16 de out. de 2010

TSE aplica multa contra Serra e Roberto Jefferson

A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Nancy Andrighi determinou a aplicação de multa de R$ 5 mil ao candidato à Presidência da República José Serra (PSDB) e ao presidente do PTB, Roberto Jefferson, por propaganda eleitoral antecipada. Estabeleceu também multa de R$ 7,5 mil contra o PTB, pelo mesmo motivo.

A ministra acolheu ação do Ministério Público Eleitoral que denunciou o PTB por ter veiculado no programa partidário do dia 24 de junho propaganda eleitoral em favor do candidato tucano. A iniciativa do partido viola a legislação eleitoral, porque a propaganda a candidatos foi permitida somente a partir de 6 de julho.

Nesta quinta-feira, em outra decisão, a ministra multou duas vezes Serra (em R$ 30 mil), também por propaganda eleitoral antecipada. Nancy Andrighi decidiu ainda punir os diretórios do PSDB na Bahia e em Pernambuco em R$ 22,5 mil cada. Ela entendeu que as inserções reservadas à propaganda partidária do PSDB, transmitidas em junho, foram usadas para promover Serra, fora, portanto, do período estabelecido pela lei eleitoral.
Nota: A campanha de Serra tem feito críticas á alguns simpatizantes da campanha de Dilma Rulssef, mas se esquece de mancionar que recebem o total beneplácido do carrupto confesso, Roberto Jéferson. É querer iludir a opinião pública demais!!!!!!!!!


Do Estado de Minas





Quase 80 milhões deixam de passar fome


Deu na Folha de São Paulo

Pela primeira vez em mais de uma década, quase 80 milhões de pessoas no mundo deixaram de passar fome, sustentou um estudo da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) divulgado nesta sexta-feira.

"Este ano podemos comemorar que, pela primeira vez em mais de uma década, vimos um retrocesso significativo de quase 80 milhões no número total de famintos no mundo", afirmou José Graziano da Silva, representante regional da FAO, no marco das celebrações do Dia Mundial da Alimentação, no Chile.

Graziano indicou que na América Latina e no Caribe também houve uma mudança na tendência de alta gerada devido à crise dos preços dos alimentos e à crise econômica e financeira.

"No entanto, não foi como o resgate dos 33 mineradores chilenos, ainda não pudemos salvar a todos", enfatizou.

O representante lembrou que ainda há 52,5 milhões de pessoas que passam fome na América Latina e no Caribe e que, no mundo, são 925 milhões de pessoas.

Segundo o Panorama da Segurança Alimentar e Nutricional na América Latina e Caribe 2010, documento apresentado esta semana pelo Escritório Regional da FAO, o segredo para avançar na luta contra a fome na região está em vincular o crescimento econômico com o desenvolvimento social.

15 de out. de 2010

PV caminha para liberar voto no 2º turno


O PV caminha para a independência e não vai apoiar formalmente nem a petista Dilma Rousseff nem o tucano José Serra no segundo turno das eleições. Depois de mais de seis horas de reunião, os integrantes da Executiva do partido sinalizaram a tendência de liberar seus filiados para manifestações pessoais de apoio. No próximo domingo, o partido faz uma plenária para oficializar sua posição.

'As consultas informais sobre que decisão adotar estão em andamento', afirmou ontem a senadora e candidata derrotada à Presidência Marina Silva (PV). 'O taxista que me trouxe aqui sugeriu que fôssemos pelo campo da independência. Mas eu estava só de olho no taxímetro', desconversou Marina. Depois de ficar em terceiro lugar no primeiro turno com cerca de 20 milhões de votos, ela virou alvo de disputa entre Dilma e Serra.

A Executiva do PV está dividida: parte defende o engajamento na candidatura de Serra e outra, na de Dilma. Nos três maiores Estados - São Paulo, Rio e Minas - são favoráveis ao candidato tucano. 'Há um consenso de que qualquer que seja a decisão, que tudo será feito de uma maneira harmônica, preservadas a identidade e a autonomia da minoria', afirmou o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), um dos favoráveis ao apoio a Serra. Já nos Estados do Norte e Nordeste prevalece o apoio à petista. É caso do deputado Sarney Filho (PV-MA), que já declarou voto na petista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Nota: É de se estranhar e muito a posição da ex-ministra Marina Silva, em virtude de suas raízes, seu nascedouro político encontrarem fonte na matiz cahamada PT, partido cuja história se confunde com a própria história da Senadora "verde".

