23 de out. de 2011

CRISTINA KIRCHNER DEVE GANHAR NO PRIMEIRO TURNO HOJE




Nenhum partido da oposição conseguiria, sozinho, na melhor das hipóteses, mais de 17% dos votos. A presidente, que nos últimos dois anos havia ficado em minoria no Parlamento, conseguiria uma confortável maioria em ambas câmaras na votação de hoje. Em seu eventual novo mandato, Cristina teria uma margem de manobra política que nenhum governo teve desde o presidente Juan Domingo Perón nos anos 50.



Desta forma, a presidente conseguiria para o kirchnerismo outros quatro anos no poder. Somados ao período de governo de seu marido, o ex-presidente Nestor Kirchner (2003-2007), e seu primeiro mandato, esta reeleição possibilitaria um total de 12 anos de kirchnerismo. Isso implicaria no período mais prolongado na história argentina de um mesmo grupo político no poder de forma ininterrupta nos últimos 150 anos.



A hegemonia que surgiria hoje nas urnas está criando um clima político favorável aos planos de setores do governo de tentar uma reforma constitucional que permita uma segunda reeleição de Cristina em 2015.



"Uma democracia real na Argentina baseia-se na reeleição indefinida", afirmou Ernesto Laclau, filósofo preferido de Cristina. Ele disse que "quando se constrói a possibilidade de um processo de mudanças ao redor de um nome determinado, se esse nome desaparece, o sistema fica vulnerável". Segundo o filósofo, se Cristina se "eternizar" no poder não será algo que vá contra o sistema democrático.



Parlamento



Na Câmara, Cristina Kirchner, por intermédio de seu partido, o Justicialista (Peronista), em conjunto com seus aliados, passaria das atuais 116 cadeiras para um total de 132. Os partidos da oposição, em conjunto, cairiam das atuais 141 cadeiras para 125.



No Senado, o governo havia ficado em minoria após as eleições parlamentares de 2009. No entanto, ao longo do último ano, conseguiu atrair os votos de dois senadores, um deles o ex-arquiinimigo do casal Kirchner, o ex-presidente e senador Carlos Menem. Desta forma, atualmente possui 37 cadeiras, contra as 35 da oposição. Mas, após as eleições deste domingo, o governo Kirchner conseguiria aumentar seu peso para 38 cadeiras.



O professor de relações internacionais da Universidade Católica Argentina Jorge Liotti disse ao Estado que, além de "aprofundar o modelo econômico", o governo tem a ambição de "aproveitar a ausência de contrapesos políticos da oposição para ocupar maiores espaços de poder". Neste contexto, segundo ele, o governo considera que o diálogo com a oposição é desnecessário.



Os analistas não descartam que as proporções a favor de Cristina, especialmente na Câmara de Deputados, aumentem mais nos próximos meses, já que preveem um êxodo de membros da oposição para o governo. Nas últimas semanas, diversos peronistas dissidentes deixaram de lado suas antigas diferenças com Cristina e voltaram para o seio do governo, que - pragmaticamente, sem rancor político - os recebeu com os braços abertos.



Voto regional



Das 24 províncias argentinas, uma - a de Corrientes - realizará eleições para governador no ano que vem. Outras 14 já realizaram suas eleições em março, fora de sincronia com as presidenciais de hoje, dia no qual os argentinos de outras 9 províncias irão às urnas para concluir a definição do mapa dos governadores do país.



Cristina, por vias diretas, ficaria com o controle de 17 províncias, número que indicaria a melhor performance do peronismo em um quarto de século. No entanto, outras três - Neuquén, Chubut e Tierra del Fuego - embora nas mãos da oposição, têm governadores que já declararam seu alinhamento com o governo Kirchner. Desta forma, Cristina teria o controle direto ou indireto de 83% das províncias do país.







