26 de abr. de 2013

Prefeito  de Caiçara do Norte tem mandato cassado pelo Juiz da 52ª Zona Eleitoral.






Decretada a cassação do mandato do prefeito e vice, Alcides Fernandes Barbosa e Victor Vinicius de Almeida, respectivamente por Captação ilícita de sufrágio(Doação em dinheiro, promessa de emprego, dispensa de dívida) conforme foi relatado em um longo processo cujo teor está publicado no site do Tribunal Regional Eleitora – TRE –RN. O juiz eleitoral da 52ª Zona Eleitoral com sede em São Bento do Norte, Dr. Ricardo Augusto de Medeiros Moura proferiu sentença nesta quinta-feira(25) tendo julgado procedente o pedido formulado pelo PMDB de Caiçara do Norte.
O juiz eleitoral aplicou como pena, multa e cassação dos diplomas e nulidade dos votos. O presidente da Câmara deverá assumir o cargo de prefeito. A decisão do juiz eleitoral foi bastante comemorada na cidade.

25 de abr. de 2013

Micarla de Sousa se despede da política

 

Micarla de Sousa, prefeita de Natal (Foto: Ricardo Araújo/G1)

 
Com índices de desaprovação chegando próximo a 100% de acordo com pesquisa feita pelo Ibope em outubro do ano passado, a ex-prefeita Micarla de Sousa pediu desfiliação ao PV, partido pelo qual disputou e ganhou as eleições para a prefeitura de Natal em 2008, apoiada por Rosalba Ciarlini e José Agripino, ambos do DEM. 
"A partir de hoje minha trajetória política está definitivamente encerrada". Micarla disse na ocasião que irá se dedicar aos filhos e à própria saúde.
A ex-prefeita explicou que desde junho de 2012, quando anunciou que não seria candidata à reeleição, a decisão de deixar a política para cuidar da saúde e da família já estava tomada. “Mas nesses nove meses foi muito difícil tomar a decisão de deixar o partido. Foi mais difícil do que a decisão de deixar a política”, disse.

24 de abr. de 2013


Eleitor que não votou nas últimas eleições deve justificar ausência até amanhã

 

 

30036Termina amanhã (25) o prazo para que os eleitores que não votaram e não justificaram a ausência nas três últimas eleições regularizem a situação. Sem isso, o título será cancelado e o eleitor não poderá, por exemplo, obter carteira de identidade, passaporte, renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo e obter empréstimo em instituições governamentais.
Para ficar quite com a Justiça Eleitoral é preciso comparecer ao Cartório Eleitoral levando documento oficial com foto, título de eleitor, comprovantes de votação, de justificativa e de recolhimento de multa ou dispensa. O eleitor pode consultar sua situação e verificar se existe alguma pendência na página doTribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet.

Os eleitores que vivem no exterior e desejam regularizar a inscrição devem comparecer à repartição consular ou à Embaixada do Brasil que atenda à sua localidade. Também é preciso levar um documento oficial de identificação. Esses eleitores podem optar por comparecer a qualquer Cartório Eleitoral ou Central de Atendimento ao Eleitor, quando retornar ao Brasil.
Segundo dados do TSE, até a última sexta-feira (19) apenas 3,9% dos 1.514.621 eleitores que não votaram e não justificaram a ausência regularizaram a situação. Maior colégio eleitoral do Brasil, o estado de São Paulo registra o maior número de eleitores que poderão ter o título cancelado em 2013: 372.691. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro, com 145.992 eleitores nessa situação, e a Bahia, com 132.912.
O prazo que se encerra amanhã (25) não se aplica aos eleitores do Distrito Federal, onde não houve eleições em 2012. Além disso, os eleitores do DF obedecem a outro prazo para o recadastramento biométrico, que é até o dia 31 de março de 2014.
De acordo com o TSE, 1.395.334 eleitores tiveram seus títulos cancelados em 2011, por não terem votado nem justificado a ausência nas três últimas eleições realizadas até 2010

