31 de dez. de 2012

Rosalba é "blindada" em reportagem
 
 
Na reportagem especial de fim de ano veiculada pela tv cabugi/inter tv que é comandada por uma facção da família Alves (Garibaldi e Henrique) poupou a governaadora na retrospectiva do desastroso governo des sua aliada Micarla de Sousa.
No especial foi mostrada abertamente uma fala do vice governador do estado Robinson Faria que naquela ocasião apoiou Micarla mas não mostrou nehuma das muitas entresvista dadas com muito entusiasmo de Rosalba em defesa do nome de Micarla.
Por esse fato fica em suspenso a separação do grupo político do ministro Garibaldi Alves Filho com o da atual governadora Rosalba.

30 de dez. de 2012

Profissionais de Saúde fazem segundo manifesto #Fora Rosalba

 
O Sindicato dos Médicos convocou profissionais da área da Saúde para uma Manifestação pública nesta sexta-feira(28). A manifestação saiu da rua João Pessoa (Cidade Alta), em Natal.
Durante a caminhada os manifestantes realizaram um enterro simbólico da gestão do governo Rosalba.
Esta já é a segunda manifestação somente este ano do #Fora Rosalba
Manifestantes ocupam ruas de Natal "Pela Saúde, Fora Rosalba" (2)




23 de dez. de 2012

Finalmente o Museu Municipal Lauro da Escóssia é devolvido a Mossoró
 
 
Multicolorido e custando quinhentos mil reais foi reinaugurado ontem a noite o Museu Municipal Lauro da Escóssia.
Após quinze anos fechado (ainda na gestão de Rosalba Ciarlini) a prefeita Fafá Rosado, com discurso de quem vai tentar um novo mandato nas próximas eleiçóes, ao lado da família do homenageado reabriu o Museu de Mossoró.
O que não se poderá recuperar é o tempo em que aquele espaço esteve impedido de ser visitado.
 

22 de dez. de 2012

Ex-prefeito do DEM avalia gestão Rosalba: “Não funciona a agricultura, a saúde e a segurança”

 

O ano do partido Democrata pode ser comparado a uma montanha russa: cheio de altos e baixos. Enquanto o partido abriu os cofres para a campanha em Mossoró, fechou a “torneira” em todas as outras cidades potiguares. Conseguiu vencer em cidades importantes do RN, mas em Natal a desaprovação à gestão Rosalba Ciarlini chegou a casa dos 70%. Começou o ano com o apoio do PR do deputado federal João Maia, mas está terminando com o principal aliado, o PMDB, em dúvidas se segue ou não como “situação” em 2013.
Contudo, nenhum fato pode ser tão emblemático para representar o momento incerto ao qual vive o DEM no Rio Grande do Norte – único estado governado por ele no Brasil – que a decisão tomada pelo ex-prefeito de Pedro Avelino, Milson Costa. Insatisfeito com a desatenção dos lideres partidários e os rumos do Governo, Miro, como é conhecido, vai pedir desfiliação do DEM, partido que ajundou a fundar quando ainda era PFL.
Miro, inclusive, se classifica como um fiel filiado ao sistema político liderado pelo senador José Agripino, presidente nacional do DEM. Entretanto, desde que teve início a gestão Rosalba Ciarlini, Miro tem percebido que não está recebendo a atenção que merece por parte das lideranças. A decepção é total com o Governo, tanto no aspecto administrativo, quando político.
“Dois anos se passaram e a governadora não conseguiu implantar as ações básicas para melhorar o Rio Grande do Norte e o bem-estar do seu povo. Não funciona a agricultura, a saúde e a segurança”, afirmou Miro, classificando os corredores dos hospitais estaduais como “uma vergonha”. “Em Parnamirim, por exemplo, o atendimento está pior do que o Walfredo Gurgel (em Natal)”.
O ex-prefeito Miro acredita que no campo político, a situação também não está muito diferente. Classificando a crise política pela qual atravessa o Governo Rosalba como algo “generalizado”, o ex-prefeito acredita que não é acaso que a gestão Democrata enfrenta altos índices de desaprovação nas pesquisas realizadas tanto em Natal, quanto no interior do Estado.
Para Miro, inclusive, neste aspecto político, há também uma insatisfação na Assembleia Legislativa, principalmente, junto à própria bancada e aos parlamentares do partido que, politicamente, não tem mais interesse em defender do Governo.
A situação de insatisfação na Assembleia Legislativa, por sinal, já tinha sido apontada pel’O Jornal de Hoje mediante declarações de deputados do PMDB e, confirmada em seguida, pelo líder da bancada governista na Casa, o deputado estadual Getúlio Rego, do próprio DEM. Segundo ele, a falta de dinheiro e “agenda” do Governo impedia que pleitos levados pelos parlamentares a administração estadual fossem atendidos.
No interior do Estado, a falta de atenção da qual reclama Milson Costa foi bem vivenciada por boa parte dos candidatos a prefeito do DEM. Afinal, enquanto a candidata Cláudia Regina, que venceu as eleições em Mossoró, recebeu mais de R$ 1 milhão do partido, em várias outras cidades, a sigla não doou nada para a campanha eleitoral.
REELEIÇÃO
Baseado nessa avaliação negativa tanto política, quanto administrativa, Milson Costa acredita que Rosalba Ciarlini não terá condições de pleitear a reeleição. A não ser que aconteça uma recuperação surpreendente e, neste momento, totalmente inesperada, o que o ex-prefeito, sinceramente, “não acredita que possa acontecer”.
“Vou deixar o DEM porque estou magoado e decepcionado com a forma como o DEM está sendo conduzido e com a falta de atenção dos dirigentes partidários. Só adianta ser Governo se tiver condições para melhorar o Estado. Do contrário, é melhor ficar na oposição. Só dessa forma o povo não cobra, nem pede nada”, opina Miro Costa.
“Com essa gestão, a governadora Rosalba só não está numa situação de desaprovação igual a prefeita Micarla de Sousa porque não tem tempo para isso. Contudo, se não mudar, ela ficará do mesmo jeito da prefeita (afastada) de Natal”, avalia o antigo democrata.
JH

