20 de jan. de 2012

Felipe Maia diz que não é candidato, mas mantém nome em pesquisas


Embora não tenha solicitado a retirada do seu nome das pesquisas de opinião referentes ao pleito deste ano, o deputado federal Felipe Maia (DEM) nega que possa ser candidato nas eleições deste ano.
“A manutenção do meu nome das pesquisas de opinião é uma decisão do partido. Cabe ao Democratas solicitar a retirada, caso ache necessário. Minha posição é a decisão da legenda. Mas, meu projeto não é ser candidato”, afirma

Ùltimos números da Start para as eleições em Natal





Veja os números da Start, na modalidade expontânea para a disputa municipal em Natal


Carlos Eduardo 47,5%

Wilma de Faria 17,5%

Rogério Marinho 8,8%

Hermano Morais 4,8%

Felipe Maia 2,4%

Micarla 2,2%

Fernando Mineiro 1,1%

Nenhum 11,5%

Não sabe 4%

19 de jan. de 2012

Francisco José Júnior reúne fatia importante de nossa política em Tibau









O presidente da Câmara Municipal conseguiu uma proesa jamais vista nos últimos trinta anos, desde que houve o racha entre os Rosado em 1982.
Se bem que, segundo o anfitrião, todos os assuntos foram discutidos nos alpendres de sua caas, menos política.
O fato é que Silveira que é do PSD, reuniu doze dos treze componentes de nossa câmara  mais a atual prefeita do município bem como os prefeitáveis Larissa Rosado (PSB), Claudia Regina e Chico da Prefeitura, ambos do DEM.
Se foi somente um encontro de veranistas na aprazívelTtibau, saberemos em breve.

18 de jan. de 2012

Atual conjuntura política de Mossoró e suas múltiplas possibilidades







A deputada estadual pelo PSB Larissa Rosado, vem despontando como líder em todas as pequisas de opinão pública, divulgadas até o momento de pré campanha eleitoral.
Devemos observar que Larissa ultrapassou o número que obteve no final da sua última disputa para a prefeitura muniocipal em 2008, qundo sua percentagem final chegou aos 34%, se encontrando atualmente, quando nem oficializada foi a disputa/campanha eleitoral, com 37%.
Larissa está conversando com todos os partidos que compõem a base de governo da presidente Dilma Roussef (PT).





Ex vic-prefeita e atual vereadora pelo DEM, Claudia Regina enfrenta dificuldades dentro do seu agrupamento político no sentido de viabilizr seu nome como a candidata consensual dos grupos da governadora Rosalba Ciarlini e da prefeita Fafá Rosado, ambas dos "Democratas".
A primeira das difuculdades diz respeito a uma mágoa antiga , mas que perdura até o momento, segundo os mais próximos, que o marido de Rosalba o ex deputado Carlos Augusto Rosado, nutre até hoje, em virtude de quando Betinho Rosado mais necesscitou que todos os seus aliados no âmbito de Mossoró,estivessem ao seu lado, Claudia Regina, optou em apoiar Felipe Maia , filho de José Agripinao. O ano era 2006 e Betinho não retornara à Câmara Federal, por ter-lhe faltado 10.000 votos, exatamente os que garantiram Felipe no paralmenteo federal.
Mas mesmo assim, os prognósticos dos mais entendidos dizem que Cláudia será mesmo a candidata do grupo, por representar um pouco mais de chance de eleição.





O conhecido "Chico da Prefeitura" ou "Juventude" o Francisco Dantas da Rocha, se encontra meio irritado, pois nos últimos dias passou em diversos órgãos da nossa imprensa numa forte campanha para a escolha de seu nome como o candidato dos "Democratas".
Empolgado pela boa votação que obteve para deputado estadual em 2010, Chico disse que "essa é a vez do povo".
Mas para os mais observadores Chico não quer de fato ser candidato, pois se assim o fosse, teria migrado de seu partido para o recém criado PSD, que lhe assegurou legenda de antemão.
Mas parece que o apelido de chico, da "prefeitura", o faz recuar ficando somente no grito e na vontade, de se libertar de seu grupo, como já ensaiou por diversas vezes.
Saindo hoje de uma reunião na casa da prefeita Fafá Rosado, Chico teria dito na calçada para uma pequena platéia: "eu não sou o candidato, mas também tem gente que não vai ser".






O reitor da UFERSA, Josivan Barbosa, enfrenta algumas desconfianças daqueles "petistas históricos", por ter se vinculado ao Partido dos Trabalhadores há pouco mais de cinco meses e até então ter tido fortes ligações com as forças tradicionais da nossa política.
E agora se diz a única saída para o desemvolvimento de Mossoró.
Josivan perdeu espaço importante na radiofonia mossoroense, em especial a Rádio Difusora, quando o seu sócio-gerente Paulo Linhares foi escolhido Secretário da Previdência de Mossoró, que é governada pala prefeita Fafá Rosdo, do DEM.
Dentre os importantes nomes do PT que não simpatizam com a candidatura própria do partido em Mossoró está a deputada federal Fátima Bezerra, considerada um ícone na história do partido no país, que entende ser mais produtiva a união dos partidos aliados da base do governo federal.