22 de out. de 2011

Histórico de um rompimento absolutamente previsível





Após uma ferrenha querela jurídica travada pelo senador José agripino, (DEM) do RN contra a criação do mais novo partido brasileiro o PSD, fundado em âmbito federal pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab e aqui no estado pelo vice governador Robson Faria, começou a se esboçar um clima de rompimento entre os líderes e aliados históricos Robson e Agripino, com recados trocadosentre os dois através da impresa.
Depois de organizado o partido no estado Robson Faria agregou em torno de si um grupo composto por seis deputados, que se mantiveram unidos a ele até uma reunião com o líder político da governadora Rosalba Ciarlini, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, quando houve uma drástica redução desse bloco, para apenas dois deputados: Gesane Marinho e José Dias.



Mesmo após O vice-governador dizer a Agripino, através dos blogs e programas políticos, que não tinha mágoas do senador, mas que muito ficou admirado e perpelxo com sua atitude, José Agripino mais uma vez bateu forte em seu ex-aliado, quando disse que o "governo Rosalba se mexeu e não quiz ficar refém de arobson, como ocorreu com Wilma", disse se referindo ao demantelamento do bloco de deputados montado por Robson e esfacelado por Rosalba/Carlos.




Para aparentar uma normalidade, a governadora Rosalba tranferiu de forma pacíficaa e oficial o governo ao seu vice, que naquele momento se desemcombatibilizava obrigatriamente do outro cargo que exercia que era o de Secretário de Infra Estrutura e recursos Hídricos, e exatamente aí estava disfarçada a jogada de mestre do mentor Carlos Augusto, que desembocaria no rompimento de Robson, pois ao retornar dos Estados Unidos onde conseguiu um empréstimo junto ao BIRD equivalente á famosa venda da COSERN, por Garibalde, Rosalba não procurou o vice governador para reempoçá-lo em seu posto. E Robson agora á noite desabafou:" ela já voltou há mais de uma semana e não me renomeou ao gargo que ocupava na na secretaria, eu ia fazer o que la? Se eu chuegasse irião dizer você não trabalha mais aqui, você não é mais secretário".
O vice-governador Robinson Faria afirmou que após a governdora Rosalba Ciarlini retornar dos Estados Unidos começou a sofrer um processo de “humilhação” na gestão. “Quando Paulo de Tarso levou para a governadora o documento para minha nomeação a Secretaria de Recursos Hídricos (quando Rosalba voltou da viagem), a governadora disse que Paulo procurasse o marido dela. Isso foi um humilhação, quiseram mostrar uma superioridade,como se o vice fosse uma figura simbólica e que só serviu para ajudar na eleição”, destacou.





Olhares e pensamentos distintos e distantes já vinham se comportando Rosalba Ciarline e Robson Faria, pois o que se comenta é havia um acordo entre os dois, que Robson seria o candidato dela (Rosalba) ao senado em 2014, quando ela própria seria candidata a reeleição.




Mas o estranhamento de Robson nesse sentido, se deu quando o governo convidou o grupo do PMDB que não caminhara ao seu lado nas eleiçoés em que sagrou-se governadora: leia-se deputado Henrique Alves, que tem os mesmos planos que o vice-governador de chegar ao senado.
Como se não bastasse isso, "o sinal de alerta de Robsn" soou ainda mais alto, quando também foi convidado para compor a base do governo o deputado João Maia (PR). Até para quem não entende do ramo, seria estrela demais em uma só constelação, não caberia todo mundo, alguém fatalmente iria perder espaço. E não deu outra: o orçamento de sua secrteria para o próximo ano foi reduzido em 70%. Ficando praticamente um "birô" para ser comandado por Robson.


Dos seis deputados que juraram fidelidade, apenas José Dias, histórico peemedebista, e Gesanne Marinho, permaneceram ao lado de Robson, na estruração do PSD, mesmo tendo Gesane dado uma "balançada" após uma longa conversa com o ea-deputado Carlos Augusto.
A saída de Robson do governo fez as duas primeiras baixas no secretariado de Rosalba, a primeira a dele proprio da Secretaria de recursos Hidricos e  a do seu grande aliado e indicado, Paulo de Tarso Fernandes, da Chefia da Casa Civil.





