3 de out. de 2010

Chegou a hora!


"Hoje é um novo dia (...), onde os nossos sonhos serão verdade é só querer"... Durante muitos anos a rede Globo de Televisão apresentou/apresenta uma vinheta que comemora a chegada de um novo ano, com direito a renovações de ânimos e de força. Entendo que esse trecho, especificamente o que nos anima a não desistirmos dos nossos ideais e a termos mais e mais entusiasmo com a vida se parece com o exercício que iremos realizar hoje, quando ao confirmarmos nossos votos estaremos também renovando todas as nossas esperanças de que as coisas que já estão dando certo, permaneçam na rota do acerto e as que ainda não foram realizadas plenamente passem a adquirir formato de conquista.

Seria perda de tempo ficar aqui dizendo que as melhores escolhas para uma boa representação política passa longe das condições de beleza ou simpatia dos candidatos e sim a sua folha de serviços, seu passado e sua honradez! Votem bem, pois esse é um dos momentos mais sublimes em um estado democrático.

Bom voto!

2 de out. de 2010

Henrique quer que o PP vá para as mãos do governador Iberê


O Partido Progressista (PP) no Rio Grande do Norte tem, de novo, seu futuro indefinido. Em disputa entre o grupo liderado pelo deputado estadual Robinson Faria (PMN), atual controlador da legenda, e os aliados do vice-governador Iberê Ferreira de Souza (PSB), desde o ano passado, a sigla pode sofrer novas mudanças até a chegada das eleições.

Esta semana, em Brasília, o deputado federal Henrique Eduardo Alves, líder do PMDB na Câmara, se encontrou com o presidente nacional pepista, senador Francisco Dornelles. No encontro, o peemedebista defendeu um posicionamento do partido a favor da manutenção da base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no RN.

O principal argumento utilizado pelo potiguar foi o fato do PP ser o responsável pelo Ministério das Cidades, que tem como titular Márcio Fortes (PP), detentor de grandes fatias de recursos federais. Os encontros teriam contado com a presença do vice-governador Iberê Ferreira de Souza (PSB), fato que foi desmentido pelo próprio por meio de sua assessoria de imprensa.

Intervenção
Ontem, poucos minutos antes de viajar para os Estados Unidos, onde passará o carnaval ao lado dos filhos, Henrique revelou ter recebido telefonemas de Dorneles e do líder do PP na Câmara, Mário Negromonte. O parlamentar recebeu a notícia de que a direção nacional da legenda decidiu fazer intervenções em todos os diretórios do partido. Com isso, uma nova comissão será empossada, também, no RN.

A decisão do PP tem como objetivo colocar nos diretórios estaduais todos os prefeitos e vice-prefeitos que não possuem espaço de decisão nas suas regiões. Entre os 167 municípios potiguares, 16 são administrados por pepistas. O prefeito de Passa e Fica, Pedro Lisboa, defensor da união com Iberê Ferreira, deverá ser reconduzido à presidência da nova comissão.

A intervenção deverá levar o PP diretamente para a base da governadora Wilma de Faria (PSB). Extra-oficialmente até integrantes do grupo de Robinson Faria (PMN) teriam admitido que a maioria dos prefeitos pepistas é favorável a aliança com Iberê. Dos 16, nove querem Iberê, que pode aumentar o leque a partir do momento em que assumir o governo e passe a concretizar parcerias administrativas com todas as cidades administradas pelos possíveis aliados.

Com a nomeação de uma nova comissão, o PP não realizaria mais as eleições para presidência do partido no próximo dia 8 de março, como estava previsto. Os novos membros do diretório é que decidiriam o futuro do partido.

Reação
O grupo liderado pelo deputado estadual Robinson Faria (PMN) foi pego de surpresa com a notícia de uma possível intervenção no PP potiguar. Até a última terça-feira, o deputado federal Fábio Faria (PMN), filho de Robinson, descartava qualquer possibilidade da direção nacional do PP interferir na decisão estadual da legenda.