 

A vice prefeita de mossoró e irmã da governadora Rosalba Ciarlini, tem seu nome praticamente descartado para a disputa do pleito vindouro, como cabeça de chapa, em virtude exatamente do parentesco com a giovernadora, visto que para ter seu nome na disputa a atual ocupante teria que deixar o Palácio da Resistência, sede do governo municipal, para que constitucionalmente seu nome fosse viabilizado. Inclusive em uma reunião de Fafá coma aliados, hoje pela manhã em sua casa, a possibilidade de renúncia chegou ao patamar de zero, restando para Ruth o direito de disputar a reeleição do mandato que exerce atualmente que é o de vic prefeita.
O blog acredita que a chapa que disputará a cadeira de prefeito com Larissa será Claudia Regina como candidata  a prefeito é a atual vice prefeita Ruth Ciarlini como sua colega de chapa, na disputa á reeleição ao atual cargo que ocupa.
E achamos isso baseados na eleição de 2004, onde Carlos Augusto poderia ter lançado naquele momento o nome de Claudia para disputar com Larissa, à época no PMDB estreando como candidata a chefia da prefeitura de nossa cidade, mas optou no entanto pelo nome de sua recém aliada, Fafá Rosado, que disputara com sua esposa Rosalba em seu último mandato para a chefia do executivo municípal e deu um susto muito grande à então "dona" dos votos de mossoró, que era Rosalba em sua disputa a reeleição. Então hoje, como naquele tempo, o fator que levará Carlos/Rosalba preterirem um nome de sua simpatia a um nome que não goza mais dessa qualidade é mesmo a melhor performance nas pesquisas eleitorais. O grande diferencial aqui é que o nome da simpatia do casal Carlos/Rosalba, não disputará com seu apoio em virtude da legislação lelitoral.
Como diziam os mais antigos é hora de engolir o choro, tomar o remédio amargo e seguir em frente.
E como cada campanha tem suas peculiaridades, não há garantia nenhuma de resultados favoráveis obtidos pelo casal nas eleições deste ano, haja vista o desgaste gigantesco enfrentado pela governadora do estado e da atual prefeita municipal.
Falam em um nome de última hora puxado do bolso do "colete" de Carlos Augusto, algo não descartado mas de altíssimo risco em virtude dos fatos atuais.
O que é certo é que tudo está se desenrolando e em breve o desenho já estará com maior nitidez é só aguardar.




17 de jan. de 2012

DILMA VETA 15 DISPOSITIVOS DA LEI QUE REGULAMENTA A EMENDA 29.


A presidenta Dilma Rousseff vetou 15 dispositivos da lei que regulamenta a chamada Emenda 29, que fixa os gastos mínimos da União, dos estados e municípios com a saúde pública.

Um dos vetos impede que governo federal aplique créditos adicionais. Pela lei, a União deve investir o montante do ano anterior somado à variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB), regra também aprovada pelo Congresso Nacional.

"O Produto Interno Bruto apurado a cada ano passa por revisões periódicas nos anos seguintes, conforme metodologia específica, de modo que a necessidade de constante alteração nos valores a serem destinados à saúde pela União pode gerar instabilidade na gestão fiscal e orçamentária", diz a justificativa do veto, sugerido pelos ministérios do Planejamento e da Fazenda.

A lei estabelece ainda que, em caso de PIB negativo, o valor de investimento não pode ser reduzido no ano seguinte.

Outros dispositivos vetados previam o retorno da Contribuição Social à Saúde (CSS), imposto que foi derrubado durante a votação da regulamentação no Parlamento.

Conforme as regras sancionadas pela presidenta, os estados são obrigados a investir 12% da arrecadação com impostos e os municípios, 15%. O percentual para o Distrito Federal varia de 12% a 15%, conforme a fonte da receita, se é um tributo estadual ou distrital.

Ficou definido também que o dinheiro será investido em "ações e serviços públicos de saúde de acesso universal, igualitário e gratuito" e em metas previstas nos "planos de saúde de cada ente da federação", como programas de controle sanitário e de epidemias, compra de medicamentos e equipamentos médicos, reforma de unidades de saúde, desenvolvimento tecnológico e capacitação de pessoal.

Os recursos não são autorizados para pagamento de aposentadoria e pensões, merenda escolar, limpeza urbana, preservação ambiental e assistência social. Outro trecho da lei prevê como será a fiscalização dos recursos.

A Emenda à Constituição nº 29 foi promulgada em 2007, mas precisava de uma lei de regulamentação para ser executada. A lei foi aprovada em dezembro do ano passado pelo Congresso Nacional.



Fonte: Agência Brasil

POLÍTICOS SEM VOTO OCUPAM UM QUINTO DO SENADO FEDERAL.