A imprensa oficial assim noticiou o fato da saída de Robson e Paulo de Tarso:
A governadora Rosalba Ciarlini recebeu com surpresa o anúncio da saída do vice-governador Robinson Faria e do secretário-chefe de gabinete civil, Paulo de Tarso Fernandes. “Lamento que eles tenham deixado o governo no momento em que estamos reconstruindo o Rio Grande do Norte”, disse a governadora, que soube da decisão pela imprensa.
A governadora não recebeu formalmente o pedido de exoneração do secretário Paulo de Tarso. Rosalba deve anunciar o novo secretário-chefe do Gabinete Civil, nas próximas horas.




Sem futurismo ou coisa do gênero, não é de se admirar, que no ano vindouro, onde teremos disputas municipais e pelo que parece, a ex-governadora Wilma irá participar do pleito com muita chance de sagrar-se vitoriosa, possamos ter novamente uma união política que por um bom período deu muito certo entre Robson e Wilma.
Esse é a radiografia que efervece no momento em nosso estado e que só demonstra o dinamismo e a celeridade com que as coisas acontecem no fascinante  eixo político.

21 de out. de 2011

"QUEREM TIRAR UM MINISTRO DE ESTADO NO GRITO", DIZ ORLANDO SILVA.




Prestando esclarecimentos aos senadores das comissões de Fiscalização e Controle (CMA) e de Esporte (CE) há mais de meia hora, o ministro do Esporte, Orlando Silva, rechaçou todas as acusações contra ele publicadas pela imprensa desde o último fim de semana. Daqui a pouco começarão as perguntas dos senadores para o ministro. Ele negou que tenha recebido recursos desviados de convênios de sua pasta e também negou que seu partido, o PCdoB, pratique "caixa dois" com dinheiro público.

O senador classificou como "acusação vil e mentirosa" a reportagem da revista Veja com denúncias feitas pelo ex-policial militar João Dias Ferreira contra ele. O ministro disse que a revista o expôs a um "linchamento público sem provas".

"Querem tirar um ministro de estado do governo no grito, acham que só acusações sem provas são suficientes, querem um processo sumário. Não houve, não há e não haverá qualquer prova que sustente esse ataque grosseiro que recebi", disse o ministro.

Orlando Silva também chamou seu acusador de "delinquente" e afirmou que foi a entidade de João Dias Ferreira que desviou recursos do ministério. O ministro acrescentou que vai processar o acusador e a revista.

João Dias Ferreira, ex-militante do PCdoB, chefia duas organizações não governamentais que mantiveram contratos com o Ministério do Esporte e acusa Orlando Silva de envolvimento com um esquema de corrupção por meio do programa Segundo Tempo.



Fonte: Agência Senado

Militares não chegam a acordo com governo sobre subsídio




Entidades representativas dos policiais e bombeiros militares e equipe do governo estadual se reuniram mais uma vez ontem, na Consultoria Geral do Estado, para tratar sobre a criação do subsídio proposto pela categoria. O governo apresentou uma proposta, que transforma a remuneração dos policiais em subsídio, mas com um valor menor do que é recebido atualmente pela categoria. O que gerou muita revolta nos policiais e bombeiros que estavam em mobilização em frente à CGE.
A sugestão do governo, além de ser menor que a apresentada na última reunião, propõe que o salário dos policiais e bombeiros militares seja transformado em subsídio a partir de fevereiro de 2012 com o valor de R$ 1.818,00, valor este inferior ao recebido pela categoria atualmente que é de R$ 1.822.
“A categoria, é claro, não aceitou a proposta. É um absurdo, pois apenas com a previsão do reajuste do salário mínimo para o próximo ano, receberemos mais do que o proposto pelo governo. Nos reunimos ainda durante a reunião e apresentamos uma contraproposta com a implantação do subsídio em fevereiro de 2012 com o valor de R$ 2.200 e reajuste para R$ 2.800 em julho de 2012”, afirma o presidente da Assicualçai de Cavis e Soldados da PM (ACS PM/RN), Cabo Jeoás.
A proposta será analisada pelo governo que dará uma resposta amanhã, em nova reunião na Consultoria Geral do Estado, às 9h. A categoria se concentrará novamente, em assembleia geral, em frente à CGE. “Hoje será deflagrado os movimentos Polícia Legal e Tolerância Zero”, disse o presidente da ACS.



