Deu na Tribuna do Norte. A possibilidade das eleições para o governo do Rio Grande do Norte ser decidida já no primeiro turno, mas por um percentual mínimo de votos (0,01%), e o alto índice de eleitores que ainda admitem mudar o voto são as duas novas referências que a pesquisa TRIBUNA DO NORTE/Certus agrega, neste momento, às analises sobre a campanha eleitoral no Estado.A senadora Rosalba Ciarlini (DEM) mantém a liderança das intenções de voto entre os potiguares, com 44,86%; o governador Iberê Ferreira de Sousa (PSB) está em segundo, com 20,57%; o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT) tem 16,57% e os demais candidatos somam 1,71%.A Certus aplicou, no mesmo período, duas pesquisas distintas: uma com abrangência estadual e outra na capital potiguar (veja o quadro Dados Técnicos e texto complementar, nesta edição). A indefinição quanto à vitória de um dos candidatos, se no primeiro ou no segundo turno, só existe nas projeções que podem ser feitas a partir da margem de erros de 3% para mais ou para menos, analisadas pela Certus. No total de votos válidos, todos os demais candidatos somam 38,85% das intenções de votos contra 44,86% obtidos pela senadora Rosalba Ciarlini.Levando-se em conta a margem de erro, os demais candidatos podem somar para mais até 41,85% e Rosalba recuar para 41,86% das intenções de votos, ultrapassando por bem pouco (0,01%) o percentual de 50% dos votos válidos.“Os números ainda não configuram a confirmação de que haverá segundo turno nem nos autorizam a garantir que a eleição será decidida no primeiro”, analisa o diretor do instituto Certus, Mardone França. Para ele, “há uma incerteza” quanto ao resultado da votação do próximo dia 3 de outubro, demonstrada nos dados levantados pela pesquisa.“Certamente as próximas pesquisas da série nos darão um cenário melhor. A partir da segunda já teremos uma luz a respeito das tendências”, acredita Mardone França. A outra possibilidade, sempre levando em conta a margem de erro de 3%, é dos demais candidatos somarem apenas 35,85% e a senadora do DEM chegar a 47,86%. Neste caso, a vitória da senadora também se dará no primeiro turno, mas com uma vantagem de quase 12% dos votos. Ainda a respeito dos números, Mardone França considerou normal o índice “relativamente baixo” de indecisos (8,79%), mas lembrou que isso torna difícil uma mudança drástica do cenário, a não ser que surjam “fatos novos”.“Os três principais candidatos são muito conhecidos de todos os eleitores”, lembra Mardone. Espontânea e mudançasOs números da pesquisa espontânea (na qual os nomes dos candidatos não são apresentados ao eleitor), com abrangência estadual, mostram Rosalba Ciarlini com 25,09%, e Iberê Ferreira com 12,72%. 3.67% dos entrevistados citaram outros nomes, 7,29% nenhum, 46,10% não sabem e 0,43% não respondeu. Outra informação que chama a atenção é o percentual de eleitores que admitem a mudar de voto até o dia da eleição: 42,78%.“Faltando menos de dois meses para a votação, esse é um percentual alto e também um dado interessante para os candidatos que pretendem ganhar os votos desses eleitores claudicantes. Esse percentual aumenta ainda mais a importância da propaganda de rádio e televisão e da apresentação de propostas no horário gratuito”, alerta Mardone. A pesquisa TN/Certus registrou, ainda, 7,21% de entrevistados que afirmaram não votar em nenhum dos candidatos e 0,29% que preferiram não responder a pergunta sobre em que candidato votará para governador.
