9 de ago. de 2010

Esquentando a disputa no RN



Arrumação. Essa foi a palavra de ordem para as coordenações dos três candidatos ao governo do estado mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto - Iberê Ferreira de Souza (PSB), Rosalba Ciarlini (DEM) e Carlos Eduardo Alves (PDT) -, no primeiro mês de campanha, com a liberação das movimentações de rua no dia 6 de julho. Com três nomes de expressão política no Estado e faltando menos de 60 dias para as eleições do dia 3 de outubro, a determinação nos próximos dias é conquistar apoios e votos para a consolidação das candidaturas e busca da vitória.

Uma coisa é certa: enquanto a legislação eleitoral permitir os candidatos vão expor suas propostas e ideias. O eleitor vai ser bombardeado com uma enxurrada de propostas em caminhadas, comícios relâmpagos, cartazes, internet e, principalmente, no guia eleitoral no rádio e na TV. Portanto, a intensificação da campanha é fato concreto nos próximos dias em todas as coordenações dos candidatos ao governo do estado até 30 desetembro, data limite para propaganda segundo a legislação eleitoral.Expectativa quanto à propaganda no rádio e na TVO coordenador geral da campanha do governador Iberê Ferreira de Souza (PSB) e candidato a primeiro suplente na chapa ao lado da ex-governadora Wilma de Faria (PSB), Luiz Cláudio Macêdo, disse não considerar que a campanha já esteja nas ruas há um mês porque os primeiros dias, segundo ele, foram de arrumação das estratégias e estrutura.Chope, como é mais conhecido, avaliou o primeiro momento da campanha como tranqüilo, porém acredita que o clima vai esquentar no segundo mês do processo eleitoral. "A tendência de qualquer processo é que o clima só esquente com o decorrer do tempo. E isso é ainda mais sentido em uma campanha como essa que é extremamente difícil em relação à legislação eleitoral", disse.

A expectativa para o segundo mês da propaganda eleitoral, segundo Chope, é melhor porque a campanha começa realmente com as inserções no rádio e na televisão, além de os candidatos apresentarem suas propostas. "É nessa fase que podemos ver quem tem os melhores projetos e transparência nas ideias para conquistar o eleitor", analisa o coordenador.Meta é chegar a todas as regiões do EstadoPara o coordenador geral da campanha do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) ao governo do estado, Jony Costa, o primeiro mês de campanha foi uma fase basicamente de instalação da estrutura. "Por não ter uma grande estrutura como os demais candidatos, tivemos que nos dedicar no início a essa arrumação", disse.Mesmo considerando que a campanha começou realmente há alguns dias apenas, Jony configura o processo eleitoral como tranqüilo e positivo. "Estamos tendo uma repercussão muito boa, especialmente devido ao apelo popular. Nossa expectativa é que essa campanha seja calma até o fim", afirma Jony.Para o segundo mês da campanha, o coordenador espera atingir 100% do Rio Grande do Norte já que no primeiro mês não foi possível. "Nosso objetivo é chegar a todas as regiões do estado, por isso vamos intensificar nossa capacidade operacional para chegarmos a todas as regiões do Estado", garante.
Priorizar eventos populares, como os debates
Manoel Pereira, coordenador administrativo da coligação A Força da União encabeçada pela senadora Rosalba Ciarlini, comparou os primeiros 30 dias da campanha com o início de uma Copa do Mundo. "O nosso time foi apresentado e os jogadores postos em campo com a realização das convenções. A partir daí o jogo foi começando aos poucos com o time tomando todo o campo de uma forma positiva", declarou.Ele considerou essa primeira etapa positiva para a campanha porque os candidatos conseguiram visitar todas as regiões do Estado, sendo bem recebidos. A expectativa de Manoel é que os candidatos da coligação possam, na segunda fase da campanha, visitar novamente todas as regiões do Rio Grande do Norte.A próxima fase, na visão do coordenador, se configura como de extrema importância para a coligação já que terá início o horário eleitoral gratuito no rádio e TV, além de eventos de grande repercussão popular como os debates, à exemplo do que será promovido pela Band/Diário deNatal.
Fonte: DN Online.

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