10 de nov. de 2010

Padilha afirma que Dilma não definiu prazos para formar ministério

O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse nesta terça-feira, 9, que a presidente eleita Dilma Rousseff (PT) não estabeleceu prazo 'nem para começar, nem para concluir' a escolha da nova equipe de ministros.

'A tradição dos presidentes eleitos é definir ministério até 23 de dezembro. Mas a Dilma não estabeleceu prazo nem para começar nem para concluir', afirmou o ministro, que está hoje no Congresso Nacional conversando com lideranças sobre a pauta de votação da Câmara e do Senado até o final do ano.

Padilha disse ainda que o presidente deixou claro aos ministros em exercício que nenhum deles é dono da pasta que ocupa atualmente.

'Quem vai decidi o governo, ministério é a presidente eleita. O que todo mundo tem que saber é: o baralho mudou de mãos. Acabou uma rodada, agora o baralho está na mão da presidente eleita, está misturando as cartas, nenhum ministro e nenhum partido é dono do ministério que ocupa', completou Padilha.

De acordo com o ministro, Dilma formará uma equipe com a cara dela. 'A presidente tem seu tempo. Mulheres, de forma muito especial, têm seu tempo, são mais cuidadosas. O tempo é dela, da presidente eleita', ponderou.

Lula

Padilha disse ainda que o presidente Lula conversará com a presidente eleita Dilma Rousseff sobre as vagas em aberto na Esplanada, antes de fazer qualquer indicação. Uma dessas vagas é a de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), aberta desde a aposentadoria de Eros Grau, em agosto.

'Todas as iniciativas que tenham impacto no próximo governo, ele [Lula] vai conversar com a presidente eleita, seja sobre o STF, sobre as agências reguladoras [que tem cargos vagos]'.

8 de nov. de 2010

Casa Civil nomeia sete para governo de transição

O ministro interino da Casa Civil, Carlos Esteves Lima, assinou sete nomeações para o cargos especiais para o governo de transição. A portaria foi publicada nesta segunda-feira, 8, no Diário Oficial da União.

Entre os nomeados estão Clara Ant, assessora licenciada da Presidência, que trabalhou na campanha da presidente eleita, Dilma Rousseff; Giles Carriconde Azevedo,ex-secretário-executivo adjunto da Casa Civil e a jornalista Helena Maria de Freitas Chagas, ex-diretora de jornalismo da Empresa Basil de Comunicação (EBC).

Integram também a lista, Paulo Leonardo Martins, Marly Ponce Branco, Cleonice Maria Campos Dornelles e Anderson Braga Dornelles.

7 de nov. de 2010

Sarney diz que há possibilidade de Congresso propor recriar CPMF

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse nesta sexta-feira que existe a possibilidade de surgir a iniciativa de recriar a CPMF em alguma das duas Casas do Congresso, informou a Agência Senado.

'Eu ouvi a ministra Dilma Rousseff dizer que não vai mandar nenhum projeto fazendo retornar a CPMF. Agora, isso não impede que, aqui dentro das duas Casas do Congresso, apareça uma iniciativa parlamentar restaurando essa contribuição', disse Sarney, segundo informações da agência.

Dilma afirmou em entrevista coletiva na quarta-feira, a primeira após ser eleita no último dia 31, que não pretendia enviar a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira ao Congresso, mas que não poderia ignorar o que chamou de movimento de alguns governadores pela recriação do imposto.

A cobrança da CPMF, originalmente criada para destinar recursos à área de saúde, foi interrompida em dezembro de 2007, quando a proposta de renovação do tributo foi derrubada no Senado numa das maiores derrotas sofridas nos quase oito anos de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na quinta-feira o governador reeleito de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disse após reunião com os demais cinco governadores eleitos pela sigla que 'se precisar restabelecer em parte ou totalmente a CPMF, vamos fazê-lo'.

Nesta sexta, entidades que representam o setor produtivo criticaram a ideia de recriação do imposto.

O presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Braga de Andrade, afirmou que a CNI é 'totalmente contrária' à proposta.

'Isso não resolve o problema da saúde. Acho que antes de pensar em novas receitas, temos de pensar em melhoria da gestão', avaliou.

O presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, que disputou o governo estadual pelo PSB, foi na mesma linha.

'Somos contrários à criação e/ou aumento de qualquer imposto. A sociedade brasileira não aceita elevação da carga tributária', afirma a nota, que também pede a realização de uma reforma tributária pelo novo governo.

Outra entidade que criticou a ideia de restabelecimento do imposto foi a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio). Segundo seu presidente, Abram Szajman, a proposta é 'inaceitável'.

'Esse é o momento de se debater sobre uma reforma tributária mais ampla e não de voltar a falar na criação de um novo tributo', disse, segundo comunicado.