10 de ago. de 2010
A pesquisa de hoje na Tribuna do Norte
Deu na Tribuna do Norte. A possibilidade das eleições para o governo do Rio Grande do Norte ser decidida já no primeiro turno, mas por um percentual mínimo de votos (0,01%), e o alto índice de eleitores que ainda admitem mudar o voto são as duas novas referências que a pesquisa TRIBUNA DO NORTE/Certus agrega, neste momento, às analises sobre a campanha eleitoral no Estado.A senadora Rosalba Ciarlini (DEM) mantém a liderança das intenções de voto entre os potiguares, com 44,86%; o governador Iberê Ferreira de Sousa (PSB) está em segundo, com 20,57%; o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT) tem 16,57% e os demais candidatos somam 1,71%.A Certus aplicou, no mesmo período, duas pesquisas distintas: uma com abrangência estadual e outra na capital potiguar (veja o quadro Dados Técnicos e texto complementar, nesta edição). A indefinição quanto à vitória de um dos candidatos, se no primeiro ou no segundo turno, só existe nas projeções que podem ser feitas a partir da margem de erros de 3% para mais ou para menos, analisadas pela Certus. No total de votos válidos, todos os demais candidatos somam 38,85% das intenções de votos contra 44,86% obtidos pela senadora Rosalba Ciarlini.Levando-se em conta a margem de erro, os demais candidatos podem somar para mais até 41,85% e Rosalba recuar para 41,86% das intenções de votos, ultrapassando por bem pouco (0,01%) o percentual de 50% dos votos válidos.“Os números ainda não configuram a confirmação de que haverá segundo turno nem nos autorizam a garantir que a eleição será decidida no primeiro”, analisa o diretor do instituto Certus, Mardone França. Para ele, “há uma incerteza” quanto ao resultado da votação do próximo dia 3 de outubro, demonstrada nos dados levantados pela pesquisa.“Certamente as próximas pesquisas da série nos darão um cenário melhor. A partir da segunda já teremos uma luz a respeito das tendências”, acredita Mardone França. A outra possibilidade, sempre levando em conta a margem de erro de 3%, é dos demais candidatos somarem apenas 35,85% e a senadora do DEM chegar a 47,86%. Neste caso, a vitória da senadora também se dará no primeiro turno, mas com uma vantagem de quase 12% dos votos. Ainda a respeito dos números, Mardone França considerou normal o índice “relativamente baixo” de indecisos (8,79%), mas lembrou que isso torna difícil uma mudança drástica do cenário, a não ser que surjam “fatos novos”.“Os três principais candidatos são muito conhecidos de todos os eleitores”, lembra Mardone. Espontânea e mudançasOs números da pesquisa espontânea (na qual os nomes dos candidatos não são apresentados ao eleitor), com abrangência estadual, mostram Rosalba Ciarlini com 25,09%, e Iberê Ferreira com 12,72%. 3.67% dos entrevistados citaram outros nomes, 7,29% nenhum, 46,10% não sabem e 0,43% não respondeu. Outra informação que chama a atenção é o percentual de eleitores que admitem a mudar de voto até o dia da eleição: 42,78%.“Faltando menos de dois meses para a votação, esse é um percentual alto e também um dado interessante para os candidatos que pretendem ganhar os votos desses eleitores claudicantes. Esse percentual aumenta ainda mais a importância da propaganda de rádio e televisão e da apresentação de propostas no horário gratuito”, alerta Mardone. A pesquisa TN/Certus registrou, ainda, 7,21% de entrevistados que afirmaram não votar em nenhum dos candidatos e 0,29% que preferiram não responder a pergunta sobre em que candidato votará para governador.
Os números para Deputado Federal e Estadual
START/CORREIO DA TARDE
Na pesquisa feita em Mossoró e adjacências, deputados da região levam a melhor
O Instituto Start, contratado pelo jornal Correio da Tarde também ouviu os 1.051 entrevistados de Mossoró e 13 cidades vizinhas sobre intenção de votos para deputado federal e deputado estadual.
Na frente, claro, os federais e estaduais da região, como Sandra Rosado e Betinho Rosado para federal, Larissa Rosado, Flaviano Monteiro (de Apodi) e Leonardo Nogueira para estadual.