Diante da novidade, os vereadores Albert Dickson e Chagas Catarino, o vice-prefeito Paulinho Freire, e os deputados Fábio e Robinson devem se reunir na tarde de hoje para discutir a novidade. Amanhã está previsto um encontro do grupo com a senadora Rosalba Ciarlini (DEM), que apresentará seus projetos para governar o RN.
Fonte: Jornal de Hoje.

1 de out. de 2010

Voo inaugural entre Natal e Mossoró

O vôo diário ligando Natal a cidade de Mossoró será inaugurado às 17h desta sexta-feira (1º).

A rota Natal/Mossoró será feira pela companhia aérea pernambucana Noar Linhas Aérea, especializada em vôos ligando as principais cidades nordestinas.

Diariamente, de segunda a sexta-feira, o vôo sairá do aeroporto Augusto Severo às 17h10, chegando a Mossoró às 18h. O retorno sai de Mossoró às 18h20 e chega a Natal às 19h15.

O avião é um L-410, conhecido por LET, de fabricação tcheca, com capacidade para 19 passageiros, e próprio para vôos de curtas distâncias.

A iniciativa da companhia Noar representa desdobramentos das gestões feitas pelo Governo do Estado visando à implantação de uma rota de vôo entre as duas principais cidades do Rio Grande do Norte.

“O governo não medirá esforços para viabilizar o vôo Natal/Mossoró. Acreditamos no sucesso desse empreendimento e que a demanda será forte já que isso representa um antigo anseio da população mossoroense”, afirma o secretário de desenvolvimento econômico, Francisco de Paula Segundo.

De acordo com a Noar Linhas Aéreas, o preço da passagem Natal/Mossoró será de R$ 137,90.

O vôo inaugural, que tem o preço promocional de R$ 99, terá entre os seus passageiros o secretário de desenvolvimento econômico, Francisco de Paula Segundo; e o secretário de Turismo, Múcio Sá.

Fonte: Assessoria

Dilma e Serra evitam confronto direto


Em seu último debate no primeiro turno das eleições presidenciais de 2010, os quatro primeiros colocados na corrida eleitoral protagonizaram um confronto morno, encerrado na madrugada de hoje, na Rede Globo de Televisão. Aborto, caso Erenice e quebra de sigilo fiscal foram temas evitados pelos presidenciáveis.

Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) evitaram perguntas diretas um ao outro a petista, curiosamente, pouco citou nominalmente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atitude seguida também pelos demais concorrentes. Marina Silva (PV), diferentemente do embate na Rede Record, foi menos incisiva. Plínio de Arruda Sampaio tentou repetir suas tiradas irônicas e cobranças aos adversários. E defendeu a suspensão do pagamento da dívida externa.

Dilma manteve a postura de em quase todas as suas intervenções elogiar o governo federal. Logo no primeiro bloco, questionada por Marina sobre a informalidade dos trabalhadores, disse que uma das grandes conquistas do governo do presidente Lula foi a formalização. 'Até 2005, o que a gente tinha era esse processo de informalização. Batemos todos os recordes formalização, criamos 14 milhões de empregos, chegaremos a 15 milhões até o fim do ano.'

Ao perguntar sobre funcionalismo público, Dilma foi acusada por Plínio, que disse que sua política para o setor seria 'completamente diferente da de seu governo'. 'Sem terceirização, sem privatização. Você era ministra e não vi você reclamar contra isso.' Dilma respondeu: ' O governo do presidente Lula não privatizou, pelo contrário, reforçou a Petrobrás. A mesma coisa na Eletrobrás, em todas as estatais do Brasil. Agora, acredito em funcionalismo de carreira. Acabamos com a precarização, fizemos vários concursos públicos, demos reajustes.'

Questionada por Serra sobre reforma previdenciária, Marina defendeu a adoção do regime de capitalização. 'De fato, temos grande problema na Previdência e temos de enfrentar enquanto a população ainda é jovem. Que a gente possa sair do regime deficitário que temos para um regime de capitalização, que as pessoas que vão entrar (no mercado de trabalho) possam entrar num regime de capitalização, os que estão aposentados tenham um sistema de recuperação do poder aquisitivo.' Sem dar detalhes, ela prometeu criar um 'mecanismo de recuperação' das aposentadorias e pensões que não comprometa as contas públicas. Na réplica, Serra aproveitou para defender suas propostas para o setor: reajuste de 10% para aposentados e pensionistas e aumentar o salário mínimo para R$ 600.

