11 de abr. de 2012

'Garibaldi está entre os onze titulares de Dilma'


 


O ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, é um dos destaques entre os auxiliares de primeiro escalão da presidenta Dilma Rousseff. Reportagem do jornal Correio Braziliense incluiu Garibaldi entre os integrantes do "time de confiança" da presidenta. A reportagem citou o nome de onze ministros, em referência ao número de jogadores em uma equipe de futebol.
Ed FerreiraGaribaldi Filho participou das articulações para aprovação Funpresp

O jornal de circulação nacional aponta o senador do PMDB como uma revelação do time escalado por Dilma Rousseff. O fato mais recente para o destacado trabalho do ministro da Previdência foi a aprovação no Congresso Nacional da Fundação de Previdência Privada do Servidor Público (Funpresp). "Único peemedebista na linha de frente, comanda uma pasta pouco cobiçada. Nas últimas semanas, pôs a bola embaixo do braço e foi ao Congresso trabalhar pela aprovação da Fundação de Previdência Privada do Servidor Público (Funpresp). Usou o fato de ter sido presidente do Senado, percorreu os gabinetes e conseguiu marcar um gol que orgulhou a técnica Dilma, para quem a Funpresp era uma prioridade", diz a reportagem do jornal Correio Braziliense.

A matéria observa ainda que no time de Dilma Rousseff o capitão escalado é o ministro da Fazenda Guido Mantega. As ministras da Articulação, Ideli Salvatti, e da Casa Civil, Gleici Hoffmann, são apontadas como as zagueiras do time da presidenta da República.

"No time principal pela atuação para aprovar a Lei Geral da Copa, está o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, típico exemplo de jogador que mudou de posição ao longo da carreira. Após um começo na lateral esquerda, até hoje o palmeirense tem uma canhotinha eficiente, quando necessário. Mas, após a tramitação do Código Florestal no Congresso, encaixou-se na ponta direita, ao lado de aliados ligados ao setor produtivo rural", diz um dos trechos da reportagem.

Os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e do Esporte, Aldo Rebello, também integram o time dos 11 titulares da presidenta "Dilma Rousseff. Dilma e Lula gostam dele, mas é uma posição perigosa. Afinal, quando as coisas apertam, o ponta-esquerda sempre é o primeiro a ser substituído", informa a reportagem do Correio Braziliense.

10 de abr. de 2012

Surge uma esperança para o Museu Municipal Lauro da Escóssia



Finalmente após um período inexplicável de fechamento pela administração da então prefeita Rosalba Ciarlini (DEM), tendo continuidade pela sua aliada e atual gestora municipal, Fafá Rosado (DEM.). Agora estão sendo anunciadas as obras de reforma e sua reabertura.
O antigo prédio da Câmara Municipal e Cadeia Pública de Mossoró, conhecido como Paço Municipal, teve a sua construção iniciada em 1878. Foi inaugurado em 8 de abril de 1880, abrigando a Cadeia Pública e a Câmara de Vereadores. O prédio ficou famoso por ter sido em suas dependências que se realizaram dois dos principais acontecimentos históricos de Mossoró: a sessão solene da libertação antecipada dos escravos de Mossoró em 30 de setembro de 1883 e a eleição de abril de 1928, quando dona Celina Guimarães Viana se tornou a primeira eleitora de toda América Latina.
Foi também nesse prédio que foi detido o cangaceiro Jararaca, em 1927, quando do ataque de Lampião à Mossoró. Em setembro de 1981 o Governo do Estado do Rio Grande do Norte, a Fundação José Augusto e a Prefeitura Municipal de Mossoró assinaram um convênio visando à restauração do prédio. Após a restauração, o prédio passou a abrigar o Museu Histórico Lauro da Escóssia.
O Museu se mudou para o atual prédio, em 1982, tendo funcionado  antes ao lado do Banco do Brasil na rua 30 de Setembro.

9 de abr. de 2012

Médicos do RN entram em greve por tempo indeterminado

Os médicos do estado entram em greve a partir desta segunda-feira (18), por tempo indeterminado. Foi o que anunciou o Sindicato dos Médicos do RN (Sinmed-RN), na última sexta-feira (18). Os profissionais não aceitaram as propostas do governo referente a atrasos no pagamento dos salários.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) propôs aos médicos a condição de pagar, a partir de agora, dois vencimentos por mês. Ou seja, o pagamento de abril seria pago juntamente com o atrasado de novembro, e assim por diante, mas eles não aceitaram a proposta.