Eis os números da pesquisa espontânea, onde o entrevistado dizia o nome de sua preferência, sem ser lembrado pelo entrevistador:
Para deputado federal
Sandra Rosado - 65 CITAÇÕES Betinho Rosado - 51 Fábio Faria - 36 Henrique Alves - 34 Fátima Bezerra - 26 João Maia - 23 Felipe Maia - 17 Dr. Leonardo - 14 Larissa Rosado - 6 Getúlio Rego - 5 Divanilton - 3 Tião da Lanchonete - 3 Adenúbio Melo - 2 Lauro Maia - 2 Wober Jr.- 2 Paulo Wagner - 2 Antônio Jácome - 2 Márcia Maia - 1 Carlos Eduardo - 1 Robinson Faria - 1 Gilson Moura - 1 Joalbi - 1 Francisco José - 1 Valdemar - 1 Nelter Queiroz - 1 Rogério Marinho - 1 Rosy de Sousa - 1 Gustavo Carvalho - 1 Ezequiel - 1 Geraldão do PT - 1 Fabiano - 1 Nenhum/ Branco/Nulo - 164 NS/NR - 580 Para deputado estadual
Larissa Rosado - 70 CITAÇÕES Flaviano - 42 Dr. Leonardo - 40 George - 35 Getúlio Rego - 31 Lauro Maia - 14 Chico da Prefeitura - 13 Walter Alves - 12 Zé Júlio - 9 Francisco José - 9 George Soares 7 Betinho Rosado - 7 Sandra Rosado - 7 Gustavo Carvalho - 6 Márcia Maia - 6 Antônio Jácome - 5 Nelter Queiroz - 4 José Dias - 4 Mineiro - 4 Gustavo Fernandes - 4 Gilson Moura - 4 Pio X - 3 Sargento Regina - 3 Toinho do Frutilândia - 3 Paulo Wagner - 3 Genivan Vale - 3 Renato César - 2 Jocsã - 2 George Câmara - 2 Ney Lopes Jr. - 1 Chagas - 1 Glauco - 1 José Agripino - 1 Kelps - 1 Hugo Manso - 1 Georgenis - 1 Luís Carlos - 1 Gilvan Carlos - 1 Adenúbio Melo - 1 Cláudio Porpino - 1 Vivaldo Costa - 1 Zé Lins - 1 Gesane Marinho - 1 Wober Jr. - 1 José Adécio - 1 Abraão Lincoln - 1 Pelé - 1
9 de ago. de 2010
Pesquisa na Região Oeste para o governo do estado e senado
Pesquisa Correio da Tarde / Mossoró e Região Oeste
Para o Governo do Estado
Pesquisa Estimulada:
Rosalba Ciarlini: 66.7%Iberê Ferreira: 13.8% Carlos Eduardo: 3.3%
Pesquisa Espontânea: Rosalba Ciarlini: 54.1%Iberê Ferreira: 11.2%Carlos Eduardo: 2.8%
Para o Senado da República
Pesquisa Estimulada: Garibaldi Filho: 47.9%José Agripino: 42.3%Wilma Faria: 29%
Pesquisa Espontânea: Garibaldi Filho: 32.%José Agripino: 27.7%Wilma de Faria: 20.2%
Esquentando a disputa no RN
Arrumação. Essa foi a palavra de ordem para as coordenações dos três candidatos ao governo do estado mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto - Iberê Ferreira de Souza (PSB), Rosalba Ciarlini (DEM) e Carlos Eduardo Alves (PDT) -, no primeiro mês de campanha, com a liberação das movimentações de rua no dia 6 de julho. Com três nomes de expressão política no Estado e faltando menos de 60 dias para as eleições do dia 3 de outubro, a determinação nos próximos dias é conquistar apoios e votos para a consolidação das candidaturas e busca da vitória.