Ao perguntar a Marina sua opinião sobre transportes, Dilma ouviu a candidata verde dizer que o governo atual não tem para o setor um plano abrangente, apenas um programa de gestão, o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), que prometeu continuar. Ao comentar a resposta da adversária, Dilma foi um pouco irônica. 'Me desculpe, Marina, mas tem um plano nacional de logística que foi elaborado e é por causa dele que sabemos que é preciso integrar ferrovias, hidrovias e ferrovias.' A petista então aproveitou para fazer propaganda de obras do governo, como a Ferrovia Norte-Sul e a Ferrovia Transnordestina.

Um momento de tensão aconteceu quando Marina questionou Serra por causa de críticas feitas no passado pelo PSDB e pelo DEM aos programas sociais do governo federal, como o Bolsa-Família. Ela perguntou ao tucano se fazia autocrítica dessa postura. 'Marina, não use sua régua para medir os outros', disse Serra, irrigado. 'Se fosse usar, eu diria que você e a Dilma têm muitas coisas parecidas. Como a Dilma, você foi ministra do governo, inclusive no mensalão.'

30 de set. de 2010

Média das pesquisas dá Dilma no primeiro turno


Na média de Ibope, Sensus e Datafolha, Dilma tem 54% dos válidos (fora a confusão)
Três pesquisas sobre a corrida presidencial foram concluídas nesta segunda-feira, com resultados sensivelmente diferentes. Na média das três, Dilma Rousseff (PT) tem 54% dos votos válidos, o que indica vitória ainda no primeiro turno. O cálculo leva em contas as pesquisas Ibope e Sensus (ambas deram 55% dos válidos para a petista) e a Datafolha divulgada ontem (outra será divulgada esta noite), que deu 51% dos válidos para Dilma.

Na média dos três institutos, Dilma tem 48% do total de votos, José Serra (PSDB) tem 27% e Marina Silva (PV) chega a 13%. A soma dos candidatos dos pequenos partidos dá 1%. Excluídos os votos nulos e brancos e os eleitores indecisos, Dilma tem, na média, 54% dos votos válidos, contra 30% de Serra, 14% de Marina e 1% dos nanicos.

Considerada a margem de erro de dois pontos porcentuais, Dilma teria, no mínimo, 52% e no máximo 56%, considerando-se a média das três pesquisas. Isso deveria ser suficiente para definir a eleição no primeiro turno, mas há outros fatores, que não são captados pelos institutos de pesquisa, que podem tornar a eleição mais apertada do que parece. É o chamado erro não-amostral.

Tradicionalmente, o candidato que lidera as pesquisas é mais penalizado pela abstenção e pelo erro do eleitor na hora de votar. Nesta eleição soma-se um terceiro fator, que, por inédito, ninguém sabe avaliar qual impacto terá: a necessidade de o eleitor apresentar dois documentos oficiais, o título de eleitor e outro documento com foto, para poder ir à urna. Esses três fatores juntos criam o que se poderia chamar de 'zona de confusão', que se soma à margem de erro.

No primeiro caso, parte de eleitorado do líder nas pesquisas considera seu candidato praticamente eleito e tem menos disposição de sair de casa para votar, o que aumenta mais a abstenção dos eleitores do favorito do que dos adversários. Esse fenômeno se intensifica quando o candidato tem mais votos entre idosos e analfabetos, que não estão obrigados a votar. Se chover, pior ainda.

O erro na hora de votar é mais comum para eleitores de baixa escolaridade, que podem se confundir com a esdrúxula ordem de votação (primeiro para deputado estadual, depois para federa, senador 1, senador 2, governador e presidente) ou por ignorar o número do candidato de sua preferência. Para ser líder, o candidato tem que ter necessariamente mais votos entre os menos escolarizados, daí correr mais risco de perder votos por erro do eleitor.

