma composição com o ex-prefeito Carlos Eduardo e contundente ao dizer que está tendo um "chamamento" para disputar a Prefeitura da capital potiguar. "De repente não estava no nosso planejamento de partido minha candidatura propriamente dita, mas a gente sente um chamamento. Esse chamamento tem sentido, precisa ser valorizado pelo nosso partido, a gente precisa parar para pensar sobre isso e estamos fazendo essa reflexão e um trabalho de pesquisa", comenta. Nesse projeto de retornar ao Executivo, a ex-governadora confirmou que já mantém conversas com o PT, PC do B, PPS e PTB.



Oficialmente a ex-governadora Wilma de Faria mantém o discurso de que não decidiu sobre a candidatura a prefeita de Natal em 2012. Mas, ela traz comentários e respostas que levam a concluir pela sua tendência de disputar o Executivo da capital potiguar.Entre as articulações para o pleito 2012, a presidente estadual do PSB admite que o partido passa por um momento delicado, já que filiados estão deixando o grupo. Wilma de Faria soube da saída oficial do deputado Gustavo Carvalho, que integra o diretório estadual do PSD, através da reportagem da TRIBUNA DO NORTE. Foi lacônica ao comentar o fato: "Eu prefiro que as pessoas julguem. Gustavo foi um companheiro, bom, leal, trabalhador e, realmente, me surpreende".

Sobre as administrações de Rosalba Ciarlini e Micarla de Sousa sobram críticas. Para a ex-governadora, a prefeita de Natal decepcionou por não ter realizado investimentos e não ter feito sequer os serviços básicos, como a limpeza da cidade.

Já quando fala da governadora Rosalba Ciarlini, Wilma disse que a atual gestora está apenas fazendo "propaganda de obras iniciadas pela administração passada". "A governadora usa a estratégia de criticar o Governo Iberê e o Governo Wilma e, naturalmente, deixa de dizer as coisas que ela está fazendo em função da ação do nosso Governo", destaca.

Confira a entrevista que Wilma de Faria concedeu à TRIBUNA DO NORTE.

Como a senhora avalia a saída do deputado Gustavo Carvalho do PSB para o PSD (ela foi informada pela TRIBUNA DO NORTE de que o deputado havia assinado a ata da convenção do PSD)?

É uma pena perder um parlamentar, mas faz parte da dinâmica política. É só o que tenho a dizer.

A que a senhora credita? Seria mais um sintoma de que o PSB, pelo fato de não estar no poder, enfraqueceu?

Eu não vou fazer nenhuma crítica e não vou colocar nenhum juízo de valor em relação a essa questão. Eu prefiro que as pessoas julguem. Gustavo foi um companheiro, bom, leal, trabalhador e, realmente, me surpreende. Mas vamos continuar caminhando e fortalecendo o PSB.

Nesse projeto do PSB, quando o partido não tem a Prefeitura de Natal e o governo do Estado, como fortalecer uma legenda nessa adversidade?

É muito difícil, tendo em vista que estar na oposição, em um Estado como no Rio Grande do Norte... A gente sabe das dificuldades, porque as pessoas são muito dependentes e tudo mais. Mas temos consciência de que o partido tem seu caminho bem orientado do ponto de vista de um programa em relação aos interesses sociais e acho que deve atrair, de forma idealista, aqueles que desejam caminhar de forma progressista. Baseado nesse tema, nessa questão do idealismo, a gente vai trazer as pessoas para somarem conosco. A gente tem conseguido. Apesar de termos problemas, em algumas cidades temos alcançado... Hoje nós temos 15 prefeitos candidatos à reeleição. E depois também temos um benefício que é importante para a democracia que é a fidelidade partidária. O Congresso não legislou sobre isso, mas o judiciário, praticamente, legislou. Estou sobrevivendo na política sem ter os sistemas de comunicação, esse poderio todo que outros têm. Veja, do outro lado, o senador José Agripino é oposição à prefeita Micarla, mas hoje o vereador dele apóia a Prefeitura.

Quais serão os municípios prioritários para o PSB em 2012?