Uma coisa é certa: enquanto a legislação eleitoral permitir os candidatos vão expor suas propostas e ideias. O eleitor vai ser bombardeado com uma enxurrada de propostas em caminhadas, comícios relâmpagos, cartazes, internet e, principalmente, no guia eleitoral no rádio e na TV. Portanto, a intensificação da campanha é fato concreto nos próximos dias em todas as coordenações dos candidatos ao governo do estado até 30 desetembro, data limite para propaganda segundo a legislação eleitoral.Expectativa quanto à propaganda no rádio e na TVO coordenador geral da campanha do governador Iberê Ferreira de Souza (PSB) e candidato a primeiro suplente na chapa ao lado da ex-governadora Wilma de Faria (PSB), Luiz Cláudio Macêdo, disse não considerar que a campanha já esteja nas ruas há um mês porque os primeiros dias, segundo ele, foram de arrumação das estratégias e estrutura.Chope, como é mais conhecido, avaliou o primeiro momento da campanha como tranqüilo, porém acredita que o clima vai esquentar no segundo mês do processo eleitoral. "A tendência de qualquer processo é que o clima só esquente com o decorrer do tempo. E isso é ainda mais sentido em uma campanha como essa que é extremamente difícil em relação à legislação eleitoral", disse.
A expectativa para o segundo mês da propaganda eleitoral, segundo Chope, é melhor porque a campanha começa realmente com as inserções no rádio e na televisão, além de os candidatos apresentarem suas propostas. "É nessa fase que podemos ver quem tem os melhores projetos e transparência nas ideias para conquistar o eleitor", analisa o coordenador.Meta é chegar a todas as regiões do EstadoPara o coordenador geral da campanha do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) ao governo do estado, Jony Costa, o primeiro mês de campanha foi uma fase basicamente de instalação da estrutura. "Por não ter uma grande estrutura como os demais candidatos, tivemos que nos dedicar no início a essa arrumação", disse.Mesmo considerando que a campanha começou realmente há alguns dias apenas, Jony configura o processo eleitoral como tranqüilo e positivo. "Estamos tendo uma repercussão muito boa, especialmente devido ao apelo popular. Nossa expectativa é que essa campanha seja calma até o fim", afirma Jony.Para o segundo mês da campanha, o coordenador espera atingir 100% do Rio Grande do Norte já que no primeiro mês não foi possível. "Nosso objetivo é chegar a todas as regiões do estado, por isso vamos intensificar nossa capacidade operacional para chegarmos a todas as regiões do Estado", garante.
Priorizar eventos populares, como os debates
Manoel Pereira, coordenador administrativo da coligação A Força da União encabeçada pela senadora Rosalba Ciarlini, comparou os primeiros 30 dias da campanha com o início de uma Copa do Mundo. "O nosso time foi apresentado e os jogadores postos em campo com a realização das convenções. A partir daí o jogo foi começando aos poucos com o time tomando todo o campo de uma forma positiva", declarou.Ele considerou essa primeira etapa positiva para a campanha porque os candidatos conseguiram visitar todas as regiões do Estado, sendo bem recebidos. A expectativa de Manoel é que os candidatos da coligação possam, na segunda fase da campanha, visitar novamente todas as regiões do Rio Grande do Norte.A próxima fase, na visão do coordenador, se configura como de extrema importância para a coligação já que terá início o horário eleitoral gratuito no rádio e TV, além de eventos de grande repercussão popular como os debates, à exemplo do que será promovido pela Band/Diário deNatal.
Fonte: DN Online.
8 de ago. de 2010
Serra? Isola, pé de pato...

Não é apenas a governadorável Rosalba Ciarlini quem foge do presidenciável José Serra como o diabo foge da cruz.
Por medo da popularidade de Lula, candidatos do PSDB e do DEM excluem Serra de suas campanhas e decidem unir-se a nomes apoiados pelo presidente. Políticos do PSDB e do DEM evitam ligar suas imagens à de Serra.
