18 de mai. de 2011

E a opção de Rosalba?


Agnelo Alves

Extinto o DEM, como é previsível sem nenhum São Tomé para, sequer, duvidar, para qual partido irá a governadora Rosalba Ciarlini? Para o PMDB? Para o PSD? Para qual partido? Um partido alternativo, entre os menos votados? Qual a análise que fará, fundamentalmente, para assumir uma nova legenda partidária? O cenário político de Mossoró, sua origem política? O cenário político do Rio Grande do Norte com a liderança política que a sua condição de governadora lhe confere? O cenário nacional que vislumbra ainda distante?

Os leitores poderão estar supondo que esqueci o PT, talvez a principal legenda partidária, hoje, no cenário nacional. Esqueci não. Não teria, sequer, esse direito ao esquecimento. É que para ingressar no PT, a governadora teria que contrariar toda a sua saga política. E o PT, para recebê-la, também teria que dizer: “Esqueçam o meu passado”... Ora, ora, ora, em política tudo é possível? É verdade, mas nem tanto.

A governadora acompanha o senador José Agripino para um partido de oposição, no caso o mais plausível seria o PSDB? Ou iria para uma legenda alternativa que a deixaria próxima ao governo da presidente Dilma Rousseff? Outra opção plausível seria ir para uma legenda em que seu poder de influência seria maior no plano federal e sob o seu controle absoluto no plano local. Nesse sentido, entraria em um acordo de liderança com o vice-governador Robinson Faria que lidera o PSD? Ou Henrique e Garibaldi que lideram o PMDB/RN?

Como se vê, não é fácil uma decisão partidária para a governadora Rosalba Ciarlini, antes de 2012. Sua condição de liderança política com a responsabilidade de governadora a faz estabelecer um grupo que vai da consultoria ao desenvolvimento de condições para a governabilidade do Rio Grande do Norte perante o auditório local e no âmbito do elefante ao plano nacional. A governadora deixará a sua opção partidária pós-DEM para 2014?

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