17 de set. de 2013


A união política da família Alves está em andamento
 
 
Visando unir politicamente todas as personagens políticas da família Alves em torno do nome do prefeito da Natal, Carlos Eduardo Alves para a disputa ao governo em 2014, o deputado estadual e pai do chefe do executivo da capital, Agnelo Alves (PDT),  reuniu há cerca de quinze dias em um almoço em sua casa, boa parte da família para discutir a possibilidade.
Por diversas oportunidades o prefeito de Natal tem declarado sua intensão de permanecer a frente do executivo da capital, porém não fechou questão acerca do assunto.
Estiveram presentes ao almoço político, o Ministro da Previdência Social Garibaldi Alves Filho, Bira Rocha, Carlos Eduardo e fora do núcleo familiar, o prefeito de Parnamirim Murilo Marques.
Começam as baixarias entre PMDB e DEM
 

Após alguns anos de união política entre os partidos PMDB e DEM, comandados respectivamente aqui no nosso Estado pelo deputado e presidente da Câmara Federal Henrique Eduardo Alves e pelo senador e presidente nacional do DEM José Agripino Maia, uma velha prática está em voga entre esses dois blocos partidários que hoje estão em lados contrários, o "alfinetamento" mútuo.
Nos dia de hoje, nem Henrique Alves nem Garibaldi Filho tem para a governadora Rosalba (DEM) o valor que um dia teve e vice-versa.
A imprensa de Natal traz hoje declarações de ambos que ajudam em muito a depreciar  a classe política, já tão merecedora de cuidados por parte de quem a integra.
Rosalba em visita feita a cidade de Almino Afonso no fim de semana passado em seu estilo "vítima", já bem conhecido por quem acompanha a nossa política, disparou: “Fiquei extremamente decepcionada, o PMDB me deixou na hora mais difícil do governo, que vivia um período de várias greves”.
Ao passo que o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB) retrucou: “Governadora, não cometa essa injustiça. Porque a senhora sabe que o PMDB ajudou desde o primeiro dia da administração em todos os momentos. Sabe que em fevereiro deste ano, queríamos o conselho para ajudar. A senhora sabe que desde aquela época Garibaldi queria sair. E a senhora sabe que eu iria tentar evitar, dar mais tempo, para ver se o governo ouvia mais, era mais atento, conseguia compreender melhor, se abrir mais. A senhora sabe que fiz isso. Mas chegou a hora que não dava mais, governadora. Então, o PMDB não quer decepcionar a senhora. O PMDB está saindo de um projeto porque se cansou dele, de tanto querer falar e não ser ouvido. Nós não rompemos com o Estado, com o RN, com suas necessidades”, disse.
O que sabemos de fato é que os tempos são outros e pelo visto, um série de ações desagradáveis que em nada engradecerão a cena política, estará em curso.  

16 de set. de 2013

Garibaldi tem a preferência dos mossoroenses para o governo
 
 
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Planos entre o os dia 9 e 11deste mês, cujo focofoi saber como anda a preferência do eleitora para o pleito de 2014 e foram entrevistadas 600 pessoas. A margem de erro da pesquisa é de 3% para mais ou para menos e sua confiabilidade é de 95%. 
Na pesquisa estimulada para o Governo do Estado, o Ministro Garibaldi Filho (PMDB) aparece com 31,83% das intenções de votos, seguido pela  governadora Rosalba Ciarlini (DEM), que ficou em segundo, com 22,33% de preferência do eleitorado de Mossoró.
A ex-governadora Wilma de Faria (PSB) foi a terceira com 9,33% seguida, na quarta posição, pelo deputado  Henrique Eduardo Alves (PMDB) com 8,02. Na quinta colocação ficou o vice-governador Robinson Faria (PSD) com 4%. Na última posição ficou o deputado estadual Walter Alves (PMDB) com 2,33% de preferência. “Não respondeu” ou “não soube responder” representou 22,16%.



14 de set. de 2013

Governo Rosalba tem 60% de desaprovação em Mossoró
 

O Instituto Palnus divulgou uma pesquisa hoje visando a corrida eleitoral para 2014 e na terra berço político da atual governadora Rosalba Ciarlini (DEM) sua administração é reprovada por 41% dos mossoroenses.
O quesito "ótimo" foi citado por 6,16% dos entrevistados e 14% dos mossoroenses consideraram o governo "regular" e 14,33% consideram a gestão de Rosalba Ciarlini "péssima".
Para 22,50% dos mossoroense o governo estadual é "bom" e 2% dos entrevistados não responderam o questionamento ou não souberam responder. Diante da pergunta: "No geral, você aprova ou desaprova a gestão da governadora Rosalba Ciarlini?", 60,16% dos entrevistados desaprovaram a gestão municipal enquanto 36,66% aprovam o governo do DEM.