O terceiro fator que pode aumentar o erro não-amostral, a necessidade de dois documentos para o eleitor votar, dá um poder inédito para os mesários, que serão os responsáveis pela decisão de aceitar ou não os documentos apresentados pelo eleitor.

Um mesário com preferência partidária, pode, em tese, barrar eleitores que identifica como de oposição a seu candidato com base em discrepância nas assinaturas ou na foto (em caso de o documento ser velho). Mas esse é um fator inédito, que não se sabe se pode prejudicar um candidato mais do que outro.

Juntando-se todos os potenciais erros não-amostrais, pode-se, com base em eleições anteriores, projetar de um a dois pontos de incerteza além dos dois pontos da margem de erro. Na prática, um candidato com, por hipótese, 53% dos votos válidos, já estaria dentro dessa zona de confusão. Sua probabilidade maior é vencer no primeiro turno, mas não há certeza de vitória.
Na média de Ibope, Sensus e Datafolha, Dilma tem 54% dos válidos (fora a confusão)
Três pesquisas sobre a corrida presidencial foram concluídas nesta segunda-feira, com resultados sensivelmente diferentes. Na média das três, Dilma Rousseff (PT) tem 54% dos votos válidos, o que indica vitória ainda no primeiro turno. O cálculo leva em contas as pesquisas Ibope e Sensus (ambas deram 55% dos válidos para a petista) e a Datafolha divulgada ontem (outra será divulgada esta noite), que deu 51% dos válidos para Dilma.

Na média dos três institutos, Dilma tem 48% do total de votos, José Serra (PSDB) tem 27% e Marina Silva (PV) chega a 13%. A soma dos candidatos dos pequenos partidos dá 1%. Excluídos os votos nulos e brancos e os eleitores indecisos, Dilma tem, na média, 54% dos votos válidos, contra 30% de Serra, 14% de Marina e 1% dos nanicos.

Considerada a margem de erro de dois pontos porcentuais, Dilma teria, no mínimo, 52% e no máximo 56%, considerando-se a média das três pesquisas. Isso deveria ser suficiente para definir a eleição no primeiro turno, mas há outros fatores, que não são captados pelos institutos de pesquisa, que podem tornar a eleição mais apertada do que parece. É o chamado erro não-amostral.

Tradicionalmente, o candidato que lidera as pesquisas é mais penalizado pela abstenção e pelo erro do eleitor na hora de votar. Nesta eleição soma-se um terceiro fator, que, por inédito, ninguém sabe avaliar qual impacto terá: a necessidade de o eleitor apresentar dois documentos oficiais, o título de eleitor e outro documento com foto, para poder ir à urna. Esses três fatores juntos criam o que se poderia chamar de 'zona de confusão', que se soma à margem de erro.

No primeiro caso, parte de eleitorado do líder nas pesquisas considera seu candidato praticamente eleito e tem menos disposição de sair de casa para votar, o que aumenta mais a abstenção dos eleitores do favorito do que dos adversários. Esse fenômeno se intensifica quando o candidato tem mais votos entre idosos e analfabetos, que não estão obrigados a votar. Se chover, pior ainda.

O erro na hora de votar é mais comum para eleitores de baixa escolaridade, que podem se confundir com a esdrúxula ordem de votação (primeiro para deputado estadual, depois para federa, senador 1, senador 2, governador e presidente) ou por ignorar o número do candidato de sua preferência. Para ser líder, o candidato tem que ter necessariamente mais votos entre os menos escolarizados, daí correr mais risco de perder votos por erro do eleitor.

O terceiro fator que pode aumentar o erro não-amostral, a necessidade de dois documentos para o eleitor votar, dá um poder inédito para os mesários, que serão os responsáveis pela decisão de aceitar ou não os documentos apresentados pelo eleitor.

Um mesário com preferência partidária, pode, em tese, barrar eleitores que identifica como de oposição a seu candidato com base em discrepância nas assinaturas ou na foto (em caso de o documento ser velho). Mas esse é um fator inédito, que não se sabe se pode prejudicar um candidato mais do que outro.