Pretendemos ter candidatos nas duas principais cidades do Rio Grande do Norte, que são Natal e Mossoró. Vamos ter candidatos bons. Vamos ter também candidatos nas cidades onde nós já temos prefeitos que são candidatos à reeleição e candidatos em outras cidades importantes. Nova Cruz é uma cidade importante e nós vamos ter candidato lá. Há outras novidades que vão acontecer.

Então, nessa ótica da senhora, quem é um candidato bom para o PSB colocar na disputa para Prefeitura de Natal?

Nós vamos analisar essas questões. As pessoas me colocam como possível candidata e não posso dizer que isso vai acontecer, mas vamos aguardar um pouco porque está cedo.

O que pode lhe levar a voltar a disputar a Prefeitura de Natal?

Eu fui governadora, fico refletindo sobre todo processo. Vejo como está o Governo do Estado, esse início de governo, as dificuldades. Eu sinto o que a população também está sentindo em relação as mudanças que hoje ocorrem no Governo Rosalba, de não ter um diálogo maior das categorias dos profissionais que trabalham no Governo. Há uma reclamação sobre isso. Há uma reclamação de demissões feitas, preocupação com relação à continuação de obras estruturantes importantes do nosso Governo que fizeram com que o Rio Grande do Norte tivesse bons indicadores sociais e econômicos. Eu também estou focada na capital. Fui prefeita de Natal. Sei que a nossa capital é fundamental para o crescimento do nosso Estado, tendo em vista que temos uma Copa pela frente, em 2014. Nós lutamos muito para essa realidade (da Copa do Mundo de 2014). Hoje é uma realidade graças ao trabalho que fizemos junto com vários segmentos da população do Rio Grande do Norte. Eu entendo que Natal precisa passar por uma grande mudança. Natal é uma capital que representa 25% da população do Rio Grande do Norte. No contexto das capitais do Nordeste, por exemplo, ela é muito importante, requer que tenhamos uma preocupação maior em tornar Natal uma cidade que cresça de forma sustentável. E nós temos problemas que precisam ser corrigidos. Natal precisa ser pensada como uma cidade que deve e pode ter um plano. Não basta você escolher nomes. Da forma como você pergunta quais são os nomes, é melhor perguntar qual o projeto. A gente vai trabalhar agora até o final deste ano com um projeto para Natal.

A senhora coloca que o PSB "terá um candidato bom"...

Ou vai ter um bom candidato ou vai apoiar um bom candidato. Um "bom candidato" é o que vai apresentar o melhor projeto.

Então o PSB pode abrir mão de ter um candidato próprio em Natal?

É possível.

'Larissa será candidata em Mossoró'

Dos nomes postos até agora como pré-candidatos, quem o PSB poderia apoiar?

Pode apoiar um candidato do nosso grupo, do nosso partido, onde o nome apontado tem sido o meu, mas por enquanto não tem nenhuma discussão (sobre apoiar nome fora do partido).

O fato da senhora ser a presidenta do PSB e estar em segundo lugar nas pesquisas divulgadas recentemente, a credencia e estimula a disputar?

Claro que me credencia, de repente não estava no nosso planejamento de partido minha candidatura propriamente dita, mas a gente sente um chamamento. Esse chamamento tem sentido, precisa ser valorizado pelo nosso partido. A gente precisa parar para pensar sobre isso e estamos fazendo essa reflexão e um trabalho de pesquisa. Com isso, vamos poder definir o nosso destino.

Vou insistir um pouco mais nessa pergunta. Neste momento a senhora está motivada a ser candidata a prefeita de Natal?

Eu não quero que você insista porque não posso lhe responder mais sobre isso. A motivação para enfrentar os desafios e as adversidades eu sempre tive. Idealismo para superar os problemas e encontrar um caminho vitorioso faz parte da minha história. Então isso já diz tudo. Agora evidente que você, como jornalista, quer antecipar os fatos. Mas a gente não pode antecipar. Eu tenho que ter a maior cautela nas minhas colocações porque a decisão é coletiva. Se é coletiva, preciso ouvir.

