22 de out. de 2011

Histórico de um rompimento absolutamente previsível





Após uma ferrenha querela jurídica travada pelo senador José agripino, (DEM) do RN contra a criação do mais novo partido brasileiro o PSD, fundado em âmbito federal pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab e aqui no estado pelo vice governador Robson Faria, começou a se esboçar um clima de rompimento entre os líderes e aliados históricos Robson e Agripino, com recados trocadosentre os dois através da impresa.
Depois de organizado o partido no estado Robson Faria agregou em torno de si um grupo composto por seis deputados, que se mantiveram unidos a ele até uma reunião com o líder político da governadora Rosalba Ciarlini, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, quando houve uma drástica redução desse bloco, para apenas dois deputados: Gesane Marinho e José Dias.



Mesmo após O vice-governador dizer a Agripino, através dos blogs e programas políticos, que não tinha mágoas do senador, mas que muito ficou admirado e perpelxo com sua atitude, José Agripino mais uma vez bateu forte em seu ex-aliado, quando disse que o "governo Rosalba se mexeu e não quiz ficar refém de arobson, como ocorreu com Wilma", disse se referindo ao demantelamento do bloco de deputados montado por Robson e esfacelado por Rosalba/Carlos.




Para aparentar uma normalidade, a governadora Rosalba tranferiu de forma pacíficaa e oficial o governo ao seu vice, que naquele momento se desemcombatibilizava obrigatriamente do outro cargo que exercia que era o de Secretário de Infra Estrutura e recursos Hídricos, e exatamente aí estava disfarçada a jogada de mestre do mentor Carlos Augusto, que desembocaria no rompimento de Robson, pois ao retornar dos Estados Unidos onde conseguiu um empréstimo junto ao BIRD equivalente á famosa venda da COSERN, por Garibalde, Rosalba não procurou o vice governador para reempoçá-lo em seu posto. E Robson agora á noite desabafou:" ela já voltou há mais de uma semana e não me renomeou ao gargo que ocupava na na secretaria, eu ia fazer o que la? Se eu chuegasse irião dizer você não trabalha mais aqui, você não é mais secretário".
O vice-governador Robinson Faria afirmou que após a governdora Rosalba Ciarlini retornar dos Estados Unidos começou a sofrer um processo de “humilhação” na gestão. “Quando Paulo de Tarso levou para a governadora o documento para minha nomeação a Secretaria de Recursos Hídricos (quando Rosalba voltou da viagem), a governadora disse que Paulo procurasse o marido dela. Isso foi um humilhação, quiseram mostrar uma superioridade,como se o vice fosse uma figura simbólica e que só serviu para ajudar na eleição”, destacou.





Olhares e pensamentos distintos e distantes já vinham se comportando Rosalba Ciarline e Robson Faria, pois o que se comenta é havia um acordo entre os dois, que Robson seria o candidato dela (Rosalba) ao senado em 2014, quando ela própria seria candidata a reeleição.




Mas o estranhamento de Robson nesse sentido, se deu quando o governo convidou o grupo do PMDB que não caminhara ao seu lado nas eleiçoés em que sagrou-se governadora: leia-se deputado Henrique Alves, que tem os mesmos planos que o vice-governador de chegar ao senado.
Como se não bastasse isso, "o sinal de alerta de Robsn" soou ainda mais alto, quando também foi convidado para compor a base do governo o deputado João Maia (PR). Até para quem não entende do ramo, seria estrela demais em uma só constelação, não caberia todo mundo, alguém fatalmente iria perder espaço. E não deu outra: o orçamento de sua secrteria para o próximo ano foi reduzido em 70%. Ficando praticamente um "birô" para ser comandado por Robson.


Dos seis deputados que juraram fidelidade, apenas José Dias, histórico peemedebista, e Gesanne Marinho, permaneceram ao lado de Robson, na estruração do PSD, mesmo tendo Gesane dado uma "balançada" após uma longa conversa com o ea-deputado Carlos Augusto.
A saída de Robson do governo fez as duas primeiras baixas no secretariado de Rosalba, a primeira a dele proprio da Secretaria de recursos Hidricos e  a do seu grande aliado e indicado, Paulo de Tarso Fernandes, da Chefia da Casa Civil.





A imprensa oficial assim noticiou o fato da saída de Robson e Paulo de Tarso:
A governadora Rosalba Ciarlini recebeu com surpresa o anúncio da saída do vice-governador Robinson Faria e do secretário-chefe de gabinete civil, Paulo de Tarso Fernandes. “Lamento que eles tenham deixado o governo no momento em que estamos reconstruindo o Rio Grande do Norte”, disse a governadora, que soube da decisão pela imprensa.
A governadora não recebeu formalmente o pedido de exoneração do secretário Paulo de Tarso. Rosalba deve anunciar o novo secretário-chefe do Gabinete Civil, nas próximas horas.




Sem futurismo ou coisa do gênero, não é de se admirar, que no ano vindouro, onde teremos disputas municipais e pelo que parece, a ex-governadora Wilma irá participar do pleito com muita chance de sagrar-se vitoriosa, possamos ter novamente uma união política que por um bom período deu muito certo entre Robson e Wilma.
Esse é a radiografia que efervece no momento em nosso estado e que só demonstra o dinamismo e a celeridade com que as coisas acontecem no fascinante  eixo político.

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