27 de mar. de 2011

Rápidas...

Jório

"Eu não tenho divergência pessoal a com prefeita Fafá Rosado, divergimos em alguns pontos no que se refere a questões meramente administrativas. O PDT hoje faz parte da base de sustentação do Poder Executivo, embora minha posição seja diferenciada neste caso, mas se o desejo da maioria do partido seja pela manutenção da aliança com a prefeita e também se houver o desejo do partido em caminhar junto com o grupo da prefeita em 2012, Jório Nogueira estará junto".
Jório nogueira dando o mote da próxima campanha eleitoral.


Inquietação


Alguns prefeitos do Estado, incluindo aliados de campanha de arosalba, não escondem a insatisfação com o corte de muitos convênios com os municípios firmados por governos anteriores. Em release da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN), a lamentação pelo fato de a governadora Rosalba Ciarlini ter ignorado o apelo do presidente da entidade Benes Leocádio para que fosse restabelecimento do diálogo com os municípios.


Aeroporto


O Aeroporto Dix-Sept Rosado continua necessitando de maiores cuidados governamentais. Agora com a administração efetuada pela infraero espera-se que funcione e contribua com o crescimento da cidade, pois não se admite um desnvolvimento urbano/empresarial sem bons serviços aéreos.


Frase de sabedoria

 "Os doutos não se gabam, não se exaltam, não se envaidecem". Cultura Oriental.

26 de mar. de 2011

Marina Silva lidera movimento por troca de comando no PV

Após deixar o PT e concorrer às eleições presidenciais pelo Partido Verde, a ex- senadora Marina Silva lidera um movimento para renovar a direção do PV (PV). Na noite de quinta-feira (23), ela comandou uma reunião em São Paulo na qual alertou que a legenda não pode ter 'donos' e disse que não pretende sair do partido. À tarde ela já havia divulgado carta cobrando a transição de poder na legenda (veja íntegra abaixo).

O encontro do grupo político de Marina foi marcado por discursos duros contra a atual direção do PV e por uma cena inusitada: em meio aos discursos, Fábio Feldmann perdeu o equilíbrio e caiu na piscina da casa onde o evento foi realizado. Ele deixou o local e pouco depois retornou com roupa trocada. "Foi o batismo da democracia", disse Marina.

A reunião no bairro da Vila Madalena foi o primeiro movimento público da ala descontente com os rumos do partido. Na semana passada, a direção nacional do PV aprovou proposição que adia a convenção da legenda até 2012. Contra a decisão, os aliados da ex-senadora formaram o grupo "Transição Democrática", que pede mudanças internas na sigla.

Com a bandeira de quase 20 milhões de votos, Marina reuniu perto de cem lideranças do PV em São Paulo, incluindo oito dos 14 deputados federais, presidentes de diretórios estaduais e candidatos a governador derrotados nas eleições do ano passado.

No movimento autodenominado 'Transição Democrática', todos os discursos apelaram por democracia na legenda, presidida há 12 anos pelo deputado José Luiz Penna (SP), ausente da reunião.

"Que tal fazermos a reforma política, começando pelo nosso próprio partido", discursou Marina, ao dizer que trata-se de "um processo generoso e sem donos", enquanto esclarecia que não quer cargos na direção.

Em artigo divulgado em seu portal também na quinta, a ex-senadora se voltou contra o comando da legenda. "Não creio que o aprofundamento da democracia possa ser feito através da supressão, mesmo que temporária, da pouca democracia ainda existente."

No texto, ela afirma seu desejo "de ficar neste Partido Verde contribuindo para o seu crescimento e qualidade política", apesar das especulações de que todo o grupo trabalha com a ideia de fundar uma nova legenda.

Gabeira eleva o tom
Em tom bem acima do de Marina, Fernando Gabeira, candidato derrotado ao governo do Rio e um dos históricos do partido, afirmou no ato que o PV "não pode ser feudo de ninguém" e disse que a única atividade do comando e "é sentar em cima da bandeira do partido".