22 de abr. de 2013


Agnelo vê momento difícil para Rosalba

 
O deputado estadual do PSD Agnelo Alves se diz preocupado com a ineficiência do governo do estado em relação a diversoas setores, mas sobretudo no concernente à seca. E no que diz respeito a política, Agnelo diz que o momento de falar nesse assunto não é esse, mas abriu uma exceção para declarar que poderá votar no vice-governador Robinson Faria, presidente estadual do seu partido para governador nas eleições do próximo ano.
“Me recuso a tratar de política porque a hora não é própria. A hora é de tentar emergentemente resolver o problema com a seca. E depois organizar o projeto de implante dessas medidas”, destacou. “Mas posso votar em Robinson. Ainda agora, lá na terra da governadora, ela foi vaiada e ele foi aplaudido. Acho isso um sintoma ruim para ela e um sintoma bom para ele”, completou.








21 de abr. de 2013

Henrique muda o tom e diz que governo Rosalba é honesto
 

Diferentemente de várias declaraçoes feitas há poucos dias, o presidente da Câmara Federal Henrique Eduardo Alves (PMDB) tem se mostrado de bem com a atual administração estadual.
Tanto em Mossoró, onde esteve presente há poucos dias cumprindo uma extensa agenda, quanto em Natal, em qualquer declação ou entrevista dadas pelo deputado, o entendimento que se tinha era o de insatisfação total e completa do parlamentar quando o assunto era o desempenho de Rosalba Ciarlini (DEM) á frente dos interesses do nosso estado.
Ilações do tipo: "o PMDB só vai falar de candidaturas às eleições de 2014, no próximo ano", "o governo Rosalba ainda não aconteceu!", "quem votou em Rosalba foi Garibaldi, eu votei em Iberê", aliadas à escolha de Leonardo Rêgo para a secretaria de Recursos Hídricos quando seu grupo político indicava o ex-deputado estadual Elias Fernandes, fizeram durante um bom tempo os próceres políticos do estado acreditarem que o rompimento da aliança PMDB/DEM era certo.
Mas, agora, Henrique além de acreditar que o governo Rosalba é honesto diz que intermediará uma aproximação da governadora demista com a presidente Dilma Roussef do PT.

TJ teve quase mil ações por corrupção e improbidade em tramitação em 2012

 