De acordo com o médico Marcílio Mariano de Oliveira, contratado em novembro de 2010, o trabalho desenvolvido por eles no pronto-socorro do Walfredo Gurgel é estressante. "Já chegamos no limite. Trabalhamos em situações muito difíceis tanto no pronto-socorro quanto nas cirurgias, urgência e enfermaria do hospital. Precisamos ser remunerados por isso".
Fonte: Diário de Natal
Entre os médicos prejudicados pelo atraso no pagamento estão os ortopedistas e cirurgiões do pronto-socorro do Walfredo Gurgel, e infectologistas do Giselda Trigueiro. Segundo sindicato, todos vão aderir a greve, assim os médicos recém-contratados, lotados em outras unidades, que estão sem receber seus salários.



8 de abr. de 2012

Humor político e seus "causos"...

80 Anos de Reza

Em Jerusalém , uma repórter da TV vai ao "Muro das Lamentações" para entrevistar um velho palestino. Chegando ao local, vê que ele está rezando. Depois de uma hora, o ancião pára de rezar e quando se prepara para deixar o local, ela o aborda:
— Bom dia, senhor! Eu sou da TV Al Jazira e queria entrevistá-lo. O senhor é a pessoa mais antiga que vem diariamente rezar aqui no muro. Há quanto tempo o senhor vem aqui para rezar?
— Ahh... Há uns 80 anos — responde o provecto senhor.
— Nossa! 80 anos! E o senhor rezou pedindo o quê, nestes anos todos?
— Rezo pela Paz entre judeus, muçulmanos e cristãos, rezo para que o ódio pare e que nossos filhos cresçam juntos em Paz e Amizade.
— E como o senhor se sente após 80 anos de orações diárias?
— Sinto-me como se estivesse falando com a parede...

7 de abr. de 2012

Cachoeira controlava bancada multipartidária

 


Brasília (AE) - A investigação da Polícia Federal que desmantelou a máfia dos caça-níqueis montada em Goiás e nos arredores de Brasília mostra que o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, apontado como chefe do esquema, controlava uma bancada multipartidária no Congresso Nacional, além de manter ligação indireta com pelo menos dois governadores Além do senador Demóstenes Torres (GO), ex-DEM, Cachoeira era próximo de parlamentares de mais cinco partidos: PT, PSDB, PP, PTB e PPS.
José Cruz/ABrDemóstenes Torres pediu desfiliação do DEM após acusaçõesDemóstenes Torres pediu desfiliação do DEM após acusações

Os grampos da Polícia Federal na Operação Monte Carlo, que desbaratou o esquema de Cachoeira, revelam que ele tinha relações de intimidade com os parlamentares, com quem tratava de negócios e falava sobre quantias em dinheiro, devidas e a receber.

Os deputados goianos Rubens Otoni (PT), Carlos Alberto Leréia (PSDB), Sandes Júnior (PP) e o Stepan Nercessian (PPS-RJ), flagrados em conversas com Cachoeira, já respondem a processos na Corregedoria da Câmara. O líder do PTB, Jovair Arantes (GO), admitiu que é amigo de Cachoeira e pediu o apoio dele à pré-campanha à Prefeitura de Goiânia.

O petista Rubens Otoni teve de explicar uma doação não declarada de R$ 100 mil de Cachoeira à campanha dele à Prefeitura de Anápolis. Otoni disse que Cachoeira queria a ajuda dele para desenrolar a papelada de um laboratório na cidade.

O tucano Carlos Alberto Leréia ainda não explicou um depósito de Cachoeira destinado a ele, rastreado pela Polícia Federal, no valor de R$ 100 mil. Leréia usava um dos telefones Nextel, cedidos por Cachoeira e habilitados nos Estados Unidos, para dificultar grampos. O tucano disse que só vai se pronunciar depois que sua defesa tiver acesso ao inquérito. Ao contrário da direção do DEM, que cobrou a expulsão imediata de Demóstenes, o presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), pediu um tempo para que o tucano se explique. "Não prejulgamos ninguém, mas desejamos esclarecimentos".