13 de set. de 2013

Erikc Pereira diz o que muda com a reforma política
 


O advogado e professor de direito, com especialização em Direito Constitucional, Erikc Pereira, proferiu uma palestra na sede da Justiça Federal, sobre a Reforma Política e elencou itens que considera importantes por afetar diretamente a vida do cidadão brasileiro. São eles:
1- Fim das coligações – acabaria de vez com a história de que se vota em um, elegendo alguns com as sobras de votos. Muitas vezes os eleitos não teriam votos suficientes para conquistar o mandato.
Erick citou o deputado Tiririca como exemplo.
Em Natal, o advogado não falou, mas a eleição da vereadora Amanda Gurgel levou para a Câmara dois candidatos com potencial baixíssimo de votos, deixando de fora candidatos que tiveram até 5 vezes mais votos.
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2- Cláusula de barreiras. Para Erick, seria um filtro importante.
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O dispositivo foi aprovado pelo Congresso em 1995 para ter validade nas eleições de 2006, mas foi considerado inconstitucional pela unanimidade dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), sob o argumento de que prejudicaria os pequenos partidos
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3- A participação da Receita Federal na prestação de contas das candidaturas, que para o advogado Erick Pereira, ele falou generalizando em termos de Brasil, e não se restringindo ao Rio Grande do Norte,
“Você faz de conta que presta contas, os tribunais eleitorais fazem de conta que julgam e o candidato acha que tem uma certidão eleitoral”.
Segundo Erick, a participação da Receita seria uma forma de “depurar as prestações de contas”.
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4- Voto facultativo. Para Erick, um tema que mexe diretamente com o cidadão, mas que ainda carece de um amadurecimento social muito forte.
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5- Recall político valendo a partir de um ano após a eleição, dando a margem do primeiro ano ao gestor.
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Recall político significa o poder de cassar e revogar o mandato de qualquer representante político, pelo eleitorado; são atingidos os corruptos, e os incompetentes ou inoperantes.
Colhendo-se um número de assinaturas determinado pela Constituição ou pela lei, convoca-se um recall, através do qual o eleitorado decide se um mandatário deve ou não ter o seu mandato anulado.
Henrique diz que Câmara votará fim do foro privilegiado
 
 
O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, afirmou na noite desta quinta-feira, 12, que a questão do fim do foro privilegiado para parlamentares será colocada na pauta de votação até o final deste mês. Esta foi uma das revelações ele que fez durante exposição no simpósio mensal denominado “Quinta Jurídica”, promovido pela escola da Magistratura da Justiça Federal no RN, e que teve por tema “A reforma política”.
Questionado se uma decisão nesse sentido não contribuiria ainda mais para alongar os processos, ele reconheceu que essa crítica à mudança realmente existe. Mas, pior, é a consequência da interpretação dada à atual legislação, apontando o chamado “foto privilegiado” como mais uma benesse assegurada aos políticos. “A proposta é acabar com isso e tratar a todos com igualdade”, assegurou.
Sobre a reforma política propriamente dita, o presidente afirmou que o grupo de trabalho por ele criado, sob a coordenação do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), deverá votar em outubro a sua proposta de reforma política, depois de exaustivo trabalho de consulta à sociedade: “Além de milhares de sugestões apresentadas através da Internet, esse grupo está debruçado sobre propostas encaminhadas pelos mais diferentes segmentos da sociedade civil organizada, entre elas a CNBB e a OAB”.
De acordo com Henrique, o grupo deverá incluir em sua proposta itens como: 1) o fim da reeleição para cargos executivos; 2) coincidência de eleições a partir de 2018; 3) duração dos mandatos eletivos; 4) fidelidade partidária; 5) voto obrigatório; e, dentre outros 6) financiamento público das campanhas. Segundo acrescentou o deputado, o que for aprovado pela Câmara será submetido também ao Senado e, depois, a um referendo popular, a ser realizado por ocasião das eleições de 2014.
Os trabalhos da “Quinta Jurídica” foram conduzidos pelo juiz federal Marco Bruno e, além do presidente da Câmara, também fizeram exposições o advogado e professor da UFRN, Erick Pereira; e o professor José Antônio Spinelli, titular do Departamento de Ciências Sociais da UFRN.
JH

12 de set. de 2013

CEI é eliminada na Câmara Municipal de Mossoró
 
 
Após a manutenção do parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que se posicionava favorável ao recurso contra a CEI, o projeto foi colocado em votação para o plenário. Por 13 votos contra sete, da bancada oposicionista, a instauração da CEI foi rejeitada.
Em meio a um grande tumulto onde as opiniões não se coadunaram um caso de "via de fato" foi registrado nas galerias da Câmara, quando a dirigente da SIMDSERPUM, Marilda Souza foi agredida por um militante defensor da derrubada da CEI.
Segundo informações preliminares, o agressor seria ligado ao vereador Heró (PSL) que teria agredido verbal e fisicamente a sindicalista.
Como forma de protesto, o grupo de vereadores oposicionistas se retiraram do plenário.