A candidata do PT à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, apresenta vantagem de 8 pontos porcentuais sobre seu adversário, José Serra (PSDB), no segundo turno da disputa eleitoral, de acordo com pesquisa Vox Populi encomendada pelo portal iG e divulgada hoje. A petista tem 48% das intenções de voto, enquanto o tucano figura com 40%. O total de votos brancos e nulos somou 6% e o dos eleitores que não sabem ou não responderam em quem vão votar ficou também em 6%. Se levados em conta apenas os votos válidos, Dilma tem 54,5% e Serra, 45,4%.
A pesquisa Vox Populi foi realizada nos dias 10 e 11 de outubro e ouviu 3 mil eleitores em 214 municípios. A margem de erro é de 1,8 ponto porcentual para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo número 35.648/2010.
A mostra também mediu a popularidade do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Consideram o governo do petista ótimo ou bom 78% dos eleitores, enquanto 17% o avaliam como regular e 4% o consideram ruim ou péssimo.
14 de out. de 2010
Henrique Alves de olho na presidência da Câmara Federal

O deputado veterano da Câmara é Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que atingiu o maior número de mandatos consecutivos: foi eleito para o 11º mandato nestas eleições. O deputado completa 40 anos de Câmara em fevereiro de 2011, e já garantiu a vaga até 2015. Com toda a experiência, Alves não descarta concorrer à Presidência da Câmara pelo PMDB. O atual presidente, Michel Temer, afirmou que PT e PMDB devem se revezar no comando da Casa pelos próximos quatro anos. "Seria uma realização poder presidir a Casa em que estou há 40 anos. Conheço todos os seus cantos, recantos, corredores, plenário, comissões. É o lugar onde o povo brasileiro está representado nas suas qualidades e nos seus defeitos", disse Alves.
Ele ressaltou, no entanto, que é necessário escolher um nome de consenso entre todos os partidos. "Ninguém é candidato de si mesmo". Henrique Eduardo Alves está a um mandato de atingir o recorde do ex-deputado Manoel Novaes (BA), que participou de 12 legislaturas (1933-1982).
O parlamentar do Rio Grande do Norte chegou à Câmara com 22 anos. Foi lançado na política por seu pai, o ex-deputado, ex-ministro e ex-governador do Rio Grande do Norte Aluízio Alves (falecido em 2006).
Atual líder do PMDB, cargo que ocupa desde 2007, já foi presidente das comissões de Comunicação; de Constituição e Justiça; de Legislação Participativa; e de Trabalho, Administração e Serviço Público. O momento mais marcante dessa carreira, segundo Alves, foi a promulgação da Constituição de 1988. "Aquele foi um momento vivo da cidadania, da participação popular. Foi o ponto mais alto da Casa", relembra.
Aos novatos, o deputado aconselha equilibrar os trabalhos no Congresso e o contato com as bases eleitorais nos estados, manter a coerência e esquecer a vaidade. Segundo ele, essa é a receita para que o novo parlamentar não desapareça no universo de 513 deputados.
"É preciso ficar atento às reivindicações dos nossos estados, das bases eleitorais e manter a fidelidade ao partido que representa. Isso cria uma coerência que é muito respeitada", disse Alves. "É preciso ainda ser muito determinado no que se quer fazer, superando os interesses menores, as intrigas e as vaidades. Essa é uma receita que dá sempre certo", alertou.
Ele ressaltou, no entanto, que é necessário escolher um nome de consenso entre todos os partidos. "Ninguém é candidato de si mesmo". Henrique Eduardo Alves está a um mandato de atingir o recorde do ex-deputado Manoel Novaes (BA), que participou de 12 legislaturas (1933-1982).
O parlamentar do Rio Grande do Norte chegou à Câmara com 22 anos. Foi lançado na política por seu pai, o ex-deputado, ex-ministro e ex-governador do Rio Grande do Norte Aluízio Alves (falecido em 2006).