Algumas pessoas já chegaram a especular que a senhora poderia partir para Câmara de Vereadores.

Isso está fora de cogitação.

É possível uma composição com o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo?

Temos uma aproximação, já estivemos juntos. Mas ele tem a história dele, o posicionamento dele. Hoje ele tem um partido que não é o meu. A gente pode continuar conversando, como já conversamos outras vezes. Aliás, não tenho dificuldade de conversar com nenhum partido.

A senhora não tem dificuldade de conversar com nenhum partido?

Evidente que há partidos prioritários. Nossa aliança será principalmente com os partidos que já fizeram frente conosco na última eleição como o PPS, o PT, que é um partido importante no cenário nacional e cresceu em nível local. Temos também sido procurados para conversar com o PC do B. O PTB é outro partido que irá somar conosco. Vamos conversar também com o PP que vai ter uma nova orientação em nível estadual e conseqüentemente dos municípios também, principalmente em Natal. Enfim, a gente tem como crescer nessa aliança.

Alguns chegaram a comentar o nome da deputada estadual Márcia Maia (PSB) como vice na chapa de Carlos Eduardo...

Nunca houve isso. Quero deixar muito claro que em nenhum momento nosso partido reivindicou ou, por acaso, foi tratado esse assunto. Uma vez só foi tratado mas pelo ex-prefeito Carlos Eduardo que disse que queria uma aliança. Foi manchete de um jornal dizendo que ele queria que o PSB fosse aliado dele e que o nome bom seria o de Márcia Maia para ser a vice. Mas isso não ficou definido.

E o que a senhora pensa?

Isso nunca foi motivo da gente sentar na mesa e discutir. Não posso discutir nada que não seja de forma plural onde todos participem e isso não ocorreu ainda. Hoje mesmo encontrei em Caicó alguns vereadores e companheiros da executiva para discutir, mas sem definição. A definição vai amadurecer, vamos trabalhar nisso. Veja que a própria governadora e outros partidos falaram que podem lançar candidato. Acho que tudo é uma construção ao longo de 2011.

A senhora defenderia união de partidos como PT, PDT e PSB em torno de um único nome?

Seria o ideal que os partidos de oposição se unissem. Os partidos aliados ao Governo Federal. Mas uma outra proposta seria buscar alianças. Como se trata de eleição municipal e cada município é uma história, depende de aproximações e tudo mais. Então a gente pode conversar com outros partidos também. Veja que a gente propôs uma aliança com partidos que apóiam o Governo do presidente Lula, mas o PPS esteve aliado conosco em 2010. Isso pode acontecer também na eleição municipal.

Recentemente a senhora chegou a afirmar que sobre 2012 tinha dúvida, mas em 2014 havia certeza da candidatura.

Mas se por acaso eu for disputar em 2012, aí muda a história. É diferente. O que o nosso partido propunha era que eu fosse candidata em 2014. Mas começou haver um chamamento para 2012 e só tomo qualquer posição após a discussão. Jamais poderia ser candidata a prefeita de Natal, um cargo muito importante, e dizer que sou candidata em 2014. Seria contraditório, um desrespeito a Natal.

O partido propôs a senhora ser candidata a que em 2014?

O partido não propôs, mas nós definimos que seria candidata em 2014 ao Senado, poderia ser. Não teria uma definição. Poderia ser candidata a vários cargos. Mas vamos falar de 2012, vamos deixar 2014 para depois. 2014 vai depender de 2012. 2014 não acontece sem 2012.

Seu nome foi muito comentado para ocupar um cargo no governo federal. O que houve de concreto?

O PSB não concretizou os cargos que estavam previstos para o partido em nível regional. Então ficou em compasso de espera e eu preferi ficar em Natal cuidando do meu partido.

O Senado Federal continua lhe encantando?

[Ela sorri e para um pouco] É um cargo importante. Não é que me encante, os senadores são muito importantes para o Estado. É fundamental que se preocupe também com o Senado. Mas isso tudo será uma questão para o futuro.