Ainda assim, na saída, disse a jornalistas que pretende atuar como ponte entre os dois lados. "Num partido de 25 anos, no primeiro arranca-rabo vamos dizer que vamos embora?", questionou.

Um dos mais incisivos do grupo, o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) acusou a direção de exercer um "clima de truculência e intimidação generalizada".

O grupo tem pressa. Tendo em vista a eleição municipal do ano que vem, pretende realizar uma convenção no máximo em agosto. Para isso, luta contra a aprovação pela direção nacional, neste mês, da prorrogação do mandato de Penna por mais um ano.

O secretário do Verde do município de São Paulo, Eduardo Jorge (PV), já foi citado pelo prefeito Gilberto Kassab como uma das opções de seu novo partido, o PSD, para concorrer à sua sucessão em 2012. O grupo pretende realizar ainda uma campanha de filiação e um recadastramento dos atuais filiados e defende também eleição interna para diretórios estaduais.

Banho involuntário
O ato foi realizado em uma ampla casa na Vila Madalena, região oeste de São Paulo, que possuía uma piscina logo atrás dos sofás e cadeiras onde se acomodaram os verdes. Em meio aos discursos, Fábio Feldmann perdeu o equilíbrio e caiu na água. Ele deixou o local e pouco depois retornou com roupa trocada. "Foi o batismo da democracia", disse Marina.

Íntegra da nota divulgada por Marina

"O tempo do PV

São Paulo, 24 de março de 2011 - Os quase 20 milhões de brasileiros que me deram seus votos na eleição presidencial do ano passado, possivelmente tinham em mente que até poderiam não estar elegendo, naquele momento, a presidente da República, mas, com certeza, estavam elegendo uma expectativa de mudança profunda na política e na adoção do olhar socioambiental como eixo estratégico de organização da sociedade e de estruturação do Estado. Precisamos honrar o credito dessa expectativa, sob o risco de, eu e o PV, nos transformarmos em devedores de credibilidade, sonhos e esperança. Agora é o momento de mostrar com clareza e sinceridade que vamos saldar nossa conta.

Construir no país uma nova força política significa muito e não se pode confundir tal missão com cálculos imediatistas, nem com vaidades, nem com candidaturas. Não podemos ignorar a oportunidade que a sociedade brasileira nos deu de fazer História.

Agora é o momento de confirmar o que nos une, acima de divergências, erros e dificuldades de comunicação. E de traçar, a partir daí, a estratégia partidária que dialogue com a realidade política do país, mas como pólo inovador e não como mais uma usina de atraso. A esperança não pode ser traída pelas tentações do poder ou pela acomodação aos hábitos, aos costumes, às facilidades. Não estamos agora discutindo futuras candidaturas à Presidência da República ou a quaisquer outros cargos. Estamos discutindo de que matéria essas candidaturas serão feitas: da revitalização da essência democrática do espaço público, ou de política convencional, sem conexão com a sociedade, sem alma, sem causas.

Estamos discutindo aquilo que colocamos em perspectiva lá no início da campanha política de 2010, ou seja, a promessa de reestruturar o PV e, a partir de sua democracia interna, sua postura e seu programa, arejar a cultura política brasileira e apresentar propostas de desenvolvimento compatíveis com o que se espera no futuro, no século 21. Hoje, não há outro assunto mais importante do que esse, porque ainda não nos acertamos, nos detalhes, para seguir nessa direção. E se não é esta a direção, estaremos nos desconstituindo enquanto promessa e negando a própria gênese do PV no mundo.

Muitas vezes falei - falamos - da insatisfação da sociedade, da frustração da juventude com a incapacidade do sistema político para promover o bem-comum e para gerar dinâmicas democráticas verdadeiras em todas as esferas do processo de tomada de decisões de caráter público. Falei, falamos, dos avanços sociais, democráticos e econômicos conquistados com o processo de redemocratização do país, principalmente de FHC a Lula, mas também falei e falamos da necessidade de ir adiante na prática política e na concepção e prioridades do desenvolvimento.

