2 de jul. de 2013

"Vem pra rua na saúde"

 
Com intuito de reivindicar melhorias de âmbito geral (falta de investimento) está marcada para amanhã em todo o país uma paralisação da classe médica da rede pública de saúde.
Em Mossoró, segundo o presidente do sindicato dos anestesiologistas, Ronaldo Fixina, consta  na lista  dos médicos: a abertura da UPA do bairro belo horizonte, melhoramento nas estruturas de pediatria do Estado, falta de Unidade de Terapia Ostensiva (UTI) no Hospital Regional Tarcísio Maia e respeito aos servidores da saúde.
A movimentação conta com o apoio do Sindicato dos Médicos (SINMED), Associação Brasileira Médica (AMB), Conselho Federal de Medicina (CRM) e Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR), além de estudantes e professores de medicina e está marcada para ás 09h ao lado do teatro Dix-Huit Rosado.

1 de jul. de 2013

Governo é culpado por má gestão no Hospital da Mulher


O Desembargador Expedito Ferreira de Souza, isentou completamente o Instituto Nacional de Assintência à Saúde e à Educação  (INASE) de qualquer responsabilidade em relação ao Hospital da Mulher Parteira Maria Correia em nossa cidade. No entendimento do magistrado, os problemas que resultaram na intervenção judicial na unidade de saúde, não podem ser atribuídas ao Inase.
Em sua decisão proferida na quinta feira passada, o Desembargador imputou à administração Rosalba Ciarlini, (DEM) todas as falhas ocorridas naquela instituição de saúde, em virtude de falta de repasses financeiros por parte da Secretaria Estadual de Saúde e reconheceu que o Inase, mesmo tendo ficado mais de três meses sem receber recursos, cumpriu corretamente suas funções.

30 de jun. de 2013

CONTEXTO DA CIDADE


O radialista Mário Ilo Garcia, comandou na sexta feira passada um grupo numeroso de pessoas que clamavam pela retomada das obras da RN 013.
Centenas de pessoas (estudantes, trabalhadores) estão se sentindo abandonadas pelo poder público estadual com o estado de abandono que se encontra a estrada.
O movimento parece ter surtido efeito, haja vista o superintendente do DER Nilton Rêgo, ter garantido ao grupo que as obras terão continuidade dentro de 10 dias. 
 

29 de jun. de 2013

Vereador desmente governo Rosalba
 
 
 
O ex-prefeito e atual vereador de João Câmara, Aldo Torquato do PT, disse ontem á imprensa que a revolta popular deve-se em grande parte ao comportamento enganador de alguns políticos, citando como exemplo a propaganda do governo da atual chefe do executivo do Estado Rosalba Ciarlini (DEM) em dizer que sua administração é responsável por grande parte de obras de saneamento da cidade: “o Governo do Estado está fazendo propaganda enganosa com relação ao sistema de esgotamento sanitário da cidade”, o que segundo ele, “constitui-se num fato grave, já que caracteriza desrespeito ao cidadão que paga a própria publicidade inconstitucional que deve corresponder a verdade”.
Aldo Torquato esclarece que pelo menos 90 por cento dos serviços anunciados na televisão como obras do atual governo, “foram realmente realizadas nos governos Wilma de Faria e Iberê Ferreira de Souza”. O vereador cita como exemplo, 21 quilômetros de tubulação, lagoas de estabilização e estação elevatória. “As obras desse governo restringe-se a algumas ligações residenciais que a empresa construtora não concluiu no governo passado”, observa Aldo Torquato  

28 de jun. de 2013

O povo nas ruas, também em Tibau/Mossoró


Há cerca de dois meses totalmente paralisadas, as obras estaduais da RN 013, que liga Mossoró a Tibau, foram alvo de protestos hoje.
Taxistas, estudantes e populares em geral foram as ruas para alertar a governadora do Estado Rosalba Ciarlini (DEM), da importância da conclusão daquela obra, haja vista a interligação de duas cidade a Mossoró.
Um dos líderes do movimento, Mário Ilo Garcia, ressalta alguns pontos do protesto: “queremos saber se há perspectiva de retomada das obras ainda este ano, e qual será o novo prazo para o término da construção, já que não existe a menor condição da entrega da obra ocorrer no mês de agosto conforme o que reza o contrato” destaca Mario Ilo.
 
Movimento popular volta as ruas de Natal hoje 
 
 
 
Integrantes do movimento denominado de "revolta do busão" divulgou a pauta do protesto do movimento  marcado para hoje a partir das 13h no centro de Natal, que inclui passe livre para estudantes e desempregados, retorno imediato das linhas de ônibus extintas, fim da dupla função motorista-cobrador, acessibilidade para portadores de necessidades especiais no transporte público e abertura de contas do Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Passageiros de Natal (Seturn).
Também se pede a realização de licitação dos transportes públicos de forma transparente, redução das tarifas de ônibus em toda a Grande Natal, implantação da bilhetagem única entre ônibus e alternativos, a realização da integração entre ônibus da Região Metropolitana e criação do fórum permanente sobre transportes públicos.
O movimento também reivindica circulação dos ônibus durante 24 horas, renovação imediata de toda a frota, construção de corredores exclusivos para ônibus e para bicicletas (ciclovias) e "um transporte 100% público.
Alguns empresários com medo de atitudes de depredação realizadas por alguns vândalos que se unem aos que saem as ruas de forma pacífica, fecharam as frentes de suas lojas com tapumes, no intuito de proteger seus patrimônios.

27 de jun. de 2013

“A greve parece ser a única linguagem que o Governo entende” diz Amanda Gurgel

 
A vereadora Amanda Gurgel (PSTU) acompanhou ontem na Capital uma movimentação promovida pelos Servidores da Administração Indireta (Sinai/RN) cujo  intuito foi o de avaliar os encaminhamento das greves e debater os pontos da negociação com o Governo de Estado.
Amanda esteve presente ao protesto  e se pronunciou demonstrando seu apoio: “esse ato público mostra a insatisfação da classe dos servidores públicos com os rumos tomados pela administração do Estado. Os representantes da governadoria sequer recebem as lideranças sindicais para negociar e ainda anunciam corte de ponto. É um absurdo”, afirmou. Para ela, “a greve parece ser a única linguagem que o Governo entende”.