Leréia é aliado do governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, que teve de dar explicações sobre a proximidade ao contraventor. Ele admitiu que esteve com Cachoeira em "reuniões festivas", inclusive na casa de Demóstenes. A chefe de gabinete de Marconi, Eliane Pinheiro, pediu exoneração do cargo depois de aparecer em conversas em que passava informações sigilosas sobre operações policiais que tinham como alvo o esquema do contraventor.

Outro governador indiretamente envolvido é o petista Agnelo Queiroz, do Distrito Federal. Grampos da Polícia Federal indicam que um integrante do governo dele participou de uma operação para direcionar um contrato milionário, estimado em R$ 60 milhões, para a máfia dos jogos.

Nos grampos da PF, o deputado Sandes Júnior, do PP, fala no edital de uma concorrência pública e dá satisfações sobre o recebimento de cheques, cujos valores seriam divididos com Cachoeira. O deputado declarou era uma "brincadeira" de Cachoeira a suposta divisão dos valores. E Stepan Nercessian licenciou-se do PPS para esclarecer as ligações com o bicheiro. Ele admitiu ter recebido R$ 169 mil reais de Cachoeira. Alegou tratar-se de um empréstimo para quitar um imóvel, mas devolveu a quantia dias depois.

Advogados vão à Justiça pedir transferência

Brasília (AE) - Os advogados do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, suspeito de comandar um esquema de jogos ilegais, pediram à Justiça sua remoção do presídio federal localizado em Mossoró. A defesa argumenta que Carlinhos Cachoeira não deveria ser submetido aos rigores do sistema prisional federal, com diversas restrições que não são aplicadas em outros presídios.

No pedido, a defesa não pede a transferência para alguma penitenciária específica. Pede apenas que Cachoeira seja transferido para alguma penitenciária que fique mais próxima da família, que vive em Goiás, e dos advogados, sediados em São Paulo.

Dora Cavalcanti, uma das advogadas que defende Carlinhos Cachoeira, argumenta que as normas de segurança estabelecidas no presídio federal atrapalham o trabalho da defesa. "Não podemos entrar com nenhuma anotação. Mesmo se tivéssemos uma memória de elefante teríamos dificuldade para discutir com nosso cliente partes do processo", diz. Além de Dora Cavalcanti, o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos faz a defesa do empresário suspeito de chefiar a chamada "máfia dos caça-níqueis".

Ela afirma que é a primeira vez que Carlinhos Cachoeira é preso e argumenta que seu cliente não tem se comportado mal ou tentado cometer alguma irregularidade dentro do presídio, como contrabandear um celular para dentro da carceragem.

Cachoeira está preso desde 29 de fevereiro. Sua transferência para a penitenciária de segurança máxima de Mossoró foi pedida pelo Ministério Público e deferida pela Justiça Federal em Goiás O pedido de transferência, protocolado na terça-feira, foi encaminhado para parecer do MP e deverá ser decidido apenas na próxima semana. Pelo menos até lá, Carinhos Cachoeira continuará submetido ao rigor do sistema federal.

Os advogados de Cachoeira pediram um habeas corpus no final de março. A Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região negou, por unanimidade, o pedido de liberdade. Os desembargadores julgaram que era preciso manter Cachoeira preso para garantir a manutenção da ordem pública.

De acordo com informações do Ministério da Justiça, o Sistema Penitenciário Federal tem rotinas rígidas de controle de acesso, trânsito e permanência de pessoas nos presídios. Pelas regras, é permitida uma visita por semana com duração de três horas.

Contraventor recebe visita em Mossoró

O empresário Carlos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, preso em Mossoró (distante 280 quilômetros de Natal), recebeu ontem a visita da esposa Andressa Alves de Mendonça, de 30 anos. Ela desembarcou na cidade às 7h30 e já foi direto para a sede do presídio onde permaneceu até às 14h. Logo em seguida, a esposa do bicheiro que foi pivô do escândalo que envolve o senador Demóstenes Torres retornou para o aeroporto, de onde embarcou para Goiânia.

Avessa a falar com a imprensa, na sede do Aeroporto Dix-Sept Rosado, Andressas Alves tentou evitar os jornalistas, mas com a insistência aceitou conceder uma rápida entrevista.