O centro vital propositivo de nosso programa moldou-se a partir de três fontes poderosas de significados: a sustentabilidade, a educação e a renovação política. Não podemos abrir mão de nenhuma delas, ou gangrenamos. Em especial, se deixarmos de lado a renovação política dentro do partido, acabou-se a moral para falar de sonhos, de ética, de um mundo mais justo e responsável com o meio ambiente. Podemos até continuar falando, mas soará falso, como voz metálica de robô.

É impossível negar os problemas. É preciso termos mútua tolerância e respeito à nossa diversidade; é imprescindível termos a paciência para o desconstruir/reconstruir responsável e paulatino. Só não podemos deixar de fazer ou abrir mão do que é essencial. E essa é uma decisão coletiva a ser tomada com clareza, à luz do sol, sem nenhuma dúvida. E a clareza se constrói no cotidiano de nossas pequenas ações e intenções, debruçando-nos, dentro do partido, sobre os passos necessários para atingir aquilo que pregamos para fora: a mudança. Não há como recuar de nossa própria reforma política, e há que encará-la com a coragem e o desprendimento que faltam ao sistema como um todo.

Esse novo jeito de fazer política requer enfrentar a crise geral pela qual passam os partidos, que de instrumentos de representação e avanço social cristalizaram-se como máquinas burocráticas, amorfas e voltadas para a conquista do poder pelo poder, muitas vezes não importando os meios, e abandonando a disputa programática pela simples disputa pragmática.
Em contraposição, podemos criar um partido em rede, capaz de dialogar com os núcleos vivos da sociedade para realizar as transformações de uma forma radicalmente democrática. E a disposição do Partido Verde não pode ser menor do que iniciar, nele mesmo, esse movimento de mudança.

Temos que chegar a uma proposta que reflita esse destino histórico escolhido, apregoado e aceito e abraçado por quase 20 milhões de pessoas.

Considero esse projeto que emergiu da campanha eleitoral de 2010 como um legado. Não é uma espécie de espólio a ser dividido entre herdeiros, mas, sim, um conjunto de propostas que podem e devem ser apropriadas pela sociedade e até mesmo por outros partidos e políticos. Meu maior desejo e, creio, de muitos novos e antigos filiados que participaram ativamente dessa campanha, é que o PV discuta profundamente o significado dessa eleição e incorpore novas práticas ao seu longo e rico percurso de construção partidária.

Por isso, parecia natural que o caminho adotado na reunião da Executiva Nacional, em Brasília, fosse o da adoção inconteste do novo jeito de fazer política. Mas essa não foi a tônica. Ao contrário, a decisão da Executiva Nacional de ampliar seu mandato por até um ano e, assim, postergar qualquer mudança endógena imediata, vai na contramão do que foi dito na campanha e do compromisso feito perante o país.

A ampliação do mandato, segundo seus proponentes, é necessária para a realização de seminários, discussões e aprovação de propostas de democratização do partido. Não creio que o aprofundamento da democracia possa ser feito através da supressão, mesmo que temporária, da pouca democracia ainda existente.

No PV, a maiorias das Executivas Estaduais são provisórias, designadas pelo presidente do partido. O mesmo acontece com a totalidade das Executivas Municipais, designadas pelos presidentes estaduais. Praticamente não há convenções municipais e estaduais ou eleições diretas de dirigentes. Esses mecanismos provisórios têm sido vistos como forma de proteger o partido de atitudes oportunistas e da pressão do poder econômico. Agora, eles nos isolam da sociedade, nos fragilizam no que pode nos tornar mais fortes que é a nossa coerência e não nos protegem nem de nós mesmos.