21 de dez. de 2012


Número de vereadores aumenta e oposição diminue 

 

A Eleição de Mossoró ocorrida em 07 de outubro trouxe um fato merecedor de atenção: quando a composição da câmara contava com 13 vereadores a bancada de oposição era de 04 edis (Jório Nogueira e Francisco José Júnior ambos do PSD, Genivan Vale (PR) e Lairinho Rosado (PSB). Agora que o número de vagas foi acrescido em 8 a bancada oposicionista minguou para 2 vereadores (Lairinho (PSB) e Tomaz Neto (PDT), em virtude de uma conversa com a prefeita eleita Claudia Regina (DEM) com a maioria dos componentes da casa, cujo resultado foi o desmantelamento da candidatura do vereador Alex Moacir (PMDB) a presidência do poder legislativo, migrando para a candidatura de Francisco José Júnior, que hoje conta quase com a unanimidade dos edis.
Essa reunião ainda trouxe como desdobramentos o rompimento do PSD com a oposição indo apoiar a futura administração da prefeita Claudia Regina.

20 de dez. de 2012

Deputados divergem sobre prisão imediata dos condenados
 
 
 
 
Deputados divergem sobre o pedido de prisão imediata dos condenados no processo do mensalão, feito pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ao Supremo Tribunal Federal (STF). O presidente do STF, Joaquim Barbosa, tomará uma decisão a respeito nesta sexta-feira (21). Três deputados foram condenados: João Paulo Cunha (PT-SP), Pedro Henry (PP-MT) e Valdemar Costa Neto (PR-SP); além de José Genoíno (PT-SP), que é suplente e deve assumir o mandato no início de 2013.

O deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP) considera "improvável" que o STF decrete a prisão dos réus antes de ser oficialmente publicado o resultado final do julgamento, o chamado acórdão. Isso porque, até lá, os condenados ainda podem pedir a reconsideração das sentenças.

“Em todo o mundo, a prisão se dá após o trânsito em julgado. A regra tem sido essa, mas nada impede que se modifique esse entendimento. O resultado das decisões do Supremo já é extremamente positivo, independentemente de eles começarem a cumprir a pena agora ou daqui a pouco”, avalia Thame.

Já o 1º vice-líder do DEM, deputado Pauderney Avelino (AM), defende a prisão imediata dos réus: “Uma vez julgados e condenados, não há porque o Supremo não mandá-los para a prisão, atendendo a uma determinação do Ministério Público Federal. Os condenados deverão ser recolhidos à cadeia.”

Para o deputado João Paulo Lima (PT-PE), não há como a prisão ser imediata, pois a fase de recursos ainda pode mudar o resultado final do julgamento: “Há uma certa ansiedade do procurador de punir os réus, mas eles têm residências fixas e são pessoas comprovadamente com uma história política. Então, é necessário preservar todas as instâncias; prisão só em última instância, quando não houver mais possibilidade de recursos.”

Análise
O presidente da Câmara, Marco Maia, não acredita que haja uma ordem de prisão sem o trânsito em julgado do processo. Segundo ele, é preciso esperar a decisão do STF para decidir como a Câmara agirá. “A Constituição determina que um deputado só pode ser preso em duas circunstâncias: em flagrante delito ou depois de condenação transitada em julgado. Numa decisão de prender parlamentares legitimamente eleitos pelo povo, nós vamos precisar analisar se alguma dessas condições se colocou ou está colocada”, pondera.

Marco Maia reafirma que o mandato só pode ser cassado por outros parlamentares, ao contrário da decisão do STF, que determinou a perda imediata dos mandatos dos deputados condenados. Maia informou que a Advocacia-Geral da União avalia se a Câmara deve brigar judicialmente por essa autoridade.

Resultados
O julgamento do mensalão durou mais de quatro meses e foi considerado como um dos mais importantes da história da Justiça brasileira. Os ministros do STF concluíram que houve um esquema de desvio de dinheiro público para a compra de votos de parlamentares em votações de interesse do governo no Legislativo.

Dos 38 réus, 25 foram considerados culpados e 11 vão ter de começar a cumprir as penas em regime fechado, entre eles o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu; o deputado João Paulo Cunha e o publicitário Marcos Valério.

As penas variam de 3 anos e meio a mais de 40 anos de prisão. Sete crimes foram listados, entre eles formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva e gestão fraudulenta.