Juntando-se todos os potenciais erros não-amostrais, pode-se, com base em eleições anteriores, projetar de um a dois pontos de incerteza além dos dois pontos da margem de erro. Na prática, um candidato com, por hipótese, 53% dos votos válidos, já estaria dentro dessa zona de confusão. Sua probabilidade maior é vencer no primeiro turno, mas não há certeza de vitória.
Na média de Ibope, Sensus e Datafolha, Dilma tem 54% dos válidos (fora a confusão)
Três pesquisas sobre a corrida presidencial foram concluídas nesta segunda-feira, com resultados sensivelmente diferentes. Na média das três, Dilma Rousseff (PT) tem 54% dos votos válidos, o que indica vitória ainda no primeiro turno. O cálculo leva em contas as pesquisas Ibope e Sensus (ambas deram 55% dos válidos para a petista) e a Datafolha divulgada ontem (outra será divulgada esta noite), que deu 51% dos válidos para Dilma.

Na média dos três institutos, Dilma tem 48% do total de votos, José Serra (PSDB) tem 27% e Marina Silva (PV) chega a 13%. A soma dos candidatos dos pequenos partidos dá 1%. Excluídos os votos nulos e brancos e os eleitores indecisos, Dilma tem, na média, 54% dos votos válidos, contra 30% de Serra, 14% de Marina e 1% dos nanicos.

Considerada a margem de erro de dois pontos porcentuais, Dilma teria, no mínimo, 52% e no máximo 56%, considerando-se a média das três pesquisas. Isso deveria ser suficiente para definir a eleição no primeiro turno, mas há outros fatores, que não são captados pelos institutos de pesquisa, que podem tornar a eleição mais apertada do que parece. É o chamado erro não-amostral.

Tradicionalmente, o candidato que lidera as pesquisas é mais penalizado pela abstenção e pelo erro do eleitor na hora de votar. Nesta eleição soma-se um terceiro fator, que, por inédito, ninguém sabe avaliar qual impacto terá: a necessidade de o eleitor apresentar dois documentos oficiais, o título de eleitor e outro documento com foto, para poder ir à urna. Esses três fatores juntos criam o que se poderia chamar de 'zona de confusão', que se soma à margem de erro.

No primeiro caso, parte de eleitorado do líder nas pesquisas considera seu candidato praticamente eleito e tem menos disposição de sair de casa para votar, o que aumenta mais a abstenção dos eleitores do favorito do que dos adversários. Esse fenômeno se intensifica quando o candidato tem mais votos entre idosos e analfabetos, que não estão obrigados a votar. Se chover, pior ainda.

O erro na hora de votar é mais comum para eleitores de baixa escolaridade, que podem se confundir com a esdrúxula ordem de votação (primeiro para deputado estadual, depois para federa, senador 1, senador 2, governador e presidente) ou por ignorar o número do candidato de sua preferência. Para ser líder, o candidato tem que ter necessariamente mais votos entre os menos escolarizados, daí correr mais risco de perder votos por erro do eleitor.

O terceiro fator que pode aumentar o erro não-amostral, a necessidade de dois documentos para o eleitor votar, dá um poder inédito para os mesários, que serão os responsáveis pela decisão de aceitar ou não os documentos apresentados pelo eleitor.

Um mesário com preferência partidária, pode, em tese, barrar eleitores que identifica como de oposição a seu candidato com base em discrepância nas assinaturas ou na foto (em caso de o documento ser velho). Mas esse é um fator inédito, que não se sabe se pode prejudicar um candidato mais do que outro.

Juntando-se todos os potenciais erros não-amostrais, pode-se, com base em eleições anteriores, projetar de um a dois pontos de incerteza além dos dois pontos da margem de erro. Na prática, um candidato com, por hipótese, 53% dos votos válidos, já estaria dentro dessa zona de confusão. Sua probabilidade maior é vencer no primeiro turno, mas não há certeza de vitória.
Na média de Ibope, Sensus e Datafolha, Dilma tem 54% dos válidos (fora a confusão)
Três pesquisas sobre a corrida presidencial foram concluídas nesta segunda-feira, com resultados sensivelmente diferentes. Na média das três, Dilma Rousseff (PT) tem 54% dos votos válidos, o que indica vitória ainda no primeiro turno. O cálculo leva em contas as pesquisas Ibope e Sensus (ambas deram 55% dos válidos para a petista) e a Datafolha divulgada ontem (outra será divulgada esta noite), que deu 51% dos válidos para Dilma.