Com informações do movimento sindical militar

20 de out. de 2011

O empresário José Mendes admite candidatura




Os observadores da movimentação política local já haviam percebido uma certa tendência do empresário José Mendes em ingressar como candidato, já nas próximas eleições municipais.
Falou-se inicialmente em uma vaga à Câmara Municipal quando o empresário assinou ficha no PDT, que seria  uma forma encontrada pelo seu presidente Rútilo Coêlho de manter uma ou mais cadeiras no parlamento municipal, haja vista a debandada dos atuais vereadores Jório Nogueira, Claudionor Santos e Ricardo de "Dodoca".
Mesmo dizendo em seu programa diário "A voz do povo", veículado diariamente pela Rádio Difusora, que não tem pretensão política nenhuma, pois quando tentou, sofreu grandes decepções pricipalmente de pessoas próximas a ele.
"Para ser candidato é preciso ter paciência, tempo e dinheiro e eu não tenho nada disso, mas capacidade eu tenho de sobra", afirma.
Mas, após a vinculação do Reitor da UFERSA Josivan Barbosa ao PT, notou-se uma afinidade e aproximação entre os dois através do programa apresentado po Zé Mendes.
E mais recentemente declarou no ar o empresário: "sou filiado a um partido e não descarto compor uma chapa para a prefeitura, no cargo de vice de Josivan Barbosa".
Andemos! 

19 de out. de 2011

"Chico da Prefeitura" diz que o nome de Kátia é apenas especulação.






Contrariando aos movimentos que vem acontecendo nos bastidores do palácio da resistência, onde o nome da Secretária Estadual de Infra Estrutura Kátia Pinto realmente está sendo inserido no eixo político, para as próximas eleições municipais, o vereador pelo DEM, Francisco Dantas da Rocha, o famoso "Chico da Prefeitura", desconhece como forte para a disputa o nome da secretária.
"O nome dela vem sendo falado assim como o de Alexandrino, quem está vinculado a um partido pode ser escolhido candidato por ele", desdenha o "juventude".
Chico disse ter conhecimento de pesquisas secretas em que seu nome cresce de forma "galopante" e por contrariar seus organizadores tais resultados não são divulgados.
Acredita o parlamentar que o seu grupo político irá escolher o nome tomando por base as reais chances de vitória. 
"Chegou o momento, tenho seis mandatos de vereador, estou preparado para assumir a prefeitura de Mossoró", desabafou.
O vereador apreveitou para dar uma "alfinetada" em sua colega de partido, de parlamento e de pretensões políticas, Claudia Regina, quando disse: "sou fiel ao meu partido, nunca traí o DEM, votei em Betinho para deputado Federal e não em pessoas de fora", fazendo uma clara referência ao fato de a parlamentar ter apoiado Felipe Maia, exatamente na eleição em que betinho não logrou êxito, sendo esse um problema enfrentado por Cladia no processo de viabilização de seu nome para a disputa vindoura pela chefia do município.

18 de out. de 2011

Sandra Rosado foi aplaudida na casa de Henrique Alves

Sandra aplaudida na casa de Henrique


Direto de Brasília








A deputada Sandra Rosado (PSB) esteve hoje pela primeira vez na reunião/almoço de líderes no apartamento do deputado Henrique Eduardo Alves.
Tratamento especial do anfitrião, com direito a palmas e deferências especiais a potiguar.
Henrique Alves registrou que o RN conta agora com uma líder de 35 deputados, somados aos 80 de seu PMDB.
Blog Laurita Arruda