O Governo da senhora foi alvo de muitas críticas por parte da governadora Rosalba Ciarlini. A senhora se sente injustiçada?

Não. Entendo que é estratégia política dela. A governadora usa a estratégia de criticar o governo Iberê e o Governo Wilma e, naturalmente, deixa de dizer as coisas que ela está fazendo em função da ação do nosso governo, passando por adutoras, saneamento básico, estradas, financiamentos todos já assegurados, projetos e obras em andamento, como a continuação da Prudente de Morais que é a nova entrada para a cidade. Tudo que a governadora fez até agora de propaganda foi dizer o que o nosso governo estava fazendo. Ela está fazendo propaganda das obras dos Governos Wilma e Iberê.

Qual a visão que a senhora tem hoje da administração Micarla de Sousa?

A administração de Micarla de Sousa, além de não ter conseguido realizar obras estruturantes importantes para mudar o crescimento da cidade, deixou de fazer o básico. A cidade está suja, com lixo, esburacada, sem pavimentação adequada, o trânsito caótico. Isso define bem claramente como está o atual governo da Prefeitura de Natal. A gente precisa que tenha um maior cuidado. Eu, por toda minha história, todas as minhas vitórias começaram por Natal, preciso ter muito cuidado em relação a essa questão, independente de ser candidata ou não, precisamos trabalhar um projeto para Natal. Transporte urbano é problema seríssimo hoje para Natal. Assumi o compromisso de colocar o Veículo Leve sobre Trilho no PAC 2 e foi colocado. Precisamos ter os equipamentos importantes na área de portos, o terminal de passageiros,

No início dessa entrevista a senhora disse que o PSB terá candidato próprio em Mossoró. Quem será?

A deputada Larissa Rosado. Ela será candidata. Já discutimos isso várias vezes e está confirmado.


30 de jul. de 2011

Google não tem como controlar conteúdos inadequados no Orkut, diz TJ

A 2ª Câmara de Direito Civil do TJ, em sessão realizada na manhã desta quinta-feira (28/7), sob relatoria do desembargador Gilberto Gomes de Oliveira, manteve sentença da comarca de Lages, que julgou improcedente pedido de indenização por danos morais ajuizado por A. C. B. R. contra Google Brasil Internet Ltda. A autora ajuizou a ação por conta de um perfil falso que fizeram em seu nome no site de relacionamentos Orkut, com ofensas e injúrias.


O Google, em sua defesa, sustentou que, embora seja detentora da página, na qualidade de site de hospedagem, não exerce nenhum controle preventivo sobre o conteúdo, pela inexistência de meios técnicos para tal monitoramento, devido à velocidade com que as informações proliferam na internet. A sentença de 1º grau concordou com a afirmação da empresa. A votação foi unânime

29 de jul. de 2011

Maternidade pode fechar dia 1º


A Maternidade Divino Amor, em Parnamirim, pode fechar as portas, pela segunda vez em sua história, a partir do dia primeiro de agosto. Na manhã de ontem, representantes do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed/RN) e Prefeitura de Parnamirim, participaram de uma audiência de conciliação mediada pelo juiz Valter Flor Júnior. As negociações não avançaram e os médicos decidiram que vão cruzar os braços novamente.

Só no primeiro trimestre deste ano, foram realizados 1.145 partos
No dia 13 de junho, os médicos que atendem na unidade decidiram entrar em greve e exigiam o pagamento que o valor pago por cada plantão sofresse um reajuste de 41,66% (de R$ 600 para R$ 850). Os servidores não abrem mão também da gratificação de produtividade (equivalente a aproximadamente R$ 140 mensais) e cobram realização de um novo concurso público, que não ocorre desde 2003.

De acordo com o presidente do Sinmed/RN, Geraldo Ferreira, durante a paralisação foi realizada uma reunião na Promotoria de Defesa da Saúde e Educação e a Prefeitura se comprometia a pagar R$ 850 por plantão. "Porém, na audiência de ontem, a Prefeitura voltou atrás e disse que só pagava os R$ 600. Os médicos não concordam e decidiram que vão parar as atividades novamente", afirma.

