
O deputado veterano da Câmara é Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que atingiu o maior número de mandatos consecutivos: foi eleito para o 11º mandato nestas eleições. O deputado completa 40 anos de Câmara em fevereiro de 2011, e já garantiu a vaga até 2015. Com toda a experiência, Alves não descarta concorrer à Presidência da Câmara pelo PMDB. O atual presidente, Michel Temer, afirmou que PT e PMDB devem se revezar no comando da Casa pelos próximos quatro anos. "Seria uma realização poder presidir a Casa em que estou há 40 anos. Conheço todos os seus cantos, recantos, corredores, plenário, comissões. É o lugar onde o povo brasileiro está representado nas suas qualidades e nos seus defeitos", disse Alves.
Ele ressaltou, no entanto, que é necessário escolher um nome de consenso entre todos os partidos. "Ninguém é candidato de si mesmo". Henrique Eduardo Alves está a um mandato de atingir o recorde do ex-deputado Manoel Novaes (BA), que participou de 12 legislaturas (1933-1982).
O parlamentar do Rio Grande do Norte chegou à Câmara com 22 anos. Foi lançado na política por seu pai, o ex-deputado, ex-ministro e ex-governador do Rio Grande do Norte Aluízio Alves (falecido em 2006).
Atual líder do PMDB, cargo que ocupa desde 2007, já foi presidente das comissões de Comunicação; de Constituição e Justiça; de Legislação Participativa; e de Trabalho, Administração e Serviço Público. O momento mais marcante dessa carreira, segundo Alves, foi a promulgação da Constituição de 1988. "Aquele foi um momento vivo da cidadania, da participação popular. Foi o ponto mais alto da Casa", relembra.
Aos novatos, o deputado aconselha equilibrar os trabalhos no Congresso e o contato com as bases eleitorais nos estados, manter a coerência e esquecer a vaidade. Segundo ele, essa é a receita para que o novo parlamentar não desapareça no universo de 513 deputados.
"É preciso ficar atento às reivindicações dos nossos estados, das bases eleitorais e manter a fidelidade ao partido que representa. Isso cria uma coerência que é muito respeitada", disse Alves. "É preciso ainda ser muito determinado no que se quer fazer, superando os interesses menores, as intrigas e as vaidades. Essa é uma receita que dá sempre certo", alertou.
Ele ressaltou, no entanto, que é necessário escolher um nome de consenso entre todos os partidos. "Ninguém é candidato de si mesmo". Henrique Eduardo Alves está a um mandato de atingir o recorde do ex-deputado Manoel Novaes (BA), que participou de 12 legislaturas (1933-1982).
O parlamentar do Rio Grande do Norte chegou à Câmara com 22 anos. Foi lançado na política por seu pai, o ex-deputado, ex-ministro e ex-governador do Rio Grande do Norte Aluízio Alves (falecido em 2006).
Atual líder do PMDB, cargo que ocupa desde 2007, já foi presidente das comissões de Comunicação; de Constituição e Justiça; de Legislação Participativa; e de Trabalho, Administração e Serviço Público. O momento mais marcante dessa carreira, segundo Alves, foi a promulgação da Constituição de 1988. "Aquele foi um momento vivo da cidadania, da participação popular. Foi o ponto mais alto da Casa", relembra.
Aos novatos, o deputado aconselha equilibrar os trabalhos no Congresso e o contato com as bases eleitorais nos estados, manter a coerência e esquecer a vaidade. Segundo ele, essa é a receita para que o novo parlamentar não desapareça no universo de 513 deputados.
"É preciso ficar atento às reivindicações dos nossos estados, das bases eleitorais e manter a fidelidade ao partido que representa. Isso cria uma coerência que é muito respeitada", disse Alves. "É preciso ainda ser muito determinado no que se quer fazer, superando os interesses menores, as intrigas e as vaidades. Essa é uma receita que dá sempre certo", alertou.
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