Mas como as questões ideológicas estão sendo esquecidas por muitas facções em nosso país, devemos aceitar.

14 de out. de 2010

Ibope: Vantagem de Dilma sobre Serra é de 6 pontos

A primeira pesquisa Ibope de intenções de voto para o segundo turno da disputa presidencial mostra a candidata do PT, Dilma Rousseff, com vantagem de 6 pontos porcentuais sobre seu adversário na disputa eleitoral, José Serra (PSDB). O levantamento divulgado ontem, encomendado pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e pela Rede Globo, mostra a petista com 49% das intenções de voto e o tucano com 43%. Com a margem erro de dois pontos, a petista pode ter de 47% a 51%, e o tucano, de 41% a 45%.

O total de votos brancos e nulos somou 5% e o dos eleitores que não sabem ou não responderam em quem vão votar ficou em 3%.

A pesquisa Ibope foi realizada entre os dias 11 e 13 de outubro e ouviu 3.010 eleitores. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o protocolo número 35.669/2010.

Segundo o instituto, Dilma Rousseff (PT) tem 53% dos votos válidos e José Serra (PSDB), 47%. Com a margem de erro, de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, Dilma pode ter de 51% a 55%, e José Serra, de 45% a 49%. O critério de votos válidos exclui intenções de voto em branco e nulo e eleitores indecisos. Com a margem erro, a petista pode ter de 47% a 51%, e o tucano, de 41% a 45%.

Comparação

O Ibope informou que a pesquisa permite comparações com as sondagens realizadas antes do primeiro turno, mas com ressalvas. Segundo o instituto, nas pesquisas feitas antes de 3 de outubro, a pergunta sobre a intenção de voto no segundo turno era hipotética. Hoje, é uma situação real.

Na simulação de segundo turno divulgada no dia 2 de outubro, a diferença entre os dois candidatos era de 14 pontos percentuais (51% a 37% a favor de Dilma, considerando os votos totais). Agora, a diferença é de seis pontos.

Dilma promete não enviar projeto com implicação religiosa

Teresina (AE) – A candidata à Presidência da República pelo PT, Dilma Rousseff, ao visitar o CEIR (Centro Estadual Integrado de Reabilitação), em Teresina, assumiu dois compromissos. Um de assumir um projeto em prol da inclusão social, educação e reabilitação de deficientes. Outro de não encaminhar ao Congresso Nacional nenhum projeto que envolva religião ou casamento entre homossexuais. Durante o comentário, um repórter perguntou se a candidata era homossexual, o que a deixou indignada. Ela lamentou que tenham espalhado histórias e panfletos contra ela, sua campanha, e seu partido. “Isso não contribui em nada para o desenvolvimento do país”, criticou.

A candidata informou que na reunião com evangélicos em Brasília assumiu o compromisso de não mandar nenhuma legislação que afetasse a questão relativa a qualquer lei que altere ou impactassem a religião. “Não vamos enviar nenhuma lei deste tipo ao Congresso, com relação a lei de aborto e outras. Ficamos de discutir os termos de uma carta compromisso. Agora, o grande compromisso que assumo, que o Estado é laico e não vai interferir em questão religiosas. O Estado não será de uma religião”, assegurou. Dilma frisou que a união civil entre sexuais não é questão relativa à religião. O casamento entre homossexuais diz respeito às igrejas. Já a união estável é uma questão de Direito Civil entre cidadãos.

Um repórter perguntou se Dilma Rousseff era homossexual. “Meu querido, eu não vou responder a isso. Tenho uma filha e sou avó, pelo amor de Deus”, respondeu.