Ainda durante a paralisação, a Prefeitura de Parnamirim ofereceu aos médicos plantonistas o valor de R$ 918 por plantão, pagos através de contrato provisório com a Cooperativa dos Médicos do Rio Grande do Norte (Coopmed/RN). A proposta foi recusada.

Na audiência de ontem, o Procurador do Município, Fábio Pinheiro, alegou que a Prefeitura não tem condições de atender o aumento de 41,66% porque as despesas gerais com pessoal estão acima do limite prudencial fixado pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Sem acordo, o funcionamento da unidade de saúde está garantido até o dia 31 deste mês. Depois disso, o futuro da Maternidade Divino Amor é incerto. "Os médicos afirmaram que vão pedir demissão. Não querem mais ficar em Parnamirim e vão procurar outros empregos em Natal", disse Geraldo Ferreira.

Segundo Uraquitam Lopes, que é um dos representantes dos médicos, o Conselho Regional de Medicina será acionado para decretar intervenção ética do local.

Medidas

O prefeito Maurício Marques se reuniu com o secretário de Saúde do Município, Marciano Paisinho e o procurador Fábio Pinheiro, e determinou a adoção das medidas necessárias para garantir o atendimento às gestantes residentes no município. "Vamos redimensionar a escala de plantão, requerer os médicos do quadro da prefeitura que trabalham em outras unidades de saúde da rede municipal e abertura de processo seletivo", afirmou o prefeito.

Uma das consequência da paralisação dos médicos é a quebra de convênio pactuado com 46 municípios das regiões Agreste, Litorânea e Grande Natal. A prefeitura já comunicou à Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) que não terá condições de manter os acordos. "Será um transtorno. Vai tumultuar os atendimentos nas demais maternidades", prevê Domício Arruda, titular da Sesap.

Segundo o secretário, a Maternidade Escola Januário Cicco e o Hospital Santa Catarina devem ficar superlotados. "Quando houve a paralisação em junho, a Januário Cicco ficou sobrecarregada. Isso deve se repetir", diz.

O secretário espera que a Justiça resolva a pendência entre médicos e Poder Executivo Municipal. "Isso é uma questão que a Justiça deve resolver", disse. O presidente do Sinmed/RN pensa igual. "A Justiça precisa punir a Prefeitura. Na reunião de hoje [ontem], inclusive, esperava uma atitude mais incisiva do juiz. Agora, vamos aguardar", afirmou Geraldo Ferreira.

O prefeito Maurício Marques lamenta a situação. "Fizemos o que estava a nosso alcance. Negociamos e chegamos a um entendimento com os agentes de saúde, fechamos um acordo com os técnicos de enfermagem. Os médicos, infelizmente, não aceitaram a nossa proposta de pagar os R$ 918, via cooperativa, enquanto providenciamos a realização do concurso", disse.

Prefeitura já anunciou fim da parceria com 45 cidades

Classificada como porta aberta, a Maternidade Divino Amor tem pactuação com 45 municípios do Rio Grande do Norte. Em abril, 21 deles já tinham extrapolado o teto das AIHs. Para se ter ideia, em abril, o excedente desses municípios já chegava a 323 AIHs. Hoje, a Prefeitura de Parnamirim anunciou que vai cancelar a pactuação e que já teria encaminhado comunicado oficial à Secretaria Estadual de Saúde Pública - Sesap.

A superlotação já ocorre desde o início do ano e, em abril, terminou virando caso de polícia, com ação civil pública aberta pelo Ministério Público Estadual. Na época, os médicos que trabalhavam em sistema de plantão já ameaçavam pedir desligamento. "É uma situação insustentável, que precisa urgente de uma regulação para que o serviço não entre de vez em colapso", afirmou na época a chefe da Obstetrícia, Ana Tereza Silveira.

No primeiro primeiro trimestre deste ano, 1.145 partos, dos quais 579 de Parnamirim e 566 de outros municípios. Em cinco dos dez municípios da região metropolitana de Natal (Ceará-Mirim; São Gonçalo do Amarante; Macaíba; Vera Cruz e São José de Mipibu) os hospitais são deficitários e ofertam juntos, 58 leitos de obstetrícia, incluindo os leitos de pré-parto. Mais de 85% dos leitos são de obstetrícia clínica.