A ascensão de Dilma Rousseff nas pesquisas de intenção de voto não é a única fonte de dor de cabeça para o candidato do PSDB à Presidência, José Serra. Passado mais de um mês do início da campanha oficial, Serra encontra dificuldades para mobilizar os próprios tucanos nas regiões Norte, Nordeste e até Sudeste do País. Em alguns Estados, a traição é explícita, a ponto de os candidatos do partido nem sequer utilizarem a imagem de Serra nos materiais de campanha. Para piorar, a arrecadação, até agora, ficou aquém das expectativas, o que mostra que o empresariado também anda ressabiado com o desempenho do candidato do PSDB. O montante – R$ 3,6 milhões – equivale a um terço do total arrecadado por Dilma. Um dos casos mais emblemáticos de deserção ocorre no Amazonas. Em dificuldade para se reeleger, o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, um dos mais ferrenhos opositores do governo no Congresso, se aliou, informalmente, ao candidato a governador Alfredo Nascimento (PR). Ex-ministro dos Transportes do governo Lula, Nascimento apoia Dilma ao Planalto. De acordo com aliados de Virgílio no Estado, o senador tucano, candidato à reeleição, só conseguiu alcançar a segunda colocação nas pesquisas depois da conveniente aliança com Nascimento. “É difícil ir contra Lula e Dilma aqui”, admite um dos integrantes do diretório do PSDB no Amazonas. No Estado, a aprovação do governo Lula é a maior do País: chega a 91%. Outra região em que o presidente é muito bem avaliado, o Nordeste foi o principal destino de José Serra nas últimas semanas, mas a estratégia não tem surtido efeito. Em comparação à pesquisa anterior do Ibope, a diferença pró-Dilma cresceu de 18 para 24 pontos percentuais no eleitorado nordestino. A estratosférica popularidade de Lula na região faz com que aliados do tucano o escondam de santinhos e cartazes de campanha. Candidato ao governo do Ceará, Marcos Cals (PSDB-CE), até a última semana, não tinha colocado a imagem de Serra no seu material de divulgação. Ele preferiu aparecer ao lado do candidato à reeleição ao Senado Tasso Jereissati, seu padrinho político. Em Pernambuco, 15 dos 17 prefeitos do partido apoiam a reeleição do governador Eduardo Campos (PSB), candidato de Lula e Dilma no Estado. Apenas Elias Gomes, de Jaboatão dos Guararapes, e Padre Marcos, do município de Ibimirim, ainda não declararam publicamente apoio à reeleição do socialista. Enquanto isso, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), candidato de Serra no Estado, vê sua candidatura minguar. Um dos expoentes do apoio tucano a Campos é o ex-prefeito de Gravatá, Joaquim Neto. “Não dá para colocar na conta do PSDB as dificuldades que a campanha da oposição enfrenta em Pernambuco e em todo o Nordeste”, admite o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra. O tucano disse ainda que o seu partido é “democrático, não tem dono nem coronel” e, por isso, não fará nada aos prefeitos considerados infiéis. No Rio Grande do Norte, a traição da senadora Rosalba Ciarlini (DEM), que lidera a disputa ao governo do Estado, também não será castigada. Rosalba, aliada de José Agripino Maia, líder do DEM no Senado, foi aconselhada por marqueteiros a omitir Serra da campanha. Não por acaso. Segundo as últimas pesquisas presidenciais no Estado, Dilma tem 52% das intenções de voto dos potiguares. O candidato do PSDB, José Serra, aparece com 31%. Diante desse quadro desfavorável, Serra promete intensificar a ida ao Rio Grande do Norte. “O nosso Estado promete ser o trampolim da nossa campanha na região Nordeste”, diz o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). O staff de Serra está mais preocupado, porém, com o crescimento do fenômeno Dilmasia – movimento que apoia Dilma para presidente e o tucano Antonio Anastasia para governador – em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do País. No Estado, Dilma contabiliza 44% das intenções de voto, contra 32% de Serra. A ascensão da petista em Minas é responsável pelo crescimento das intenções de voto da candidata na região Sudeste. Para os próximos dias, está previsto um evento do movimento Dilmasia reunindo até 500 prefeitos mineiros. Um dos líderes é o prefeito de Salinas, José Prates, do PTB, partido que está coligado ao PSDB no plano nacional. Também faz parte do grupo o prefeito de Itamonte, conhecido como Marquinhos, do PSDB. “Já contamos com 350 prefeitos confirmados, mas calculo que pelo menos 500 apoiam essa dobradinha. Nós defendemos a continuidade dos programas federais e estaduais nas nossas cidades”, afirma José Prates. Nova versão do Lulécio – o voto em Lula para presidente e em Aécio para governador, que marcou as eleições de 2006 no Estado –, o apoio a Anastasia e Dilma tem ganhado força, nos últimos dias, nas regiões pobres do norte mineiro e vales do Jequitinhonha e do Mucuri, que reúnem um total de 157 municípios e cerca de três milhões de habitantes. Para azar de Serra.