Os partidos de oposição também atacaram a ideia, e a liderança do Democratas no Senado divulgou nota sobre a possibilidade de cobrança.

'É inaceitável --e o eleitor não deverá perdoá-los por isso-- que o assunto tenha sido escamoteado à população durante toda a campanha eleitoral para ressurgir agora com o mesmo argumento enganoso de que falta dinheiro para a saúde', diz o comunicado.
Fonte: Estadão

6 de nov. de 2010

Dilma se emociona ao agradecer apoio do presidente Lula


A presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff (PT), se emocionou durante o primeiro pronunciamento oficial, ao se referir ao apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Baterei muito a sua porta e tenho certeza e confiança de que estará sempre aberta. Saberei honrar o seu legado", garantiu a petista.

Dilma confirmou matematicamente sua vitória pouco mais de uma hora após o fim da votação em todo o Brasil, somando 55% dos votos, enquanto José Serra (PSDB) teve 44%. O índice de abstenção foi de 21%.

"Sei que distância de um cargo nada significa para um homem de tamanha grandeza e generosidade", acrescentou, lembrando da trajetória do presidente Lula como chefe de Estado.

Na referência a Lula, ela foi cortada pelos gritos de "olê, olê, olê, olá, Lula, Lula...". Dilma lacrimejou. "Conviver durante todos esses anos com ele me deu a exata dimensão do governante justo e do líder apaixonado por seu país e sua gente".

MÃO ESTENDIDA

A presidente eleita foi recebida com o Hino Nacional no auditório do hotel Naoum, em Brasilía. Dilma chegou ao auditório acompanhada dos ex-ministros Antonio Palocci e José Dirceu - em seguida, subiram ao palco os coordenadores de sua campanha, José Eduardo Dutra e José Eduardo Cardozo, além do vice Michel Temer, do ex-presidente José Sarney e dos governadores Tarso Genro, Renato Casagrande, Eduardo Campos e Cid Gomes.

Num discurso conciliatório, Dilma "estendeu" sua mão aos opositores e aos eleitores que não votaram nela. "Estendo minha mão a eles. De minha parte não haverá discriminação, privilégios ou compadrios. A partir de minha posse, serei presidente de todos os brasileiros e brasileiras".

O candidato derrotado, José Serra, telefonou para Dilma durante o pronunciamento, segundo José Eduardo Cardoso, coordenador jurídico da campanha petista. Dilma recebeu um bilhete de Palocci, informando-a.


"Para mim, é uma noite completamente especial. Queria me dirigir a todos os brasileiros e brasileiras, os meus amigos e as amigas do Brasil. Recebi de milhões de brasileiros e brasileiras talvez a missão mais importante da minha vida. Além da minha pessoa, é uma demonstração do avanço democrático do Brasil, porque pela primeira vez uma mulher presidirá o Brasil", afirmou.

"Vou honrar as mulheres brasileiras para que esse fato hoje inédito se transforme em uma fenômeno natural", prosseguiu. "Reconheço... Eu e meu vice Michel Temer, hoje eleito, reconhecemos que teremos um duro trabalho para qualificar o nosso desenvolvimento econômico.

"Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver pessoas na rua, enquanto reinar o crack e as cracolândias. A erradicação da miséria nos próximos anos é uma meta que eu assumo, mas peço humildimente o apoio de todos", disse Dilma.

De acordo com a presidente eleita, o que mais lhe deu esperança foi a capacidade do povo brasileiro de agarrar uma oportunidade, por menor que seja, e com ela construir um futuro melhor. "É incrível a capacidade de empreender do nosso povo", concluiu.

5 de nov. de 2010

Brasil melhora na lista do IDH mundial




País é o 73º lugar na lista de desenvolvimento humano da ONU, mas fica abaixo da média da América Latina e Caribe

Brasília. O Brasil ocupa a 73ª posição no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), em uma lista que traz 169 países. A colocação indica que o país apresenta desenvolvimento humano elevado, de acordo com relatório divulgado nesta quinta pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). A categoria superior a essa, e máxima, é a dos países de "desenvolvimento humano muito alto".

O Brasil foi o país que mais avançou no ranking. Foram quatro pontos a mais em comparação a 2009. Um desempenho significativo, sobretudo diante do cenário de estagnação revelado pelo estudo. Dos 169 países analisados, 116 mantiveram a posição apresentada em 2009 e 27 tiveram desempenho pior.

O País alcançou índice 0,699. Noruega, a primeira colocada, 0,938. O pior indicador foi do Zimbábue: 0,140. Apesar da evolução durante o ano, o Brasil continua a exibir um IDH menor do que a média da América Latina e Caribe, que é de 0,704.