José Serra garante duplicação de rodovias

Porto Alegre (AE) – Durante os 70 minutos que esteve em Rio Grande, o candidato à Presidência José Serra (PSDB) precisou praticamente correr para cumprir parte de sua agenda pelo município. Entre a chegada ao aeroporto, carreata e caminhada no Centro da cidade, o tucano garantiu que “reafirmará os investimentos” na região, “especialmente no fortalecimento do polo naval” e na continuação da duplicação das rodovias que “ligam o porto à capital gaúcha”, no que ele chamou de o “Eldorado brasileiro”.

Em rápida entrevista coletiva, concedida ainda no aeroporto, Serra afirmou que o próximo passo para o fortalecimento do polo naval de Rio Grande será a construção de todas as etapas das plataformas petrolíferas. Atualmente, parte de algumas destas embarcações são construídas em outros países, especialmente Cingapura, e finalizadas nos estaleiros rio-grandinos. Para o tucano, a produção gaúcha aumentará a partir do momento em que não houver mais intermediários durante as montagens.

Sobre as rodovias BR-392, entre Rio Grande e Pelotas, e BR-116, entre Pelotas e Porto Alegre, Serra prometeu dar prioridade e agilidade às duplicações. “Essa ligação entre a capital e o porto é fundamental para a circulação do que chega e sai do Brasil por aqui e essas duas estradas estão no nosso programa de reformulação das estradas de todo o país.”

Serra afirmou não ter recebido qualquer contato do governador Alberto Goldman sobre o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza.

Diferença é de oito pontos no Vox Populi

A candidata do PT à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, apresenta vantagem de 8 pontos porcentuais sobre seu adversário, José Serra (PSDB), no segundo turno da disputa eleitoral, de acordo com pesquisa Vox Populi encomendada pelo portal iG e divulgada ontem. A petista tem 48% das intenções de voto, enquanto o tucano figura com 40%. O total de votos brancos e nulos somou 6% e o dos eleitores que não sabem ou não responderam em quem vão votar ficou também em 6%.

Se forem considerados somente os votos válidos, Dilma tem 54,5%, enquanto Serra ficaria com 45,4%. O número exclui da conta tanto os votos em branco ou nulos, quanto os indecisos. Esta última fatia do eleitorado, entretanto, ainda pode migrar para um ou outro candidato até a data da eleição.

A pesquisa Vox Populi/iG, a primeiro do instituto neste segundo turno da campanha presidencial, contou com 3.000 entrevistas, realizadas entre os dias 10 e 11 deste mês, em 214 municípios. A margem de erro da pesquisa é de 1,8.

A pouco menos de três semanas da eleição em segundo turno, a avaliação positiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva somou 78%. Na amostra, 17% consideraram o desempenho de Lula regular e 4% o avaliaram negativamente. Não souberam ou não responderam 1% dos entrevistados.

Vox Populi: Dilma aparece com 48% e Serra, com 40%

A candidata do PT à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, apresenta vantagem de 8 pontos porcentuais sobre seu adversário, José Serra (PSDB), no segundo turno da disputa eleitoral, de acordo com pesquisa Vox Populi encomendada pelo portal iG e divulgada hoje. A petista tem 48% das intenções de voto, enquanto o tucano figura com 40%. O total de votos brancos e nulos somou 6% e o dos eleitores que não sabem ou não responderam em quem vão votar ficou também em 6%. Se levados em conta apenas os votos válidos, Dilma tem 54,5% e Serra, 45,4%.


A pesquisa Vox Populi foi realizada nos dias 10 e 11 de outubro e ouviu 3 mil eleitores em 214 municípios. A margem de erro é de 1,8 ponto porcentual para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo número 35.648/2010.


A mostra também mediu a popularidade do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Consideram o governo do petista ótimo ou bom 78% dos eleitores, enquanto 17% o avaliam como regular e 4% o consideram ruim ou péssimo.

