31 de jul. de 2013

RN: falência iminente
 
 
Durante algum tempo ouvimos a atual governadora do Rio Grande do Norte Rosalba Ciarlini (DEM) se vangloriar por ter pago uma dívida deixada, segundo ela, pela administração passada que girava em torno de 800 milhões de reais, e que foi motivo de todos os males enfrentados por sua gestão durante os dois primeiros meses.
Porém, contraditoriamente, o governo da senhora Rosalba Ciarlini, mesmo atingindo recordes mensais em sua arrecadação financeira, está enfrentado algo nunca ocorrido na nossa história: o risco de falência geral da administração pública.
Ontem após três horas de reunião com o secretariado para avaliação de metas, segundo a comunicação oficial do Governo, Rosalba ouviu de cada um dos secretários relato das metas que se propõem a executar para ajudar na redução do custeio da máquina.
O governo decidiu que fará cortes no TJ com redução de valores no pagamento do duodécimo que vai girar em torno dos R$ 80,7 milhões, o que representa mais de um mês do duodécimo. A Assembleia Legislativa vai perder R$ 27,9 milhões, e o Ministério Público, R$ 25,4 milhões. No Tribunal de Contas, haverá o menor corte: R$ 7,9 milhões.
É a inoperância no Rio Grande do Norte acontecendo!

30 de jul. de 2013

Flávio Rocha de volta?
 
 
O ex-deputado federal pelo então PL Flávio Rocha que a cumula também o cargo de vice presidente do grupo Guararapes que detém as lojas Riachuelo, ao que tudo indica está se preparando para retornar ao cenário político.
Após o cumprimento de seu mandato em 1990 o empresário ensaiou uma candidatura á presidente do Brasil empunhando a bandeira do imposto único para o país, mas não conseguiu viabilizar seu pleito e agora quando todos pensavam que sua passagem pela política era algo depositado nos arquivos históricos, ele reaparece tentando se posicionar novamente.
Agora suas intenções estão voltadas para o Rio Grande do Norte, com as possibilidades de disputar o governo do Estado ou a vaga disponível para o senado em 2014.

28 de jul. de 2013

CNI/Ibope: Aprovação do governo Dilma cai 24 pontos

                                                             
CNI/Ibope: Aprovação do governo Dilma cai 24 pontos

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (25) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com o Ibope, mostra que a aprovação do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) caiu 24 pontos. No levantamento anterior, em junho, 55% dos entrevistados avaliaram o governo positivamente, fatia que caiu para 31%. Além disso, cresceu o número de pessoas que consideram o governo ruim ou péssimo, que passou de 13% das respostas no mês passado para 31% neste mês. Outros 37% consideram a gestão regular. Os dados do levantamento são afetados pelas manifestações que ocorrem em todo o país desde junho. A pesquisa anterior da CNI foi feita antes do começo dos protestos. A avaliação pessoal da líder nacional também piorou. No levantamento anterior, 71% aprovavam o jeito da petista governar, agora o dado caiu para 45%. Os que desaprovavam Dilma eram 25%, mas na nova consulta o número subiu para 49%. Segundo a CNI, a pesquisa foi feita entre 9 e 12 de julho, com 7.686 pessoas com mais de 16 anos de idade, em 434 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos porcentuais.
Wilma não descarta candidatura ao governo em 2014
 
 
A cada episódio envolvendo as ações da atual governadora do nosso Estado Rosalba Ciarlini (DEM), seja o risco do não pagamento em dia do funcionalismo público, ou obras paralisadas sem seu término, o futuro político vai se delineando.
A ex-governadora Wilma Maria de Faria, vice-prefeita de Natal e presidente estadual do PSB, já admite a possibilidade de disputar mais uma vez a chefia do executivo potiguar:  “Não estou preocupada com candidatura agora, e estou fazendo o que sempre fiz, visitando as pessoas e dialogando sobre os problemas do nosso Estado”, disse.

27 de jul. de 2013

Garibaldi admite possibilidade de candidatura do PMDB em 2014.