Entre os países que mais progrediram em décadas recentes estão os de crescimento "milagroso" como China, que subiu oito pontos nos últimos cinco anos, indo para o 89º lugar, assim como a Indonésia e a Coreia do Sul.

O IDH é composto por três dimensões: educação, saúde e renda. Na saúde, a variável usada ainda é a expectativa de vida. Mas, segundo novos critérios, o estudo leva em conta a Renda Nacional Bruta per capita e os "anos médios de estudo" (número médio de anos de educação recebidos por pessoas com 25 anos ou mais) e os "anos esperados de escolaridade" (número de anos de escolaridade que uma criança em idade escolar espera receber).

A mudança no cálculo do IDH provocou a exclusão de 17 países, para os quais não havia, segundo o Escritório do Relatório de Desenvolvimento, dados disponíveis, entre eles Líbano e Cuba. No caso de Cuba, não havia dados sobre renda per capita. No do Líbano, faltavam dados sobre escolaridade.

O relatório do Pnud calculou o "novo IDH" para o Brasil desde o ano 2000. Segundo Flávio Comim, coordenador do relatório no Brasil, o país apresentou avanços importantes em dez anos. "A expectativa de vida aumentou em quase três anos (de 70,19 anos para 72,93 anos)", lembrou Comim.

Entraves

O que ainda amarra a colocação brasileira é a educação. Ao longo dos últimos cinco anos, o número de anos escolares esperado caiu de 14,5 para 13,8.

A comparação com alguns países vizinhos também é desfavorável. A estimativa é de que um brasileiro viva menos 5,9 anos, tenha média de escolaridade 2,5 anos menor e consuma 28% menos do que uma pessoa nascida no Chile, o 45º no ranking. Argentina, Uruguai, Panamá, México, Costa Rica, Peru também apresentam melhor classificação: 46º, 52º, 54º, 56º, 62º e 63º, respectivamente.

Ao longo da década, o Brasil apresentou um crescimento médio anual de 0,73% no IDH. Um ritmo considerado muito bom. Mas, entre grupo de países de alto desenvolvimento humano, há exemplos de velocidade significativamente maior. O Casaquistão, por exemplo, cresceu 1,51% e Azerbaijão, 1,77%. A Romênia, com ritmo de crescimento de 1,06%, estampa a diferença que tal índice pode provocar. Em 2005, o país dividia com Brasil a mesma colocação. Agora, ele ocupa o 50º lugar no ranking, 22 à frente, portanto, do Brasil.

De acordo com o indicador, a maior desigualdade no Brasil é registrada no rendimento: a perda provocada pelas diferenças nesta área seria de 37,6%.

Os números do relatório, no entanto, mostram que a desigualdade, embora marcante no Brasil, vem caindo na última década. Caso o IDH fosse aplicado em 2000, a perda do Brasil seria de 31%. Em 2005, esse índice cairia para 28,5%.

Ranking

1. Noruega

2. Austrália

3. Nova Zelândia

4. Estados Unidos

5. Irlanda

45. Chile

73. Brasil

75. Venezuela

168. Congo

169. Zimbábue

4 de nov. de 2010

Os número qua a nova presidente irá enfrentar

O que os números revelam sobre Dilma
Dilma Rousseff tem o 8 em duas posições do Mapa Numerológico. As pessoas com grande talento executivo possuem esse simbolismo em destaque. O Número 8 sugere um apurado senso de justiça e a aptidão de cuidar de vários detalhes, principalmente financeiros, com planejamento e pulso firme.
A petista também possui uma capacidade intelectual apurada, por ter Número de Impressão 7. Está sempre disposta a estudar, pesquisar e aprender para melhor exercer suas funções. E contará com um talento para trabalhar em equipe e atuar em benefício da sociedade, conforme mostrado pela sua Lição Existencial 6. Ela é uma mulher disposta a sacrifícios pessoais em prol dos ideais sociais que acredita. Ainda mais que tende a demonstrar um humanitarismo é considerável, por conta do 11 na Lição Existencial e do Desafio do 9.
No ano em que assumirá o cargo, 2011, ela viverá o Ano Pessoal 3. Costuma ser um período de popularidade em alta. Portanto, o povo brasileiro poderá se surpreender com o desempenho administrativo de Dilma Rousseff. No terceiro e quatro trimestres de 2011, ela poderá viajar bastante e expandir os negócios do país em alianças internacionais. Afinal, viverá o 3º.Trimestre 5 e o 4º.Trimestre 7.
Já 2012 será um ano de consideráveis reestruturações para Dilma empreender no Brasil. Ela viverá o Ano Pessoal 4, um ano de muito planejamento e maior preocupação com a segurança, a fim de proporcionar uma maior estabilidade ao país. Nesse processo, como é típico de um ano marcado pela simbologia do 4, Dilma Rousseff precisará receber o apoio de instituições e, no segundo e terceiro trimestres, provavelmente de outros países.
Questões voltadas para a terra, tal como a agricultura, estarão em evidência em 2012. E, em termos pessoais, o segundo semestre de 2012 será uma fase para cuidar de sua saúde, pois o 3º.Trimestre 7 e o 4º.Trimestre 9, associados ao 4 de seu 2012, representarão esses cuidados maior com o corpo.
Em 2013, provavelmente Dilma enfrentará as maiores crises em seu governo. E, ao mesmo tempo, as maiores superações de seu mandato. Mudanças inesperadas e necessárias alterações precisarão ser enfrentadas, por conta de seu Ano Pessoal 5. Especialmente no terceiro trimestre de 2013, quando estará sob a simbologia do Número 9. Já no quarto trimestre de 2013, simbolizado pelo 2, por meio de determinadas parcerias e alianças finalizadas; e outras, diferentes, iniciadas, ela poderá superar as crises deste ano e trazer mais progresso ao país.
E no último ano de sua trajetória presidencial, em 2014, Dilma Rousseff terá a oportunidade, por conta de seu Ano Pessoal 6, de proporcionar os maiores benefícios de seu governo ao povo brasileiro. Porque quando um Ciclo tem o mesmo número presente em alguma posição do Mapa Numerológico, as oportunidades são mais claras de expressarmos os atributos do mesmo. E a presidente tem o 6 como Lição Existencial. Ou seja, uma disposição em proporcionar melhores condições de vida à população ao realizar os seus ideais sociais. É o que marcará o fim desse seu primeiro mandato.
Agência Brasil