Henrique Alves de olho na presidência da Câmara Federal


O deputado veterano da Câmara é Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que atingiu o maior número de mandatos consecutivos: foi eleito para o 11º mandato nestas eleições. O deputado completa 40 anos de Câmara em fevereiro de 2011, e já garantiu a vaga até 2015. Com toda a experiência, Alves não descarta concorrer à Presidência da Câmara pelo PMDB. O atual presidente, Michel Temer, afirmou que PT e PMDB devem se revezar no comando da Casa pelos próximos quatro anos. "Seria uma realização poder presidir a Casa em que estou há 40 anos. Conheço todos os seus cantos, recantos, corredores, plenário, comissões. É o lugar onde o povo brasileiro está representado nas suas qualidades e nos seus defeitos", disse Alves.
Ele ressaltou, no entanto, que é necessário escolher um nome de consenso entre todos os partidos. "Ninguém é candidato de si mesmo". Henrique Eduardo Alves está a um mandato de atingir o recorde do ex-deputado Manoel Novaes (BA), que participou de 12 legislaturas (1933-1982).
O parlamentar do Rio Grande do Norte chegou à Câmara com 22 anos. Foi lançado na política por seu pai, o ex-deputado, ex-ministro e ex-governador do Rio Grande do Norte Aluízio Alves (falecido em 2006).
Atual líder do PMDB, cargo que ocupa desde 2007, já foi presidente das comissões de Comunicação; de Constituição e Justiça; de Legislação Participativa; e de Trabalho, Administração e Serviço Público. O momento mais marcante dessa carreira, segundo Alves, foi a promulgação da Constituição de 1988. "Aquele foi um momento vivo da cidadania, da participação popular. Foi o ponto mais alto da Casa", relembra.
Aos novatos, o deputado aconselha equilibrar os trabalhos no Congresso e o contato com as bases eleitorais nos estados, manter a coerência e esquecer a vaidade. Segundo ele, essa é a receita para que o novo parlamentar não desapareça no universo de 513 deputados.
"É preciso ficar atento às reivindicações dos nossos estados, das bases eleitorais e manter a fidelidade ao partido que representa. Isso cria uma coerência que é muito respeitada", disse Alves. "É preciso ainda ser muito determinado no que se quer fazer, superando os interesses menores, as intrigas e as vaidades. Essa é uma receita que dá sempre certo", alertou.

13 de out. de 2010

Serra defende assessor que teria fugido com dinheiro


O candidato do PSDB, José Serra, classificou como “fantasiosas” as informações de que o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza teria arrecadado R$ 4 milhões para a campanha presidencial do PSDB e depois desaparecido com o dinheiro. Durante o debate da Band de domingo passado, a candidata do PT, Dilma Rousseff, mencionou o engenheiro ao citar que ele “fugiu” com recursos supostamente arrecadados para custear a campanha tucana, conforme publicou reportagem da revista IstoÉ, em agosto.

O tucano negou ontem que o ex-diretor da empresa, um dos responsáveis pelas obras do Rodoanel na sua gestão no governo paulista, tenha arrecadado dinheiro com empresários. Defendeu-o dizendo que se tratava de um funcionário competente. “Isso não é verdade. Ele não fez nada disso, ele é totalmente inocente nesta matéria”, disse o presidenciável, após participar de missa na Basílica de Aparecida, no interior de São Paulo.

“O senhor Paulo Souza era diretor da Dersa. Entrou na Dersa em 2006. E deixou a Dersa quando entrou o novo governador (Alberto Goldman). A relação que eu sempre tive com a Dersa, com a área de transportes, era através do secretário ou do presidente da empresa. Evidente que eu sabia do trabalho do Paulo Souza, que é considerado uma pessoa muito competente e ganhou até o prêmio de engenheiro do ano, no ano passado. Nunca recebi nenhuma acusação a respeito dele durante sua atuação no governo”, declarou o candidato.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, publicada na terça, o ex-diretor da Dersa fez ameaças veladas ao PSDB e cobrou que o candidato o defendesse das acusações de Dilma. “Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada. Não cometam esse erro”, declarou Souza, conhecido como Paulo Preto. Serra disse que a informação é um factoide, feito para “pegar a imprensa”. “Alguns funcionam, como este que estamos vendo agora. Vai fazendo uma tempestade não num copo, mas num cálice de água”, disse o tucano. “Portanto é um assunto que não tem pé nem cabeça, do ponto de vista de achar que isso explica A, B ou C. Isso é completamente ridículo”, completou.

E ontem, o economista David Zylbersztajn divulgou explicando que não defendeu a privatização do pré-sal, como disse a candidata do PT no debate da TV Bandeirantes.