Atual líder do PMDB, cargo que ocupa desde 2007, já foi presidente das comissões de Comunicação; de Constituição e Justiça; de Legislação Participativa; e de Trabalho, Administração e Serviço Público. O momento mais marcante dessa carreira, segundo Alves, foi a promulgação da Constituição de 1988. "Aquele foi um momento vivo da cidadania, da participação popular. Foi o ponto mais alto da Casa", relembra.
Aos novatos, o deputado aconselha equilibrar os trabalhos no Congresso e o contato com as bases eleitorais nos estados, manter a coerência e esquecer a vaidade. Segundo ele, essa é a receita para que o novo parlamentar não desapareça no universo de 513 deputados.
"É preciso ficar atento às reivindicações dos nossos estados, das bases eleitorais e manter a fidelidade ao partido que representa. Isso cria uma coerência que é muito respeitada", disse Alves. "É preciso ainda ser muito determinado no que se quer fazer, superando os interesses menores, as intrigas e as vaidades. Essa é uma receita que dá sempre certo", alertou.
13 de out. de 2010
Serra defende assessor que teria fugido com dinheiro

O candidato do PSDB, José Serra, classificou como “fantasiosas” as informações de que o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza teria arrecadado R$ 4 milhões para a campanha presidencial do PSDB e depois desaparecido com o dinheiro. Durante o debate da Band de domingo passado, a candidata do PT, Dilma Rousseff, mencionou o engenheiro ao citar que ele “fugiu” com recursos supostamente arrecadados para custear a campanha tucana, conforme publicou reportagem da revista IstoÉ, em agosto.
O tucano negou ontem que o ex-diretor da empresa, um dos responsáveis pelas obras do Rodoanel na sua gestão no governo paulista, tenha arrecadado dinheiro com empresários. Defendeu-o dizendo que se tratava de um funcionário competente. “Isso não é verdade. Ele não fez nada disso, ele é totalmente inocente nesta matéria”, disse o presidenciável, após participar de missa na Basílica de Aparecida, no interior de São Paulo.
“O senhor Paulo Souza era diretor da Dersa. Entrou na Dersa em 2006. E deixou a Dersa quando entrou o novo governador (Alberto Goldman). A relação que eu sempre tive com a Dersa, com a área de transportes, era através do secretário ou do presidente da empresa. Evidente que eu sabia do trabalho do Paulo Souza, que é considerado uma pessoa muito competente e ganhou até o prêmio de engenheiro do ano, no ano passado. Nunca recebi nenhuma acusação a respeito dele durante sua atuação no governo”, declarou o candidato.
Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, publicada na terça, o ex-diretor da Dersa fez ameaças veladas ao PSDB e cobrou que o candidato o defendesse das acusações de Dilma. “Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada. Não cometam esse erro”, declarou Souza, conhecido como Paulo Preto. Serra disse que a informação é um factoide, feito para “pegar a imprensa”. “Alguns funcionam, como este que estamos vendo agora. Vai fazendo uma tempestade não num copo, mas num cálice de água”, disse o tucano. “Portanto é um assunto que não tem pé nem cabeça, do ponto de vista de achar que isso explica A, B ou C. Isso é completamente ridículo”, completou.
E ontem, o economista David Zylbersztajn divulgou explicando que não defendeu a privatização do pré-sal, como disse a candidata do PT no debate da TV Bandeirantes.
O tucano negou ontem que o ex-diretor da empresa, um dos responsáveis pelas obras do Rodoanel na sua gestão no governo paulista, tenha arrecadado dinheiro com empresários. Defendeu-o dizendo que se tratava de um funcionário competente. “Isso não é verdade. Ele não fez nada disso, ele é totalmente inocente nesta matéria”, disse o presidenciável, após participar de missa na Basílica de Aparecida, no interior de São Paulo.
“O senhor Paulo Souza era diretor da Dersa. Entrou na Dersa em 2006. E deixou a Dersa quando entrou o novo governador (Alberto Goldman). A relação que eu sempre tive com a Dersa, com a área de transportes, era através do secretário ou do presidente da empresa. Evidente que eu sabia do trabalho do Paulo Souza, que é considerado uma pessoa muito competente e ganhou até o prêmio de engenheiro do ano, no ano passado. Nunca recebi nenhuma acusação a respeito dele durante sua atuação no governo”, declarou o candidato.
Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, publicada na terça, o ex-diretor da Dersa fez ameaças veladas ao PSDB e cobrou que o candidato o defendesse das acusações de Dilma. “Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada. Não cometam esse erro”, declarou Souza, conhecido como Paulo Preto. Serra disse que a informação é um factoide, feito para “pegar a imprensa”. “Alguns funcionam, como este que estamos vendo agora. Vai fazendo uma tempestade não num copo, mas num cálice de água”, disse o tucano. “Portanto é um assunto que não tem pé nem cabeça, do ponto de vista de achar que isso explica A, B ou C. Isso é completamente ridículo”, completou.
E ontem, o economista David Zylbersztajn divulgou explicando que não defendeu a privatização do pré-sal, como disse a candidata do PT no debate da TV Bandeirantes.
Dólar comercial recua nesta quarta-feira
O dólar comercial registra queda no início das operações desta quarta-feira (13). Por volta das 9h40, a moeda americana recuava 0,48%, a R$ 1,568 na venda.
No mercado futuro, o contrato de novembro negociado na BM&F registrava depreciação de 0,74%, a R$ 1,6655.
Na segunda-feira passada, a moeda caiu apenas 0,05%, para R$ 1,666 na venda, e manteve o menor patamar desde o dia 2 de setembro de 2008 (R$ 1,665).
12 de out. de 2010
Quem ganhou o debate?

Luiz Cláudio Cunha é jornalista, cunha.luizclaudio@gmail.com
O país ainda discute quem ganhou mais ou perdeu menos com o franco e agressivo debate de ontem, na Band, entre Dilma Rousseff e José Serra.
Mas ninguém duvida quem ganhou a edição do debate no primeiro programa do horário eleitoral na TV, a partir das 13h desta segunda-feira.
Dilma ganhou de goleada de Serra, que nem tocou no entrevero da noite anterior.
Dilma se esbaldou, repetiu seus melhores momentos, mostrou uma serenidade que não teve no debate, atacou Serra e ecoou de novo todas as denúncias que fez - inclusive contra a mulher do adversário, Mônica Serra, e a suposta privatização do Pré-Sal.
Os tucanos esqueceram que, mais importante do que o debate é a edição do debate.
Foi assim que Collor venceu Lula em 1989.
Agora, neste quesito, João Santana, o marqueteiro de Dilma, foi nota 10.
O de Serra, Luiz Gonzalez, foi nota 0, pela preguiça e pela total omissão de cenas do confronto.
Nem todo mundo viu o debate integral e exclusivo da Band, que terminou à meia noite.
Todo mundo viu o debate editado por Dilma e transmitido em todas as emissoras de TV do país, no horário eleitoral (13h) em que todo mundo está acordado.
O programa eleitoral que foi ao ar agora há pouco mostra que a turma da Dilma está acordada, muito acordada.
A turma do Serra, pelo jeito, está dormindo e sonhando.
Quando despertarem, pode ser muito tarde.
11 de out. de 2010
É bom lembrar...

Aqui vemos o ex-Deputado Ving Rosado, sem dúvidas um dos maiores líderes da história política do Rio Grande do Norte, em especial da região Oeste.
Doutor Vingt era farmacêutico po formação profissional, mas logo cedo seguiu a vocação de sua família e ingressou na política exercendo os cargos de Vereador e Prefeito na cidade de Mossoró e por sete mandatos ininterruptos foi Deputado federal, cargo hoje exercido por sua filha Sandra Rosado.
10 de out. de 2010
Comando da campanha de Dilma no RN se reúne com líderes evangélicos
Coordenadora da campanha de Dilma Rousseff no Rio Grande do Norte, a deputada federal Fátima Bezerra (PT) se reunirá hoje a tarde com líderes do segmento evangélico. O encontro acontecerá no comitê da candidata petista.
Em meio a polêmica sobre Dilma Rousseff ser ou não contra o aborto, a intenção de Fátima Bezerra é tentar trabalhar a imagem da candidata junto aos evangélicos.
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