Fonte: Revista Isto É.
Por medo da popularidade de Lula, candidatos do PSDB e do DEM excluem Serra de suas campanhas e decidem unir-se a nomes apoiados pelo presidente. Políticos do PSDB e do DEM evitam ligar suas imagens à de Serra.
A ascensão de Dilma Rousseff nas pesquisas de intenção de voto não é a única fonte de dor de cabeça para o candidato do PSDB à Presidência, José Serra. Passado mais de um mês do início da campanha oficial, Serra encontra dificuldades para mobilizar os próprios tucanos nas regiões Norte, Nordeste e até Sudeste do País. Em alguns Estados, a traição é explícita, a ponto de os candidatos do partido nem sequer utilizarem a imagem de Serra nos materiais de campanha. Para piorar, a arrecadação, até agora, ficou aquém das expectativas, o que mostra que o empresariado também anda ressabiado com o desempenho do candidato do PSDB. O montante – R$ 3,6 milhões – equivale a um terço do total arrecadado por Dilma. Um dos casos mais emblemáticos de deserção ocorre no Amazonas. Em dificuldade para se reeleger, o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, um dos mais ferrenhos opositores do governo no Congresso, se aliou, informalmente, ao candidato a governador Alfredo Nascimento (PR). Ex-ministro dos Transportes do governo Lula, Nascimento apoia Dilma ao Planalto. De acordo com aliados de Virgílio no Estado, o senador tucano, candidato à reeleição, só conseguiu alcançar a segunda colocação nas pesquisas depois da conveniente aliança com Nascimento. “É difícil ir contra Lula e Dilma aqui”, admite um dos integrantes do diretório do PSDB no Amazonas. No Estado, a aprovação do governo Lula é a maior do País: chega a 91%. Outra região em que o presidente é muito bem avaliado, o Nordeste foi o principal destino de José Serra nas últimas semanas, mas a estratégia não tem surtido efeito. Em comparação à pesquisa anterior do Ibope, a diferença pró-Dilma cresceu de 18 para 24 pontos percentuais no eleitorado nordestino. A estratosférica popularidade de Lula na região faz com que aliados do tucano o escondam de santinhos e cartazes de campanha. Candidato ao governo do Ceará, Marcos Cals (PSDB-CE), até a última semana, não tinha colocado a imagem de Serra no seu material de divulgação. Ele preferiu aparecer ao lado do candidato à reeleição ao Senado Tasso Jereissati, seu padrinho político. Em Pernambuco, 15 dos 17 prefeitos do partido apoiam a reeleição do governador Eduardo Campos (PSB), candidato de Lula e Dilma no Estado. Apenas Elias Gomes, de Jaboatão dos Guararapes, e Padre Marcos, do município de Ibimirim, ainda não declararam publicamente apoio à reeleição do socialista. Enquanto isso, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), candidato de Serra no Estado, vê sua candidatura minguar. Um dos expoentes do apoio tucano a Campos é o ex-prefeito de Gravatá, Joaquim Neto. “Não dá para colocar na conta do PSDB as dificuldades que a campanha da oposição enfrenta em Pernambuco e em todo o Nordeste”, admite o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra. O tucano disse ainda que o seu partido é “democrático, não tem dono nem coronel” e, por isso, não fará nada aos prefeitos considerados infiéis. No Rio Grande do Norte, a traição da senadora Rosalba Ciarlini (DEM), que lidera a disputa ao governo do Estado, também não será castigada. Rosalba, aliada de José Agripino Maia, líder do DEM no Senado, foi aconselhada por marqueteiros