Na média dos três institutos, Dilma tem 48% do total de votos, José Serra (PSDB) tem 27% e Marina Silva (PV) chega a 13%. A soma dos candidatos dos pequenos partidos dá 1%. Excluídos os votos nulos e brancos e os eleitores indecisos, Dilma tem, na média, 54% dos votos válidos, contra 30% de Serra, 14% de Marina e 1% dos nanicos.

Considerada a margem de erro de dois pontos porcentuais, Dilma teria, no mínimo, 52% e no máximo 56%, considerando-se a média das três pesquisas. Isso deveria ser suficiente para definir a eleição no primeiro turno, mas há outros fatores, que não são captados pelos institutos de pesquisa, que podem tornar a eleição mais apertada do que parece. É o chamado erro não-amostral.

Tradicionalmente, o candidato que lidera as pesquisas é mais penalizado pela abstenção e pelo erro do eleitor na hora de votar. Nesta eleição soma-se um terceiro fator, que, por inédito, ninguém sabe avaliar qual impacto terá: a necessidade de o eleitor apresentar dois documentos oficiais, o título de eleitor e outro documento com foto, para poder ir à urna. Esses três fatores juntos criam o que se poderia chamar de 'zona de confusão', que se soma à margem de erro.

No primeiro caso, parte de eleitorado do líder nas pesquisas considera seu candidato praticamente eleito e tem menos disposição de sair de casa para votar, o que aumenta mais a abstenção dos eleitores do favorito do que dos adversários. Esse fenômeno se intensifica quando o candidato tem mais votos entre idosos e analfabetos, que não estão obrigados a votar. Se chover, pior ainda.

O erro na hora de votar é mais comum para eleitores de baixa escolaridade, que podem se confundir com a esdrúxula ordem de votação (primeiro para deputado estadual, depois para federa, senador 1, senador 2, governador e presidente) ou por ignorar o número do candidato de sua preferência. Para ser líder, o candidato tem que ter necessariamente mais votos entre os menos escolarizados, daí correr mais risco de perder votos por erro do eleitor.

O terceiro fator que pode aumentar o erro não-amostral, a necessidade de dois documentos para o eleitor votar, dá um poder inédito para os mesários, que serão os responsáveis pela decisão de aceitar ou não os documentos apresentados pelo eleitor.

Um mesário com preferência partidária, pode, em tese, barrar eleitores que identifica como de oposição a seu candidato com base em discrepância nas assinaturas ou na foto (em caso de o documento ser velho). Mas esse é um fator inédito, que não se sabe se pode prejudicar um candidato mais do que outro.

Juntando-se todos os potenciais erros não-amostrais, pode-se, com base em eleições anteriores, projetar de um a dois pontos de incerteza além dos dois pontos da margem de erro. Na prática, um candidato com, por hipótese, 53% dos votos válidos, já estaria dentro dessa zona de confusão. Sua probabilidade maior é vencer no primeiro turno, mas não há certeza de vitória.
Na média de Ibope, Sensus e Datafolha, Dilma tem 54% dos válidos (fora a confusão)
Três pesquisas sobre a corrida presidencial foram concluídas nesta segunda-feira, com resultados sensivelmente diferentes. Na média das três, Dilma Rousseff (PT) tem 54% dos votos válidos, o que indica vitória ainda no primeiro turno. O cálculo leva em contas as pesquisas Ibope e Sensus (ambas deram 55% dos válidos para a petista) e a Datafolha divulgada ontem (outra será divulgada esta noite), que deu 51% dos válidos para Dilma.

Na média dos três institutos, Dilma tem 48% do total de votos, José Serra (PSDB) tem 27% e Marina Silva (PV) chega a 13%. A soma dos candidatos dos pequenos partidos dá 1%. Excluídos os votos nulos e brancos e os eleitores indecisos, Dilma tem, na média, 54% dos votos válidos, contra 30% de Serra, 14% de Marina e 1% dos nanicos.

