2 de fev. de 2012

Izabel Montenegro é "acusada" de "privatizar" o PMDB










O popular Raimundo Dias Filho, conhencido como "Raimundo bigodão", se dizendo peemedebista histórico, fez forte críticas a atual presidente do diretório municipal do PMDB de Mossoró, a ex-vereadora Izabel Montenegro.
Se sentindo preterido pela presidente Raimundo se reportou assim: " o PMDB é meu também que sou filiado, ele não pertence a senhora Izabel que o trancou em sua casa fechando-o como um muro e um portão de ferro, izolando o filiado de partcipar de suas decisões. O partido não é uma propriedade privada não dona Izabel, inclusive existe um fundo partidário que se destina á contruções das sedes pardidárias para evitar que funcionem em casas residenciais, sou fundador do prtido e quero garantir meu direito de decisão dentro dele", desabafou Raimundo através da rádio Difusora hoje no programa "Política em Debate".

1 de fev. de 2012

Centro de Estudos Sociais e Políticos envia à OAB manifesto em prol do CNJ

 



 
 O presidente do Centro Brasileiro de Estudos Sociais e Políticos (Cebesp), Rubens Pinto Lyra, enviou hoje ao presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, manifesto da entidade em apoio ao ato público que o Conselho Federal da OAB realizará a partir das 14h de hoje em defesa dos poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Na mensagem, Lyra afirma que o CNJ não pode ficar à mercê do corporativismo, disseminado nos órgãos do Judiciário sujeitos à fiscalização.

"O CNJ tem tido, como instância competente para exercer o controle administrativo e financeiro do Poder Judiciário, ação exemplar, aplaudida pela ampla maioria da sociedade. Com efeito, esta entende que a transparência desse Poder, com a submissão dos seus membros à Lei - a quem a sociedade confiou a sua aplicação - constitui conquista irrenunciável, da qual não poderá, em nenhuma hipótese, abrir mão", afirmou Lyra na mensagem. A entidade defendeu, ainda, avanços normativos que garantam a efetividade das prerrogativas exercidas pelo CNJ.

Veja a seguir a íntegra da mensagem do Cebesp:

"O Poder Judiciário é um dos principais pilares da República e do Estado Democrático de Direito. O fortalecimento deste Poder interessa, no mais alto grau, a todos os democratas, Por isso mesmo, estes vêm com apreensão a crise que o abala, com suspeitas sobre a lisura de procedimentos de seus integrantes. As denúncias se multiplicam, ora se referindo a movimentações financeiras atípicas, ora relativas a pagamentos de vantagens a Magistrados, desobedecendo a critérios legais, ora, ainda, à incapacidade de o Judiciário prestar contas sobre equipamentos destinados aos Tribunais de Justiça, envolvendo centenas de milhões de reais.

O CNJ tem tido, como instância competente para exercer o controle administrativo e financeiro do Poder Judiciário, ação exemplar, aplaudida pela ampla maioria da sociedade. Com efeito, esta entende que a transparência desse Poder, com a submissão dos seus membros à Lei - a quem a sociedade confiou a sua aplicação - constitui conquista irrenunciável, da qual não poderá, em nenhuma hipótese, abrir mão. O CEBESP, assim como as demais entidades da sociedade civil, consideram que o CNJ precisa de poderes efetivos para fiscalizar. Não pode, portanto, ficar à mercê do corporativismo, largamente disseminado nos órgãos do Judiciário, sujeitos à sua fiscalização.

Por essas razões, o Centro Brasileiro de Estudos Sociais e Políticos, recém criado, ao lado da OAB e de outras expressivas entidades de âmbito nacional, vêm a público emprestar sua irrestrita solidariedade à Corregedoria do CNJ, e ao próprio Conselho. Ademais disto, conclama as forças vivas da sociedade para se manterem unidas, e mobilizadas, de forma a assegurar avanços práticos e normativos que garantam a efetividade das prerrogativas ora exercidas pelo CNJ

João Pessoa, 01 de fevereiro de 2012

Rubens Pinto Lyra, presidente CEBESP"

Senador diz que ato foi manifesto da sociedade ante julgamento no STF

 



 O ato promovido pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em defesa dos poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foi uma expressiva manifestação da sociedade civil brasileira ao Supremo Tribunal Federal (STF), às vésperas do julgamento da ação da Associação dos Magistrados Brasileiros que retira poderes daquele órgão para fiscalizar e punir juízes. A afirmação foi feita hoje (31) pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO), em pronunciamento no ato público. "Aqui está a sociedade civil dizendo para o STF que nossa posição é essa: a favor da competência concorrente do CNJ para processar e julgar questões ético-disciplinares, pois retirar esse poder é fazer com que ele se transforme num conselho manco", frisou o senador, bastante aplaudido pelos participantes do evento que lotaram dois auditórios da OAB Nacional.

O senador por Goiás enfatizou que um dos fatos que estimularam a criação do CNJ, dentro da Emenda Constitucional nº 45/2004, foi a constatação de que havia impunidade por parte dos órgãos correicionais dos Tribunais estaduais e regionais de Justiça. "Daí se ter estabelecido a competência concorrente do órgão para receber e conhecer das reclamações contra membros do Judiciário". Ele salientou ainda que está claro nas notas taquigráficas do Congresso que registram a instituição do CNJ essa competência concorrente e não subsidiária - "até para que o poder processasse a autocorreção, para que pudesse ele msmo jogar suas impurezas para fora e corrigir suas anomalias".