Eleitores não deram nenhum voto para 14 dos 81 senadores que começam 2012 no cargo. O número representa 17% ou quase um quinto dos integrantes do Senado. Os “sem voto” são suplentes que assumiram o mandato porque o titular deixou o cargo definitiva ou provisoriamente.

Dois dos “sem voto” ganharam sete anos e meio no poder “o mandato regular tem oito anos. Zezé Perrella (PDT-MG), ex-presidente do Cruzeiro, assumiu em julho de 2011 após a morte de Itamar Franco (PPS-MG). Seu mandato termina em janeiro de 2019. Gim Argello (PTB-DF) assumiu em julho de 2007 após renúncia de Joaquim Roriz (PSC-DF, à época no PMDB). Seu mandato acaba em janeiro de 2015.

Os outros 12 “sem voto” podem ficar na Casa no máximo por quatro anos. É o caso de Ana Rita (PT-ES), Aníbal Diniz (PT-AC), Casildo Maldaner (PMDB-SC) e Cyro Miranda (PSDB-GO) que ganharam a vaga porque os titulares foram eleitos governadores de seus Estados. Também deve ter quatro anos o mineiro Clésio Andrade (que espera trocar o PR pelo PMDB) substituto de Eliseu Resende (DEM-MG), falecido em janeiro de 2011.

Antonio Russo (PR-MS) ganhou três anos e meio ao assumir o lugar de Marisa Serrano (PSDB-MS), hoje conselheira do TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado do Mato Grosso do Sul). É o mesmo tempo que Clovis Fecury (DEM-MA) poderá ficar na Casa se não retornar o titular João Alberto (PMDB-MA), atualmente secretário do governo maranhense.

Lobão Filho (PMDB-MA), Paulo Davim (PV-RN) e Sérgio Souza (PMDB-PR) assumiram em 2011 e podem ficar até janeiro de 2015. Isso se os titulares não abandonarem por algum motivo seus ministérios no governo Dilma “respectivamente Edison Lobão (Minas e Energia), Garibaldi Alves (Previdência) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil).

Os mais novos “sem voto” do Senado são Ivonete Dantas (PMDB-RN) e Lauro Antonio (PR-SE), que entraram na Casa no fim de 2011. Ela é a segunda-suplente da hoje governadora do Rio Grande do Norte Rosalba Ciarlini (DEM). Ganhou a vaga porque o primeiro-suplente, Garibaldi Alves (PMDB), teve que deixá-la. Lauro Antonio, por sua vez, cobre a ausência de Eduardo Amorim (PSC-SE), em licença por motivo de saúde.



Fonte: Panorama Político/Uol

13 de jan. de 2012

AGU cobra custos de eleições aos cassados

 O governo cobrará dos prefeitos cassados nos últimos anos as despesas geradas pelas eleições suplementares convocadas justamente porque os mandatos dos candidatos eleitos são posteriormente suspensos por crimes eleitorais ou seus registros de candidatura definitivamente indeferidos.
Desde 2008, os eleitores de aproximadamente 180 municípios tiveram de voltar às urnas para substituir os prefeitos que cassados, cujos crimes acabaram por gerar também a anulação das eleições. Os gastos com essas votações suplementares podem chegar a R$ 5 milhões.
A Advocacia-Geral da União (AGU) vai processar os prefeitos cassados e tentará tirar do bolso deles os gastos que a União teve com as novas eleições. O acordo entre TSE e AGU, que vale por cinco anos, serve também de recado para os candidatos que disputarão as eleições municipais deste ano.
O candidato que for eleito em outubro, mas que tiver praticado crimes eleitorais e for cassado por isso, será processado e ter de arcar com os custos de uma nova eleição. Pelo convênio, depois que prefeitos forem cassados em definitivo pela Justiça Eleitoral, os tribunais regionais eleitorais ou o TSE acionarão a AGU para que adote as medidas necessárias para cobrar judicialmente as despesas geradas pela nova votação.

Custos

"Trata-se de mais um instrumento de penalização para quem viola a cidadania e a própria democracia e através de fraudes obtém um resultado favorável no processo eleitoral", afirmou o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams. "O contribuinte brasileiro não pode ser responsabilizado por pagar os custos que o Estado não deveria ter, gerados por fraude no processo eleitoral", acrescentou.
As eleições suplementares são convocadas sempre que o candidato eleito com mais de 50% dos votos tiver o registro de candidatura indeferido ou tiver seu mandato cassado por algum crime eleitoral, como compra de votos, abuso de poder político ou econômico.
Neste ano, os eleitores de quatro municípios escolherão o prefeito que terá um mandato tampão de menos de um ano. No dia 29, os eleitores de Colônia do Gurgueia (PI) e de Eliseu Martins (PI) escolherão os novos prefeitos. No dia 5 de fevereiro, o novo prefeito de Teresópolis (RJ) será escolhido. E no dia 4 de março, será eleito o novo prefeito de Madre Deus (BA). No ano passado,ouve eleições suplementares em 44 municípios.