Considerada a margem de erro de dois pontos porcentuais, Dilma teria, no mínimo, 52% e no máximo 56%, considerando-se a média das três pesquisas. Isso deveria ser suficiente para definir a eleição no primeiro turno, mas há outros fatores, que não são captados pelos institutos de pesquisa, que podem tornar a eleição mais apertada do que parece. É o chamado erro não-amostral.

Tradicionalmente, o candidato que lidera as pesquisas é mais penalizado pela abstenção e pelo erro do eleitor na hora de votar. Nesta eleição soma-se um terceiro fator, que, por inédito, ninguém sabe avaliar qual impacto terá: a necessidade de o eleitor apresentar dois documentos oficiais, o título de eleitor e outro documento com foto, para poder ir à urna. Esses três fatores juntos criam o que se poderia chamar de 'zona de confusão', que se soma à margem de erro.

No primeiro caso, parte de eleitorado do líder nas pesquisas considera seu candidato praticamente eleito e tem menos disposição de sair de casa para votar, o que aumenta mais a abstenção dos eleitores do favorito do que dos adversários. Esse fenômeno se intensifica quando o candidato tem mais votos entre idosos e analfabetos, que não estão obrigados a votar. Se chover, pior ainda.

O erro na hora de votar é mais comum para eleitores de baixa escolaridade, que podem se confundir com a esdrúxula ordem de votação (primeiro para deputado estadual, depois para federa, senador 1, senador 2, governador e presidente) ou por ignorar o número do candidato de sua preferência. Para ser líder, o candidato tem que ter necessariamente mais votos entre os menos escolarizados, daí correr mais risco de perder votos por erro do eleitor.

O terceiro fator que pode aumentar o erro não-amostral, a necessidade de dois documentos para o eleitor votar, dá um poder inédito para os mesários, que serão os responsáveis pela decisão de aceitar ou não os documentos apresentados pelo eleitor.

Um mesário com preferência partidária, pode, em tese, barrar eleitores que identifica como de oposição a seu candidato com base em discrepância nas assinaturas ou na foto (em caso de o documento ser velho). Mas esse é um fator inédito, que não se sabe se pode prejudicar um candidato mais do que outro.

Juntando-se todos os potenciais erros não-amostrais, pode-se, com base em eleições anteriores, projetar de um a dois pontos de incerteza além dos dois pontos da margem de erro. Na prática, um candidato com, por hipótese, 53% dos votos válidos, já estaria dentro dessa zona de confusão. Sua probabilidade maior é vencer no primeiro turno, mas não há certeza de vitória.

29 de set. de 2010

Debate




Assisti ontem ao debate com os governadoráveis do estado, transmitido e organizado pela Inter TV Cabugi e entendi como muito civilizado, não fossem algumas críticas feitas entre eles no intuito de se auto destacar.

Em um dado momento o candidato Carlos Eduardo tentou falar mal da administração de Micarla de Sousa em Natal, usando como escudo a candidata do DEM Rosalba Ciarline, que por sua vez não respondeu as provocações do "brizolista".

Rosalba, peguntada por Iberê em relação á cultura, esquceu-se de dizer que o museu Municipal de Mossoró foi fechado em sua administração há mais de dez anos, e quando criticou o governo de vilma dizendo que em oito anos havia mudado dez vezes de secretário, do mesmo modo ficou sem dizer que um deles foi seu cunhado o Deputado Betinho Rosado.

Sandro Pimental do PSOL foi novamente o" franco atirador", figura já conhecida dos debates.

Iberê Ferreira (PSB), se manteve em seu estilo centrado, equilibrado, apenas atacando com forma de defesa por ser ele figura de "berlinda" por já ocupar o cargo de governador.

E por último, Roberto Ronconi, se mostrou independente e idealista. E por falar em Ronconi tenho ouvido alguns elogios nos bastidores a seu respeito, pelo estilo vanguardista como se apresenta, acho até que sua votação emntre os concorrente de menor destaque, contribuirá mais fortemnte para o segundo turno visualisado por alguns observadores da política.