Ela disse estar certa que Carlinhos Cachoeira "esclarecerá" todas as acusações de pagamento de propina a políticos e o envolvimento de senador, governador e deputados no esquema relacionado a jogos de azar.

Questionada sobre as recentes críticas feitas por ela na imprensa dizendo que o Brasil era um país hipócrita, Andressa afirmou que se referiu não ao jogo do bicho, mas a Loteria. O desconforto com a entrevista foi tanto que Andresa confundiu, para embarcar se dirigiu ao portão de desembarque e não ao embarque.

A esposa de Carlinhos Cachoeira disse ainda que provavelmente na próxima semana o ex-ministro da Justiça, Márcio Tomaz Bastos, advogado do empresário, deverá entrar com pedido de habeas corpus. Andressa Alves disse ainda que o marido irá se pronunciar sobre as denúncias. " Primeiro ele (Cachoeira) vai olhar as acusações e depois vai se pronunciar", ressaltou.

Ela embarcou do aeroporto de Mossoró acompanhada de um homem e outras duas mulheres. Antes da aeronave partir, o próprio piloto procurou a reportagem e pediu para o prefixo do jatinho não ser divulgado.

Essa foi a segunda visita da esposa de Carlinhos Cachoeira no Presídio Federal. A exemplo do que ocorreu na semana passada, ontem ela desembarcou em jatinho particular pela manhã e retornou a tarde de volta para Goiânia. Segundo informações de pessoas que trabalham no aeroporto o custo do fretamento da aeronave é de R$ 60 mil pelo trajeto de ida e volta.

6 de abr. de 2012

Mineiro cobra solução para pagamento de viaturas

 

 

A notícia de que há 40 viaturas policiais paradas por falta de pagamento à locadora que as fornece para o Governo do Estado repercutiu na sessão desta quarta na Assembleia Legislativa.

O deputado Fernando Mineiro (PT) levou o assunto a plenário.

Uma deixa para criticasse a situação.

Ele observou que "a arrecadação de impostos do Governo em 2011 foi 22% superior a do ano de 2010". E indagou em seguida: "O que o Governo está fazendo com esses recursos"?

Mineiro ainda criticou outros problemas na área de Segurança como a demora na convocação dos aprovados no concurso da Polícia Civil e a ausência de um secretário de Justiça e Cidadania, cargo que está sendo acumulado pelo secretário de Segurança Pública, Aldair Rocha.

5 de abr. de 2012

Histórico do cinismo




Depois de ver um cidadão até então considerado ilibado como o sendor Demóstenes Tôrres do DEM do Goiás e de vermos contradições ridículas, mentiras escrachadas concernentes a sucessão municipal, onde somos chamados de burros, não faz sentido comentar, nem ao menos citar nomes, devemos tomar um sonrisal e adentramos na literatura.
  
CÍNICO – significava, na sua origem, acreditem ou não, “canino, próprio dos cães”. Em grego, kuon significa cão, e a ligação etimológica é evidente. Menos evidente é a ligação com o hund das línguas germânicas, mas a origem é a mesma.
Os kunikós eram os membros de uma seita filosófica que desprezava as conveniências e as fórmulas sociais. Foi fundada cerca de 400 a.C. por Antisthenes, um discípulo de Sócrates. Eram assim chamados por desprezarem e troçarem da forma de vida das outras pessoas, “como os cães”.
IRONIA, uma forma de cinismo, é sinónimo de SARCASMO, mas as suas origens são bem diferentes.
IRONIA chegou-nos também do grego, eironeía, através do latim ironia, que significavam ambas “fingir ignorância”.
Sócrates usava da ironia como método pedagógico, fazendo perguntas aos seus discípulos, formuladas de forma a parecer que o mestre ignorava as respostas.
Hoje, ironia adquiriu mais o sentido de dizer o contrário do que realmente se pensa, ou do real significado do que pretendemos dizer.
Já o SARCASMO é mordaz. Muitas vezes fere a sensibilidade da pessoa que o recebe. Sarx era, no grego antigo, “carne” (veja-se sarcófago, por exemplo, um túmulo para a carne ser comida). Sarkázein era “cortar a carne”. Como muitas vezes mordemos os lábios e rangemos os dentes, quando alguém se dirige a nós com um sarcasmo mordaz.