10 de nov. de 2011

Inversão nos nùmeros






Na eleição passada, mesmo sendo de partidos completamente antagônicos, a governadora Rosalba e a presidente Dilma, obtiveram números vinculados, os índices das duas então candidatas erão tão próximos que dava a impressão pra quem via os números sem analisá-los, de que se tratava de pessoas aliadas. 
Mas ali se configurava o que se ocorria no momento. O mesmo acontece hoje, porém o que está em avaliaçõa agora não é masi o "marketing" de campanha e sim as administrações, no seu curso de quase um ano.
E a Certus, colheu os seguintes dados no âmbito da capital:
A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) apresentou uma aprovação de 25% entre os entrevistados da Certus em Natal. O índice de desaprovação ao governo bateu a casa dos 57,86%. Não sabe somou 15%; e Não respondeu, 2%.
A presidente Dilma Rousseff (PT) mantém boa avaliação. Segundo a Certus, Dilma obteve 66,14% de aprovação; 24% de desaprovação; Não sabe, 8%; Não respondeu, 1,86%.





9 de nov. de 2011

Carlos Eduardo lidera mais recente pesquisa sobre eleição em Natal





 
De acordo com os números da pesquisa estimulada para o primeiro turno do pleito, o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), lidera a corrida eleitoral com 38,43% das preferências.
A ex-governadora Wilma de Faria (PSB) aparece em segundo lugar com 25,57% das intenções de voto. O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) obteve 6,29% das preferências, garantindo o terceiro lugar.
Em seguida, Hermano Morais (PMDB) aparece com 4,57% empatado com Fernando Mineiro (PT), também com 4,57% das intenções de voto. Felipe Maia (DEM) é lembrado por 3,29% dos entrevistados; Micarla de Sousa (PV) possui apenas 1,57% das intenções de voto; e Fábio Faria (PSD) surge com 0,86% das menções.
Nenhum dos citados somou 10,29%; Não sabe somou 4,14%; e 0,43% não respondeu.
A Certus realizou 700 entrevistas domiciliares, em áreas selecionadas por bairros, estratificadas por sexo, idade, grau de instrução e renda. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos.
As entrevistas foram realizadas nos dias 5 e 6 de novembro

8 de nov. de 2011

Entrevista concedida Por Carlos Eduardo ao blog de Diógenes Dantas no Domingo



O ex-prefeito de Ntatal Carlos Eduardo Alves foi entrevistado no Domingo por Diógenes Dantas, oportunidade em que discorreu sobre sua pre´candidatura á Prefeitura de Capital e das chances dos outros também postulantes ao cargo, veja agora a entrevista na ìntegra:


1 - O senhor tem defendido a candidatura em bloco dos partidos de oposição na eleição de Natal. Por que?
- O grupo do governo já tem chapa para 2014. A oposição não tem. PSB, PT e PDT são os partidos mais representativos do segmento oposicionista. Temos o mesmo propósito de ganhar as eleições. Nós viemos de duas derrotas já no primeiro turno, 2008 e 2010. Se ficarmos desunidos em 2012, estaremos numa situação vexatória porque não há perspectiva de candidaturas viáveis no campo da oposição.

2 - Como estão as conversas com o PSB e com o PT? Eu soube que o senhor passou mais de quatros horas com Wilma.

- Já houve uma rodada de diálogos. Eu conversei com Wilma e com outros líderes partidários. O PDT já sentou com o PSB, PT, PCdoB e com o PRB. Nós pretendemos tratar com outras agremiações. Eu acredito na união de forças porque a oposição poderá colher vitórias em Natal, Parnamirim e Mossoró. E noutras cidades importantes do estado. Se isso ocorrer, teremos condições de apresentar um projeto viável para 2014.

3 - Quem abre para quem?

- Só o diálogo vai definir isso. Eu tenho me colocado como beneficiário desta união porque lidero as pesquisas de opinião. Já foram divulgadas de 8 a 9 pesquisas e eu estou em 1º lugar absoluto. Se o critério for pesquisa, meu nome é o mais viável.