a omitir Serra da campanha. Não por acaso. Segundo as últimas pesquisas presidenciais no Estado, Dilma tem 52% das intenções de voto dos potiguares. O candidato do PSDB, José Serra, aparece com 31%. Diante desse quadro desfavorável, Serra promete intensificar a ida ao Rio Grande do Norte. “O nosso Estado promete ser o trampolim da nossa campanha na região Nordeste”, diz o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). O staff de Serra está mais preocupado, porém, com o crescimento do fenômeno Dilmasia – movimento que apoia Dilma para presidente e o tucano Antonio Anastasia para governador – em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do País. No Estado, Dilma contabiliza 44% das intenções de voto, contra 32% de Serra. A ascensão da petista em Minas é responsável pelo crescimento das intenções de voto da candidata na região Sudeste. Para os próximos dias, está previsto um evento do movimento Dilmasia reunindo até 500 prefeitos mineiros. Um dos líderes é o prefeito de Salinas, José Prates, do PTB, partido que está coligado ao PSDB no plano nacional. Também faz parte do grupo o prefeito de Itamonte, conhecido como Marquinhos, do PSDB. “Já contamos com 350 prefeitos confirmados, mas calculo que pelo menos 500 apoiam essa dobradinha. Nós defendemos a continuidade dos programas federais e estaduais nas nossas cidades”, afirma José Prates. Nova versão do Lulécio – o voto em Lula para presidente e em Aécio para governador, que marcou as eleições de 2006 no Estado –, o apoio a Anastasia e Dilma tem ganhado força, nos últimos dias, nas regiões pobres do norte mineiro e vales do Jequitinhonha e do Mucuri, que reúnem um total de 157 municípios e cerca de três milhões de habitantes. Para azar de Serra.
Fonte: Revista Isto É.
Múltiplas comemorações na festa de Santa Clara 2010

A edição da Festa de Santa Clara idealizada e realizada no Mosteiro da Santa e na Funsern no período de 02 a 11/08, também constarão os festejos pelos 10 anos da fundação do santuário de Santa Clara, pelos 22 anos da Rádio FM 105, pelos 80 anos do Reitor do Santuário, Pe. Sátiro Cavalcante Dantas e pelo encerramento do Ano Sacerdotal.
Crispiniano Neto

Quem apareceu e opinou na imprensa mossoroense sobre a atual campanha eleitoral foi o professor/poeta/jornalista Crispiniano Neto. Com o seu estilo "arrasa quarteirão" afirmou que Rosalba tenta esconder da populção o seu candidato á presidência da república, o ex-governador de São Paulo José Serra e que isso vai ficar claro quando começar a propaganda eleitoral no rádio e na televisão. "Vamos pregar José Serra no pescoço de Rosalba e ela não vai mais poder fugir de seu candidato", antecipou o petista de ampla respeitabilidade em nosso Rio Grande do Norte.
Sobre a possibilidade de haver segundo turno no pleito eleitoral desse ano disse que Mossoró vai receber atenção especial do candidato à reeleição, Iberê Ferreira de Souza (PSB). De acordo com Crispiniano, no segundo turno, a eleição será outra história e na sua ótica, o atual governador do Estado vai ser reeleito.
Sobre a possibilidade de haver segundo turno no pleito eleitoral desse ano disse que Mossoró vai receber atenção especial do candidato à reeleição, Iberê Ferreira de Souza (PSB). De acordo com Crispiniano, no segundo turno, a eleição será outra história e na sua ótica, o atual governador do Estado vai ser reeleito.
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