Demóstenes Torres citou os doze senadores presentes ao ato da OAB para destacar que todos, sem exceção, foram signatários de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de sua autoria que garante poder de investigação e de punição da Corregedoria Nacional do CNJ, mesmo integrando diferentes partidos no Parlamento. A PEC está em tramitação, tendo como relator o senador Randolfo Rodrigues (PSOL-AP). A Emenda Constitucional 45/2004, que criou o CNJ, afirma que ele tem poder originário e concorrente para "receber e conhecer" dos reclamações contra magistrados, enquanto a PEC quer tornar ainda mais óbvia e taxativa essa competência, salientando que o órgão tem poderes para "processar e julgar" magistrados

31 de jan. de 2012

O "fortalecimento de todas as forças governistas" é a justificativa para a renúncia de Fafá



Em todos os blogs ligados ao governismo municipal e estadual essa é  orientação básica par tentarem explicar o "inexplicável" que é a renúncia iminente da prefeita Fafá Rosado, desmentida e comemorada por ela e seu grupo, como impossível de ocorrer até a semana passada, tendo a senhora sua mãe, dona Odete Rosado reforçadoa decisão quando disse: "ela decepcionaria o pai dela se fizesse isso, pois ele jamais deixou de concluir uma tarefa que começou".
Aos poucos os que escreviam com a certeza do término do mandato da prefeita no período completo para o qual fora eleita, vão mudando gradativamente, alguns que form mis veementes encontram um pouco mais de dificuldades, mas aos poucos e em breve estarão chamando Ruth de estadista.
A campanha para justificar a renúncia descabid de Fafá ´já está em prática e tem que ser com força total para tentar diminuir o desgaste fenomenal que acompnhará esse ato da prefeita Fafá Rosado.

30 de jan. de 2012

Governadora assinará hoje ordem de serviço de estrada que liga Barreta a Malembá



A estrada de acesso tem 3,8 quilômetros de extensão e está localizada no importante corredor turístico que liga a capital potiguar às famosas praias do Litoral Sul, que atraem milhares de turistas durante o ano inteiro, especialmente no período da alta estação.
A implantação da RN-063 está sendo executada pela Esse – Engenharia, Sinalização e Serviços Especiais Ltda. A obra conta com recursos da ordem dos R$ 2.332.897,29 e está prevista para ser concluída até julho deste ano.
Enquanto isso, a estrada RN 117, que liga Mossoró à produtora e promissoraa Baraúna, continua levando riscos aos trabalhadores que por ali trafegam diariamente.
É uma questão de de discricionariedade do governo que sabe de suas prioridades.

29 de jan. de 2012

Humor político e seus "causos"...


 
 
 
Um político que estava em plena campanha chegou a uma cidadezinha, subiu em um caixote e começou seu discurso:

- Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura à Prefeitura deste Município.

De repente, uma pessoa do público pergunta:

- Escuta aqui, porque o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?

- Ah, responde o candidato, pois veja, meu senhor: A primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto como poetas, escritores, filósofos, etc. A segunda é para pessoas com um nível cultural médio como o senhor e a maioria dos que estão aqui. E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.

De imediato, o bêbado se levanta cambaleando e responde:

- Senhor postulante, aspirante ou candidato . (Hic). O fato, circunstância ou razão de que me encontre em um estado etílico, bêbado ou mamado (hic) não implica, significa, ou quer dizer que meu nível cultural seja ínfimo, baixo ou ralé mesmo . (Hic). E com todo o respeito, estima ou carinho que o senhor merece. . . (Hic), pode ir agrupando, reunindo ou ajuntando . . . (Hic), seus pertences, coisas ou bagulhos . . . (Hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir-se diretinho à sua genitora, mãe biológica ou a gradessíssima puta que o pariu.

28 de jan. de 2012

Marina destaca papel da rede social


 A ex-senadora Marina Silva, atualmente sem partido, disse que uma borda está se afastando do centro do poder para encapsulá-lo, durante o debate "Política 2 0", do Fórum Social Temático, nesta quinta-feira, em Porto Alegre. "Isso se vê em todo o mundo, no Chile, na Espanha, nos Estados Unidos", afirmou, referindo-se aos movimentos articulados por redes sociais que se organizam para defender mudanças em diversos países. "Agora as pessoas querem ser sujeitos, estamos diante da possibilidade de democratizar a democracia", avaliou, elogiando os movimentos suprapartidários que buscam novos espaços para qualificar as relações do homem com ele mesmo e com a natureza.
Em sua manifestação, Marina fez mais referências teóricas do que alusões diretas à política nacional e considerou o excesso e não a falta como o problema mais grave que a humanidade tem. "Essa cultura foi capaz de produzir tudo, e se for o caso em tempo real, mas há quem não tenha", avaliou, em referência à má distribuição dos bens.
No mesmo debate, Ricardo Young, que, assim como Marina, participa do conselho diretor do Instituto Democracia e Sustentabilidade, sustentou que há uma situação de grande mudança nos controles políticos graças às redes sociais. Citou como exemplos o Massacre do Carandiru, em 1992, que levou alguns dias para ser conhecido em detalhes.