Quero participar das discussões para propor formas mais democráticas de organização partidária, juntamente com todos que estiverem de fato motivados a abrir o partido para a energia revitalizante que vem da sociedade. Lembro que a proposta de adequar o PV a esses novos tempos foi feita pela própria Executiva Nacional, quando do convite feito a mim para ingressar no partido. Ouvi do próprio presidente que a atualização programática e democratização do PV já eram um movimento em curso, uma determinação da própria direção e, acrescento agora, uma imposição da realidade, um desaguadouro natural dos 25 anos de Partido Verde no Brasil.
Por isso, o que está em jogo é se o PV vai fortalecer tudo de positivo que foi construído nesses 25 anos, afastando de vez a zona sombria que ainda envolve o partido. Se beberá da fonte do impulso criativo de milhões de jovens, homens e mulheres que voltam a se apaixonar pela política e se dispõem a colaborar com os verdes. Se vai pegar a trilha civilizatória que se abre no mundo todo, apesar das forças reacionárias de todo tipo que teimam em manter seus status quo à custa de um futuro melhor para a humanidade e para o planeta.

Estou no PV não como plataforma para candidaturas. Estou porque o respeito e vi no partido, pela sua história e pelo que conversamos antes de minha entrada, uma coragem, um arejamento, um frescor juvenil no melhor sentido de ousar mudar, de querer o aparentemente impossível. Reafirmo meu desejo de permanecer neste Partido Verde, contribuindo para o seu crescimento e qualidade política. Estou confiante que a militância verde, seus amigos e simpatizantes, além de todas as pessoas que querem o jeito novo de fazer política, contribuirão para o reencontro do PV consigo mesmo. Tenho plena convicção, como dizia Victor Hugo, de que forte é "a idéia cujo tempo chegou". Não vamos deixar o nosso tempo passar. Ele está aqui, em nossas mãos e em nossos corações.


25 de mar. de 2011

Rápidas...

Confusão a vista

Fim da discussão sobre o Ficha Limpa. Por maioria de votos, o Supremo Tribunal Federal decidiu que a Lei Complementar (LC) 135/2010, a chamada Lei da Ficha Limpa, não deve ser aplicada às eleições realizadas em 2010, por desrespeito ao artigo 16 da Constituição Federal, dispositivo que trata da anterioridade da lei eleitoral.
Com essa decisão, os ministros estão autorizados a decidir individualmente casos sob sua relatoria, aplicando o artigo 16 da Constituição Federal.



Fátima Bezerra sobre as últimas pesquisas


A deputada federal Fátima Bezerra (PT) avaliou que a pesquisa Consult, revalando desaprovação da administração Micarla de Sousa de quase 90%, é um verdadeiro “tsunami”.
“É um verdadeiro tsunami de desaprovação da atual gestão. Ela revela em números, o que já se percebe em todos os recantos da cidade. A impressão que fica é de que a gestão acabou antes do fim ou, no máximo, comporta-se como um doente em estado terminal que busca de maneira desesperada um milagre ou uma tábua de salvação”, disse a parlamentar.
Já em tom de campanha 2012, quando o PT deverá lançar Fernando Mineiro para disputa, Fátima Bezerra afirma que os números “não autorizam que a prefeita venda ilusões para o futuro”.


Repercussão


O nefasto caso "Paulo doido" está causando rebuliços mesmo não circulando mais na internet. Agora surge uma guerra de nervos pois exite gente tendo sua integridade física ameaçada. O vereador Laíre Neto por exdemplo mudou até seus hábitos diários.

24 de mar. de 2011

84,5% dos natalenses desaprovam a gestão de Micarla de Souza

A administração da prefeita de Natal, Micarla de Sousa, é reprovada por 84,5% dos natalenses. É o que revela os números da pesquisa Consult, divulgados nesta quinta-feira (24).

Ao questionar se o natalense “aprova ou desaprova a administração da Prefeita Micarla de Souza, em Natal?”, a pesquisa revelou que apenas 9.25% aprovam a gestão atual, e 6.25% não tem opinião formada.

A prefeita da capital lidera ainda o ranking de rejeição entre os candidatos a prefeito de Natal nas eleições do próximo ano, com 61,5%.