Se mostrando absolutamente chateado com o veto promovido pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM) a um projeto lançado na assembleia legislativa por seu filho deputado estadual Valter Alves (PMDB), que tratava de isenção a carros convertidos a gás natural, o ministro da previdência social Garibaldi Alves Filho, reclamou e aproveitou o momento para reforçar sua insatisfação com a administração da atual governadora Rosalba Ciarlini.
“Achei que o governo poderia ter analisado melhor os prós e contras do projeto. Mas, segundo Walter, e aí tenho que me inclinar à razão do autor do projeto, que estudou profundamente, e acredito que não foi levado em conta esse interesse, esse estudo e aprofundamento que o autor do projeto dispensou ao seu projeto”, disse.
Em relação ás eleições estaduais para o governo, Garibaldi pela primeira vez não descartou uma possível candidatura de um membro de seu partido, o PMDB, mesmo se isentando de tal tarefa: . “A decisão vai caber ao partido. Eu resolvi não adiantar, não quero criar expectativa em relação a isso. Na análise do partido, quando o partido examinar a questão, eu vou me pronunciar. Agora não quero adiantar nada. Vou deixar a cargo do partido, do deputado Henrique, que continua apelando para que não se faça de imediato. Vamos continuar a ouvir o apelo dele, como presidente do partido. Não podemos  descartar de maneira nenhuma a possibilidade de termos candidato próprio. Mas vai ser examinado. Porque não é o PMDB o primeiro nem o último partido, mesmo levando em conta a conjuntura que se debruça, mas acho que todo partido não descarta a possibilidade de ter candidato próprio.

26 de jul. de 2013

"Rosalba vai colocar a culpa em quem"? Questiona Mineiro


Durante quase toda a administração da atual governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM), o que não funcionou no Estado foi atribuído á gestão da ex-governadora Wilma Maria de Faria (PSB).
O deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Fernando Mineiro, perguntou se Rosalba ainda vai continuar atribuindo o que ele considera "caos administrativo" aos governos passado de Wilma e Iberê, ambos pertencentes ao PSB.
"Rosalba sequer tem em quem colocar a culpa, já que ela está com dois terços do mandato transcorridos, vai colocar culpa em quem?”, desabafou o deputado. 
Wilma diz que Rosalba "quebrou o Estado"
 
 
A ex-governadora e atual vice-prefeita de Natal Wilma Maria de Faria afirmou á imprensa da capital que sua gestão deixou dinheiro em caixa e projetos prontos, contrariando o que o atual governo propagou durante todo o primeiro biênio: “Deixamos, sim, dinheiro em caixa para solucionar vários problemas nas áreas essenciais e a população agora está comprovando que está faltando competência administrativa para a concretização dos investimentos em várias áreas essenciais. Afinal, as devoluções aos cofres federais também atingem a saúde, educação, turismo, mobilidade urbana”, declarou a ex-governadora Wilma, referindo-se a uma devolução em torno de um milhão de reais feita por pela administração Rosalba (DEM) ao governo federal, por falta de projetos que justificassem o repasse financeiro.
“Eu lamento muito mais porque não perdemos apenas ‘dinheiro’, mas delegacias, presídios, hospitais, escolas. Somando-se estas perdas à falta de efetivo e aparelhamento, as consequências são revoltantes: aumento da criminalidade, queda nos números da educação, perda de turistas e, infelizmente, mortes”, afirmou Wilma.
 Em relação á ameaça de atraso no pagamento do funcionalismo estadual, corte de parte do duodécimo do Tribunal de Justiça, do Ministério Público, da Assembleia Legislativa e do Tribunal de Contas do Estado e, paralelamente ter, Rosalba, pedido aos secretários que cortassem até 20% dos gastos em cada pasta de seu governo, a presidente estadual do PSB disse: “Se isso está acontecendo é porque este governo que está administrando quebrou o Estado, e avalio que a falta de gestão está levando Rosalba ao topo da rejeição, enquanto isso, a população, e especialmente os servidores, perdem a esperança na atual administração.Vejo isso com muita temeridade, porque estamos vendo que a falta de gestão está levando este governo ao topo da rejeição”.