4 - Wilma tem crescido nas pesquisas. O senhor teme a candidatura dela?

- Não, absolutamente. Meu nome também tem crescido. Eu tenho visitado os bairros da capital e fico impressionado com a receptividade ao meu nome. As pessoas desejam que Carlos Eduardo volte à Prefeitura de Natal. Eu terminei minha gestão com altos índices de aprovação. Isso é o reconhecimento da população ao nosso trabalho. É bom destacar que eu sou candidato num partido diminuto e sem o apoio das principais lideranças do estado. Mesmo assim, lidero as pesquisas.

5 - Há margem de conversa com o PT? Fernando Mineiro me disse que é candidatíssimo.

- Claro. Nós estamos conversando com o diretório municipal do PT. Por que o PT não pode me apoiar? Eu fiz a candidatura do PT (Fátima Bezerra) em 2008. Ao longo da minha carreira política, eu sempre fui um homem de gestos e atitudes em favor do PT.

6 - O senhor está cobrando a conta?

- Não se trata de cobrar conta alguma. Eu estou apenas dizendo que não há razão para o PT não me apoiar. Vou manter o diálogo para conquistar esse apoio. No momento, eu respeito a pré-candidatura legítima do deputado Fernando Mineiro.

7 - Qual o papel de Robinson Faria, recém-chegado à oposição?

- O vice-governador foi expulso da aliança governista, mas até agora eu não tive condições de conversar com ele. Robinson viajou. Portanto, eu não sei qual é o projeto do PSD na eleição de Natal.

8 - O senhor acredita que Micarla de Sousa é pato morto ou, melhor dizendo, borboleta morta nesta eleição?

- O que eu vejo é uma grande reprovação, uma grande indignação a atual administração. Eu compartilho desta opinião. A gestão dela frustrou o natalense, logrou a cidade de Natal.

9 - O senhor não se sente culpado? Afinal, quem deu visibilidade a Micarla colocando-a de vice foi você.

- Alto lá! Ela foi indicada pelos partidos no fechamento da aliança. Não foi escolha minha. Poderia ter sido, porque ninguém a conhecia bem. No terceiro mês da minha gestão, eu vi que éramos incompatíveis. Eu tive de colocá-la no lugar dela e disse aquela frase: "vice é vice". Quando o vice politicamente não presta, vice é vice.


10 - Por que o senhor não aceitou o convite para voltar ao PMDB?

- Eu estou bem no PDT. O partido está vivo. Tenho reunido estudantes, mulheres, as minorias. Eu presido o PDT e conto com a confiança dos quadros locais e da executiva nacional da legenda. Eu esperava que Garibaldi e Henrique me apoiassem. Se nós estamos juntos no plano nacional, por que o PMDB não pode me apoiar? Na última eleição, Garibaldi não exigiu que Rosalba deixasse o DEM para se filiar ao PMDB, nem Henrique Eduardo exigiu de Iberê Ferreira que mudasse de partido para contar com o apoio dele. A prioridade do PDT é fechar aliança com os partidos da base da presidente Dilma Rousseff. Porém, nós não estamos fechados para outros partidos. Até o DEM é bem-vindo.

7 de nov. de 2011

STF decide na quarta-feira validade definitiva da Ficha Limpa









O STF (Supremo Tribunal Federal) deve discutir na quarta-feira a validade definitiva da Lei da Ficha Limpa. Pelo menos dois aspectos polêmicos da regra podem causar um novo impasse na corte.
Os ministros estão divididos sobre a retroatividade da lei para crimes cometidos antes da vigência da lei e a possibilidade de punir políticos ainda não condenados em definitivo.
A expectativa é que a maioria dos ministros vote pela constitucionalidade da lei, permitindo que ela seja aplicada para futuras eleições, inclusive na disputa municipal de 2012.
Sancionada em junho de 2010, a lei prevê que políticos condenados em julgamentos realizados por mais de um juiz, cassados ou que tenham renunciado sejam impedidos de assumir cargos eletivos.