A pesquisa ouviu 800 pessoas, em todas as regiões de Natal, entre os dias 7 e 21 de março deste ano, e objetivou identificar, junto à população eleitora da capital do RN, a expectativa para o ano de 2011, em relação ao ano de 2010, a preferência para Prefeito de Natal, se a eleição fosse hoje, obtendo potencial de votos e rejeição.

Pesquisa para prefeito

O ex-prefeito Carlos Eduardo lidera todas as simulações para Prefeitura de Natal. Essa foi a primeira pesquisa realizada em 2011 para o pleito da capital.

No Twitter, Micarla responde à pesquisa

A prefeita de Natal Micarla de Sousa usou o twitter para comentar a pesquisa da Consult.

A gestora afirmou que “pesquisa é momento” e para tentar expor fatos diferentes dos números citou diversas obras realizadas pela gestão.

“Por pesquisa feita um ano antes, Serra seria o Presidente do Brasil, Rosalba não teria sido senadora e nem Wilma governadora. E é justamente por isso que eu não falo sobre pesquisa. Eu falo sobre trabalho. Em 2011, tenho a parceria da nossa governadora Rosalba e juntas já estamos trabalhando por Natal”, destacou.

Rápidas...

Chiquinho

O que todos que observam a nossa política esperavam começa a se concretizar: o ex-prefeito por cinco mandatos de Rodolfo Ferndes, Chiquinho Germano já se declara candidato a mais mandato eletivo à chefia do executivo daquela cidade.
O partido do ex-prefeito é o DEM, o mesmo da atual prefeita Beranadete Germano que vem a ser sua sobrinha e ex aliada política, tendo sido ela apoiada pelo líder político nas eleições municipais passadas.
Caso esse impasse eleitoral permaneça, chiquinho terá a opção de se ligar ao PMN, liderado aqui no estado pelo vice governador Robson Faria.


Queda

A produção de petróleo em território norte-riograndense registrou um decréscimo. Hoje conta com 70 mil barris/dia, contrariando os 100 mil barris/dia de um passado bem recente.



Federalização da UERN

O projeto da Deputada Federal  Sandra Rosado (PSB) do Rio Grande do Norte foi bem recebido pela comunidade acadêmica daquela isntitiução de ensino superior, neceessitando apenas  de discussões naturais acerca do tema, coisa que já está sendo organizada pela classe discente, haja vista  convocação feita pelo presidente do DCE Petrônio de Andrade aos demais centros acadêmicos da UERN.


Falecimento

Foi sepultado ontem no cemitário São Sebastião o corpo do funcionário público Eunápio Maia, sobrinho do ex-governador do estado Lavoisier Maia Sobrinho.
Eunápio enfrentava problemas de saúde havia alguns  meses e faleceu quarta feira em Natal.

23 de mar. de 2011

Solidariedade


O blog se solidariza integralmente ao vereador Laíre Rosado Neto sua família e deamais pessoas envolvidas em uma sórdida campanha de difamações e calúnias sofridas por mais de dois anos, de forma intensiva, através de um blog intitulado de "Paulo Doido" e que segundo investigações da Polícia Federal era patrocinado por pessoas politica e administrativamente ligadas à administração do município de Mossoró.
Após um rastreamento dso identificadores dos computadores que foram utilizados em tais atos criminosos, chegou-se aos nomes de Pedro Carlos, colunista do Correio da Tarde, Neto Queiroz, que escreve para a Gazeta do Oeste e Ivanaldo Fernades, atual gerente executivo de comunicação social da prefeitura da nossa cidade.
A sessão da câmara municipal de hoje parou para ouvir o discurso do vereador Lairinho Rosado a esse respeito. Munido de provas documentais o veraeador "desengasgou" toda a sua idignação represada por todos esses anos de ataque inimigo e anônimo dos organizadores do tal blog.
O discurso do vereador do PSB foi aparteado por alguns parlamentares que lhe prestaram apoio, como o presidente Francisco José Júnior que lamentou tal acontecimento por parte de alguns membros da imprensa mosoroense, Genivan Vale disse não estranhar tal atitude vinda do jornalista Pedro Carlos por já ter presenciado o mesmo difamar e achincalhar o seu hoje patrão, Walter Fonseca e chamou de covarde tal acontecimento.
Jório Nogueira lamentou o fato ter acontecido com um amigo seu, se referindo à Pedro Carlos e conclamou a bancada do governo municipal com asento na câmara à levantar sua voz em favor do vereador Laire Neto.