Além desses municípios, Natal possui quatro unidades públicas de obstetrícia, que disponibilizam 195 leitos, e Parnamirim, uma, com 40 leitos. Outros três municípios (Nísia Floresta, Extremoz e Monte Alegre) não possuem atendimento de obstetrícia e sustentam a obstetrícia com a pactuação. O município de Nísia Floresta, por exemplo, tem pactuação com Natal, Parnamirim e São José de Mipibu. O teto para 2011 é de 465 partos.

Em Extremoz não se realiza partos há 14 anos, quando a unidade foi desativada. A Prefeitura tem pactuação com Natal e São Gonçalo do Amarante, para onde encaminha as gestantes. O projeto de ampliação do hospital-maternidade do município prevê 20 leitos e 01 sala de parto. A infraestrutura custou 1,2 milhão, mas a obra parou e a prefeitura aguarda recursos da ordem de R$ 1,8 milhão, do Ministério da Saúde, para equipar a unidade.

Em Natal, somente o hospital Santa Catarina realiza, em média 500 partos mensais. Recebe parturientes de 29 municípios do estado e vive superlotado.

MP cobra multa de R$ 120 mil na Justiça

A promotora de Defesa da Saúde e Educação de Parnamirim, Luciana Maria Maciel Cavalcanti Ferreira de Melo, requereu a Vara da Fazenda Pública daquele município, a execução de multa no valor de R$ 120 mil contra a Prefeitura de Parnamirim. O pedido, deve-se ao fato do Município ter descumprido uma decisão judicial que o obrigava adotar medidas administrativas necessárias ao adequado funcionamento da Maternidade Divino Amor.

Durante inspeções realizadas na maternidade, a promotora verificou, entre outros problemas, que as escalas de plantão da obstetrícia estavam incompletas, as enfermarias encontravam-se fechadas e as cirurgias eletivas ginecológicas eram realizadas de forma parcial. Além disso, havia a possibilidade iminente de fechamento da UTI neonatal e da própria Maternidade por ausência de médicos na escala.

Por pedido do Ministério Público, no dia 8 de julho, o juízo da Vara da Fazenda Pública de Parnamirim determinou ao Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed/RN)e ao Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado (Sindsaude/RN) que providenciassem o retorno ao trabalho na maternidade. Ao Município de Parnamirim, foi determinado que em setenta e duas horas, fosse implementado as medidas administrativas necessárias ao adequado funcionamento da unidade hospitalar.

"Entretanto, até a presente data, o Município de Parnamirim não adotou as medidas administrativas necessárias ao adequado funcionamento da Maternidade Divino Amor, posto que nos casos de cirurgias eletivas e demais atendimentos sem situação de urgência, apenas estão presentes 50% dos profissionais de saúde (técnicos de enfermagem), os quais foram encaminhados pelo Sindsaude/RN, não tendo sido adotada nenhuma medida por parte do município para viabilizar o adequado funcionamento da Maternidade em questão, configurando o descumprimento da decisão por parte do executado", explica .

Além do pagamento da multa pelos dias de descumprimento a Promotora de Justiça requer seja fixada novamente multa diária no valor de R$ 10 mil, desta vez incindindo de forma pessoal ao prefeito Maurício Marques. O pedido de execução, referente à Ação Civil Pública nº 0003491-19. 2011. 8.20.0124 está na mesa do juiz substituto da Vara de Fazenda Pública, Dr. Valter Antônio. "Estou fazendo a análise do pedido e possivelmente darei o despacho amanhã [hoje]", disse.

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27 de jul. de 2011

Mantega: não há previsão de mudança de regra

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, explicou, durante entrevista coletiva, que a medida provisória (MP) publicada hoje no Diário Oficial da União autoriza a regulamentação do mercado de capitais e de derivativos. Segundo ele, a medida concede poderes adicionais para aumentar a regulamentação sobre o mercado futuro de derivativos.