3 de nov. de 2010

Dilma anuncia reajuste do Bolsa Família em 2011

A presidenta eleita Dilma Rousseff (PT) afirmou ontem, em entrevista à TV Brasil, que pretende reajustar o valor do Bolsa Família - programa de distribuição de renda lançado no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela disse que ainda não decidiu se o reajuste do benefício fará com que o governo revise o Orçamento da União aprovado para o próximo ano.

 Dilma diz que reajuste do Bolsa Família será uma de suas primeiras medidas como presidenta“Eu pretendo ver isso com mais detalhe. Agora, eu pretendo reajustar os benefícios do Bolsa Família”, afirmou. “O Orçamento é uma peça que está sempre num quadro com o qual você opera. É possível conseguir que haja mais recursos para aquilo, dependendo de suas prioridades. Agora, eu tenho o objetivo de reajustar e garantir os recursos do Bolsa Família para que eles não tenham perdas inflacionárias e que tenham ganho real”, disse Dilma, durante o programa Brasilianas.org.

Entre 2003, quando o programa foi iniciado, e 2010, o governo desembolsou R$ 60,2 bilhões no atendimento a populações mais pobres, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza. O benefício médio, nestes quase sete anos, foi de R$ 96,00 - valor que representou um acréscimo de 47% na renda de aproximadamente 50 milhões de pessoas. Praticamente metade delas vive no Nordeste.

De acordo com Dilma, a erradicação da pobreza será a meta central de seu governo. “É uma questão de concepção. Na concepção do projeto que eu represento, e do qual, obviamente, o presidente Lula é um dos grandes líderes, o crescimento econômico não pode ser desvinculado da melhoria das condições de vida da população. A questão social não é um adereço de mão, não é um anexo ao nosso programa, nem ao nosso governo. Eu vou tornar essa meta de erradicação da pobreza como uma meta central.”

A presidente eleita disse ainda que tem interesse em aumentar a participação das mulheres em seu governo, mas que isso não significa “criar cotas”. “Tenho todo interesse em ocupar os quadros ministeriais com muito mais mulheres, mas também não vou fazer regime de cotas. Se as mulheres forem maioria é porque foram competentes.”

Dilma disse ainda que poderá manter alguns dos ministros do governo de Lula, mas evitou adiantar em quais áreas. “É possível manter nomes e não vejo nenhum problema nesse sentido.”

A presidente eleita afirmou ainda que dará prioridade às reformas política e tributária, mas que o ritmo de trabalho será ditado pelo Congresso. “Darei uma prioridade grande à reforma tributária e à reforma política, mas os prazos serão aqueles mais adequados ao trânsito no Congresso.”

Mulheres

A conversa incluiu ainda temas como reformas política e tributária, às quais promete dar “uma prioridade grande”, mas adequando os prazos ao Congresso, e que poderá ampliar a presença de mulheres em sua equipe. Mas isso não significa, advertiu, que pretenda criar cotas nessa questão. “Tenho todo interesse em ocupar os quadros ministeriais com muito mais mulheres, mas também não vou fazer regime de cotas. Se as mulheres forem maioria, é porque foram competentes.”