6 de nov. de 2011

Idema já tem novo diretor




A edição do Diário Oficial do Estado deste sábado (05) trouxe a nomeação de Gustavo Szilagyi para o cargo de diretor geral do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do RN (IDEMA-RN).
O geógrafo Gustavo Szilagyi entra no lugar do engenheiro civil Marcelo Toscano, que estava na função de diretor geral do IDEMA-RN.
“Agradeço o empenho e os serviços prestados por Marcelo Toscano enquanto esteve dirigindo o IDEMA-RN nestes 10 meses. Ele inclusive fará a transição para Gustavo Szilagyi que passa a conduzir o órgão daqui para frente”, disse a governadora.
Formado em geografia pela UFRN (2004) com mestrado pela mesma universidade (2007). Gustavo Szilagyi é natalense, casado e professor efetivo da Universidade Potiguar (UnP) desde 2009, onde ministra aulas nos cursos de Ciência Biológicas, Gestão Ambiental e Engenharia Civil.

Fonte e foto: Assessoria

Mudança de rumo



É por isso que a arte da política é chamada de dinânimica, mutável, e ás vezes imprevisível, pois  quem ontem não conseguiu se eleger hoje pode ser ter seu nome como imbatível.
Refiro-me a ex-governadora Wilma Maria de Faria, que nas eleições passadas não só não conseguiu a sua própria eleição como não elegeu seu filho Lauro Maia a deputado estadual e quase não "emplaca" sua filha a deputada estadual Márcia Maia que conseguiu êxito em uma posição não desejada nem esperada pelo seu grupo político, à época no poder pelo PSB.
Pois bem, hoje, em todas as pesquisas feitas para consumo interno ou externo, o nome de Wilma de Faria disponta sempre na ferente, seja para prefeitura de Natal, senado da república ou governo do estado, esatas duas últimas prevista para 2014, onde Wilma bate com força em todos os poss´veis postulantes ao senado como: Hernrique Alves, Fátima Bezerra e Rbson Faria.
Caso Wilma venha a se confirmar no cargo de chefe do executivo da capital, terá um fortalecimento do seu nome tão importante que a fará escolher o cargo para disputar com maior chance de vitória.

5 de nov. de 2011

PR ficará na oposição em Mossoró em 2012



Em conversa recente, o vereador Genivan Vale chegou a pedir a João Maia que a legenda ficasse à vontade para tomar o rumo que quisesse em Mossoró mesmo que o PR aderisse à base de apoio da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). "Pedi a João que não deixasse que as decisões de Natal interferissem em Mossoró. Ele me respondeu que já tinha dito a José Agripino que gostaria de deixar os diretórios municipais livres nas eleições 2012", explicou.

As informações de Genivan corroboram com as últimas declarações de João Maia sobre o assunto. Em Baraúna, ele declarou que tinha simpatia pelo nome da deputada estadual Larissa Rosado (PSB) para disputar a Prefeitura de Mossoró em 2012. Esta semana ele reforçou o entendimento em entrevista à Rádio Caicó AM. É justamente a deputada do PSB, o nome que mais agrada aos membros do PR local.

Para Genivan Vale, o PR caminha para se alinhar com a oposição. "A tendência é a gente seguir a oposição. Gostaria muito que saísse todo mundo junto e que todos os partidos lançassem candidatos e aquele que estiver na frente nas pesquisas seja o escolhido", declarou.

DIRETÓRIO

A respeito da presidência do diretório municipal do PR, Genivan Vale disse que ainda não há uma data para que ele assuma oficialmente o comando da sigla.

Ele disse que a legenda precisa se reunir para definir uma série de propostas a serem apresentadas ao candidato que receber o seu apoio