Mantega destacou que vários países depois da crise de 2008, quando muitos fundos de hedge estavam alavancados, começaram a regulamentar melhor esses mercados. Segundo ele, a MP obriga o registro na BM&F e na Cetip de todas as operações feitas nesse mercado, incluindo as negociações no balcão. Para ele, essa obrigatoriedade dará mais transparência no segmento de derivativos.

Mantega lembrou que, durante a crise de 2008, algumas empresas no Brasil estavam muito alavancadas nos chamados 'derivativos tóxicos' e ficaram em situação complicada. 'De lá para cá, tomamos várias medidas para diminuir a alavancagem e a exposição nesses derivativos', disse. Conforme o ministro, o Conselho Monetário Nacional (CMN) poderá determinar o valor do depósito da margem de garantia.

Mantega explicou que, por exemplo, hoje é possível com US$ 50 mil fazer operações no mercado futuro de US$ 1 milhão e, com US$ 1 milhão, realizar operações de US$ 10 milhões. 'Essa é a alavancagem que pode expor o mercado a problemas', avaliou.

Posição vendida

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje que incidirá 1% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre a diferença entre a posição vendida e a posição comprada das empresas. Segundo ele, há um excesso de dólar vendido no mercado futuro, o que leva à valorização do real. O ministro informou que há entre US$ 24 bilhões e US$ 25 bilhões de dólares em posição vendida no mercado futuro.

'Estão ofertando dólar sem por dinheiro. Isso valoriza o real. Por isso, o IOF incidirá sobre a posição vendida que ultrapassar a posição comprada', explicou. Mantega afirmou que o imposto será sobre a diferença das operações porque a compra do derivativo não necessariamente é especulativa. 'No descasamento, incidirá 1% de IOF pela exposição nessa margem a maior sobre o valor nocional', insistiu. 'Estamos atuando para ajudar o real', completou Mantega.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que todas as medidas foram feitas em acordo com o Banco Central (BC) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 'Estamos de acordo e não há previsão de mudança de regras por enquanto', disse. 'De acordo com necessidade, estaremos tomando as medidas', completou.

No jargão do mercado financeiro, 'estar vendido' sinaliza realização de negócios que exigem a entrega futura de dólar ou pagamento da variação cambial. Na prática, isso representa a aposta de que o real vai se valorizar. Estar 'comprado', por consequência, sinaliza a expectativa de depreciação da moeda brasileira.

Brecha

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou hoje que o governo brasileiro também está fechando uma brecha do mercado, que estava liquidando, antes do prazo, as operações de crédito tomadas no exterior, com prazo acima de 720 dias para fugir do pagamento de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

A partir de agora, as liquidações antecipadas também pagarão 6% do imposto. 'Quem liquidar a operação antes do tempo, vai ter de pagar IOF', afirmou. 'Isso é um aperfeiçoamento da medida anterior', completou.

26 de jul. de 2011

Temer nega dificuldades entre governo e base aliada

Temer classificou de "muito sólida" a relação do governo com a base aliada O vice-presidente Michel Temer negou hoje (15) dificuldades políticas entre o governo e a base aliada no Congresso Nacional. Temer classificou de "muito sólida" a relação do governo com a base aliada. O vice-presidente foi homenageado com a Medalha Barão de Mauá, concedida pela Associação Comercial do Rio de Janeiro pelas comemorações dos 202 anos da entidade.

"O Brasil vai indo bem. Esses pequenos acidentes de natureza política são mais ou menos normais, não devem nos impressionar, até porque passam rapidamente e são superados." De acordo com Temer, quando há algum problema num ministério, imediatamente há uma solução. "E a base governamental está muito sólida. Não há nenhuma dificuldade na relação do governo com a base governista", ressaltou o vice-presidente.

Na cerimônia, que contou com a presença de vários empresários, Temer fez um balanço dos seis primeiros meses do governo Dilma Rousseff e reiterou que que o principal desafio é retirar 16,6 milhões de brasileiros que ainda vivem na faixa da extrema pobreza. Ele disse que este é um governo de continuidade e lembrou que, na administração passada, 30 milhões de pessoas passaram das classes D e E para a classe C.