28 de set. de 2010

Vou pagar a Rosalba Ciarlini', diz radialista José Antônio


"Hoje me sinto constrangido em ser obrigado a, no programa de hoje, fazer o que sempre fiz em prol do povo de Mossoró". A frase do radialista José Antônio, da Rádio Difusora, na abertura do Cidade Aflita, marcou o início de uma campanha de doações em dinheiro para que ele pague uma indenização à senadora e candidata à governadora Rosalba Ciarlini (DEM).
Em seu programa, o radialista José Antônio narrou detalhadamente todos os fatos que o levaram as barras da Justiça e custou a Rádio Difusora, que também foi acionada à época, a perder seu único veículo de reportagem, em 2005, para pagar sua parcela na dívida judicial do processo movido pela então prefeita de Mossoró, médica pediatra Rosalba Ciarlini.
"Logo que assumiu o governo (...) ela demitiu quase mil funcionários, quase mil pais de famílias, não pagando seus direitos trabalhistas, nem tampouco seus fundos de garantia", relembrou o comunicador, acrescentando que "naquela época eu tomei as dores, porque essa voz representa o povo de Mossoró. Empunhei esse microfone e busquei de forma correta fazer com que ela pudesse rever o que ela tinha feito com mais de mil pessoas que foram demitidas da Prefeitura Municipal de Mossoró. (...) Ela entrou com uma ação, onde por motivo superior eu perdi essa ação (na época a Difusora não apresentou defesa e foi julgada à revelia) e ela me cobra aí cerca de cinco mil reais através da Justiça", enfatizou o comunicador logo na abertura do programa Cidade Aflita.
Ontem, a GAZETA DO OESTE publicou matéria sobre a situação do radialista José Antônio, que admite não ter condições financeiras para pagar o que foi condenado. "Desde aquele tempo eu tento fugir desse fantasma", disse no Cidade Aflita, explicando aos ouvintes que durante o tempo em que está na Difusora fez mais de 1.600 campanhas beneficentes e que estava constrangido por ter que fazer uma campanha em benefício próprio para arrecadar dinheiro junto aos ouvintes para pagar a dívida.
Na medida em que o comunicador descreveu a sua situação, os ouvintes dos mais diferentes bairros e cidades começam a ligar para se solidarizarem com o repórter policial e fazer doações, deixando seus endereços ou entregando na recepção da emissora localizada na Av. Cunha da Mota.
O diretor de Jornalismo e Programação da Difusora, Emerson Linhares, disse que a campanha não tem qualquer viés político-eleitoreiro.
"Ao contrário. Não fabricamos fatos, não fabricamos notícias. Apenas recebemos um e-mail (a GAZETA DO OESTE publicou o fac-símile do e-mail enviado pelo advogado Herbert Mota com a decisão) ontem nos cientificado de um despacho no processo que tramita na 1ª Vara Cível, comarca aqui de nossa cidade, sobre a penhora de um terreno que pertenceu a Rádio Difusora e eu comuniquei a Zé Antônio que a parte da emissora já havia sido paga e que faltava a parte dele. Então ele disse que não tinha como pagar e a única maneira que encontrara seria a de fazer essa campanha para arrecadar dinheiro", comentou o jornalista Emerson Linhares, acrescentando que sabe das finanças de José Antônio, pois o mesmo relatou no Cidade Aflita, e que ele realmente não tem como sanar essa dívida cobrada na Justiça pela hoje senadora Rosalba Ciarlini.
"Zé Antônio é um rapaz trabalhador, pobre, humilde, que tem um carro alienado ao banco, uma casa para morar com a esposa e filhos, cinco pensões alimentícias e uma conta-poupança com menos de dois reais. Como ele pode pagar uma dívida que pode chegar ou até ultrapassar os cinco mil reais?, disse o diretor da rádio. Ao final da tarde de ontem, José Antônio já havia arrecadado mais de 700 reais, provenientes da doação de amigos e também dos ouvintes da Rádio Difusora de Mossoró.
Fonte: Gazeta do Oeste