22 de mar. de 2011

Gilberto Kassab descarta fusão com PSB e PMDB

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, descartou a possibilidade de que seu novo partido, o PSD, lançado ontem, caminhe para uma fusão com PSB ou PMDB. “Não faremos fusão”, garantiu. “Fomos convidados por duas legendas respeitáveis, o PMDB e o PSB, e definimos nas últimas semanas que o partido caminhará com suas próprias pernas nas eleições municipais do ano que vem, coligado ou com candidatura própria”, afirmou o prefeito, que só ontem se desligou oficialmente das suas funções partidárias do DEM, onde era presidente do diretório regional paulista.
Gilberto Kassab promete manter independência do PSDKassab atribuiu sua decisão de deixar do DEM e criar o PSD à discordância da atuação do partido como oposição e disse que sua aproximação com o governo da presidenta Dilma Rousseff nos últimos meses tornou insustentável sua permanência no DEM. “Essa aproximação existe e essa é a razão para minha saída do DEM”, afirmou. “Me sinto desconfortável num partido que quer votar sempre contra porque é contra. Acima dos partidos existem os interesses do País.”
Líder da nova legenda, Kassab afirmou que pretende criar grupos de discussão nos Estados, entre eles Goiás, Tocantins, Roraima, Minas Gerais e Rio de Janeiro, para a montagem de diretórios regionais. “Aqueles que estão no DEM e em outros partidos estão no direito de se filiar ao PSD”, convidou.
O prefeito disse que, em São Paulo, já convidou três aliados para analisar a possibilidade de concorrer à sua sucessão: o vice-governador Guilherme Afif Domingos, o secretário municipal de Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge, e o ex-secretário estadual de Planejamento Francisco Luna. Segundo Kassab, os três disseram que não têm disposição de se candidatar no ano que vem, mas ele pretende insistir no convite. “Vou trabalhar para que um deles aceite esta missão”, afirmou.
Questionado sobre suas relações com o ex-governador José Serra e com o PSDB paulista, Kassab disse que, mesmo mudando de partido, manterá uma aliança “sólida e firme” com o tucano. “Minhas relações com o José Serra são inquebráveis, onde ele estiver estarei ao seu lado”, destacou.
Kassab lembrou que votou em Serra nas eleições de outubro, mas como Dilma venceu ele agora “torce pelo sucesso” da presidenta. “Estaremos ao lado do governo federal em relação aos projetos que acreditamos serem o melhor para o País e estaremos contra os projetos que não acreditamos serem o melhor para o País”, afirmou.

DEM deflagra retaliação contra dissidentes

O comando nacional do Democratas deflagrou ontem o processo de expurgo dos políticos que anunciaram a disposição de trocar o partido pelo PSD (Partido Social Democrático), liderado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. A primeira medida será destituir a direção do partido em São Paulo, que tem o próprio Kassab como presidente. Como ele ainda não se desfiliou oficialmente do DEM, a ideia é acabar imediatamente com sua participação no diretório de São Paulo e cessar sua influência sobre o diretório local.
Ontem, Kassab enviou para o Democratas apenas um documento por fax onde pede o afastamento da Presidência dos diretórios estadual e municipal de São Paulo. Mas não sacramenta o desligamento legal da legenda. Assim, embora já tenha realizado dois atos públicos de lançamento do PSD, para todos os efeitos, continua filiado.
Kassab hesita em dar esse passo final enquanto o PSD não formaliza sua criação, porque poderia ter seu mandato de prefeito contestado judicialmente por integrantes do Democratas, com base na Lei da Fideldade Partidária.