"Hoje o plano contra a miséria é para fazer com que 16,6 milhões de pessoas que ainda estão num sistema de extrema pobreza possam seguir o mesmo caminho. Outro plano fundamental é o da segurança pública. Estamos coordenando a questão das fronteiras para evitar o crime que vem muitas vezes de outras regiões", disse ele.

Após destacar que o governo não poderia ter feito mais do que fez, Temer afirmou que o Brasil vai bem. "Fala-se tanto na inflação, mas essa é uma expectativa que tem de ser controlada, e o governo está sabendo controlar. O país vai bem economicamente, vai bem politicamente, vai bem institucionalmente."

Segundo o vice-presidente, o governo se mantém firme nas suas metas. "O governo não governa só para uma categoria. para uma classe, governa inclusive para aquelas que geram o desenvolvimento, como o empresariado e a classe média", disse ele. "Eu acho que o Brasil ainda pode comemorar. Vocês têm notícia do que acontece na Europa e até, de maneira preocupante, do que vem acontecendo nos Estados Unidos, mas nós aqui estamos incólumes."

Da Agência Brasil

22 de jul. de 2011

Wilma afirma que governo atual se limita à continuidade


A ex-governadora Wilma de Faria afirmou ontem, em Caicó, que não é o momento de fazer uma avaliação detalhada do governo Rosalba Ciarlini (DEM), pelo curto período da gestão, mas desafiou a nova chefe do Executivo estadual a apontar, de forma clara, a herança maldita que diz ter recebido da administração anterior. "Essa conversa de herança maldita já é coisa do passado. Ela só fala nisso. É uma estratégia que está usando para encobrir o que não fez ainda. Essa é a verdade", afirmou a presidenta estadual do PSB.


Uma prova disso, destacou a ex-governadora, são as ações e obras que o governo Rosalba está realizando, segundo ela uma simples continuidade dos projetos desenvolvidos durante o seu governo e de Iberê Ferreira de Souza (PSB). "São ações de continuidade ou projetos que foram feitos e deixados com recursos garantidos para sua execução". Wilma disse ainda lamentar o tratamento que a atual administração vem dispensando aos servidores públicos, negando seus direitos legitimamente conquistados. "É preciso lembrar que o Estado presta serviços. Daí a importância de se ter um servidor motivado, qualificado, com um plano de cargos e salários que lhes faça justiça", disse.

A ex-governadora Wilma de Faria (PSB) confirmou também, durante entrevista concedida à rádio Rural de Caicó, que será candidata na eleição estadual de 2014, mas mantém mistério quanto ao pleito que se aproxima - ela é lembrada como possível candidata à prefeitura de Natal, no próximo ano. Com as declarações, a presidente estadual do PSB praticamente assume a possibilidade de, em caso de disputar e vencer o pleito natalense em 2012, permanecer no comando do executivo por apenas dois anos. "Eu devo disputar um mandato em 2014. 2012 eu não tenho certeza. Agora em 2014 já está decidido. Qual será o cargo eu ainda não sei. Mas serei candidata com toda certeza", afirmou a ex-governadora.

Wilma de Faria está no município seridoense acompanhando as comemorações da festa da padroeira, Nossa Senhora de Sant'ana. Questionada sobre a eleição da capital saiu-se dizendo que "o assunto [de sua possível candidatura] está em pauta na imprensa, mas que não decidiu o futuro para 2012". "Ouço sempre esta pergunta. Não está decidido se eu sou candidata à prefeita de Natal. Estamos processando esta informação. Estamos analisando", disse ela.

Após a eleição de 2010, quando não obteve êxito na disputa para o Senado, Wilma de Faria passou a ser considerada candidata natural à prefeitura de Natal, seu principal reduto eleitoral. Da base oposicionista são cotados como pré-candidatos, entre outros, o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, e o deputado estadual Fernando Mineiro,d o PT.