Em um momento em que se discute o combate à corrupção por meio da aprovação ou não da proposta de emenda à constituição (PEC 37), que na prática tira o poder de investigação dos ministérios públicos, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgaram nesta semana os números da judicialização de processos referentes a crimes contra administração pública. E no Estado, os números impressionam. São quase mil ações em tramitação no Judiciário potiguar referentes a improbidade administrativa e a corrupção.
Só com motivação de improbidade administrativa, foram exatamente 978 processos que tramitaram no TJ em 2012. E esse é, de longe, o crime que tem mais “adeptos” no Estado e que continua num crescimento consideravelmente elevado. Para se ter uma ideia, só no ano passado, 121 denúncias dessa prática irregular foram recebidas pelo Tribunal do RN.
Se for feita uma média com relação ao número de dias do ano passado, é possível dizer que o Tribunal de Justiça recebeu uma nova denúncia sobre improbidade administrativa a cada três dias. Esse crime contra a administração pública, para quem não sabe, é resultante de uma conduta incorreta, desonesta, ilegal, abusiva e com enriquecimento ilícito do agente público, com prejuízo ao Erário ou com infrigência aos princípios da Administração.
A improbidade administrativa pode ser, por exemplo, tirar vantagem ilícita ou causar prejuízo ao erário por meio de gastos desnecessários ou superfaturados, ou que atentam contra os princípios da administração pública, como a questão da impessoalidade.
Não é praticado apenas por prefeitos ou governador, se convém destacar. As irregularidades na administração pública que configuram a improbidade administrativa podem ser praticadas por pessoas qualificadas como agentes públicos, na administração direta, indireta e fundacional, ainda que transitoriamente, com ou sem remuneração. Também as empresas incorporadas ao patrimônio público e as entidades para criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com mais de 50% do patrimônio ou da receita anual. Aqueles que, mesmo não sendo agentes públicos, induzam ou concorram para a prática do ato de improbidade ou dele se beneficiem sob qualquer forma, direta ou indiretamente.
As penalidades envolvem ressarcimento do dano, multa, perda do que foi obtido ilicitamente, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos (de 3 a 10 anos, conforme a hipótese) e proibição de contratar com o poder público. Contudo, no relatório divulgado pelo TJ, não há informações sobre condenados nessa prática ou em qualquer outra, mesmo tendo ocorrido 31 julgamentos dessa prática em 2012. É importante lembrar que a improbidade administrativa, assim como o crime de corrupção, é uma das condenações que deixa o gestor impossibilitado de se candidatar a cargo público pelo período de oito anos, segundo a Lei da Ficha Limpa.
Com relação à corrupção, segundo os dados do TJ, foram 20 casos denunciados e aceitos no Tribunal. Somado aos que já existiam, o Judiciário Potiguar viu tramitar em suas varas um total de 60 processos com esse tema. Durante todo o ano passado, apenas uma ação foi referente à corrupção foi julgada.
Isso, por sinal, ressalta a tese defendida pelo presidente da Associação dos Promotores de Justiça do RN (Ampern), Eudo Leite, sobre a dificuldade de tramitação de processos referentes à corrupção no Brasil. Por isso, inclusive, o MP tinha tanta dificuldade em colocar seus denunciados na cadeia – e mantê-los lá.
“Os políticos, a classe econômica poderosa nesse país, a gente tem uma grande dificuldade de colocar na cadeia. Mas o MP tem feito um trabalho exemplar. Tem investigado, tem acusado. Tem conseguido prisões para permitir que o processo possa andar, prisões preventivas, que permitem a não destruição de provas”, analisou Eudo Leite.
Segundo ele, a condenação ou não, nesses casos, “é um problema do sistema judicial brasileiro”. “É um problema de cultura. É um problema do processo ser muito mais complexo, ter grandes advogados, que cria uma grande dificuldade para o processo tramitar adequadamente. Na verdade, os poderosos, a quem o MP atinge, realmente, há muito mais dificuldade para que eles sejam condenados”, comparou o promotor de Justiça.
CNJ
Segundo o CNJ, nacionalmente (com exceção do RN, que não enviou o relatório), o Poder Judiciário transformou em ação judicial, no ano passado, 1.763 denúncias contra acusados de corrupção e lavagem de dinheiro e 3.742 procedimentos judiciais relacionados à prática de improbidade administrativa. Em 2012, a Justiça realizou 1.637 julgamentos, que resultaram na condenação definitiva de 205 réus. Com esses números, a quantidade de processos em tramitação sobre corrupção, lavagem de dinheiro e improbidade chegou a 25.799, no final do ano passado.
Enquanto isso, nacionalmente, um dos objetivos da pesquisa do CNJ é responder às indagações do Grupo de Ação Financeira Internacional (Gafi), que avaliou de forma desfavorável as ações do Brasil para o combate a esses crimes, especialmente em decorrência da falta de estatísticas processuais. O Gafi é um organismo internacional sem personalidade jurídica que atua na esfera da Organização para a Cooperação Internacional e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e reúne países com o propósito de fortalecer os mecanismos globais de prevenção e repressão ao crime de lavagem de ativos financeiros e financiamento do terrorismo.
A pesquisa também vai subsidiar o Estado brasileiro no processo de avaliação da implantação da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção (Uncac). Outro objetivo é dar cumprimento à Ação n. 01/2011 da Estratégia Nacional contra a Corrupção e a Lavagem de Dinheiro (Enccla), coordenada pelo CNJ, que consiste em implantar mecanismos de levantamento de dados e estatísticas nos órgãos engajados no combate à corrupção, à improbidade administrativa e à lavagem de dinheiro. (CM)
Fonte: JH

19 de abr. de 2013

Políticos do RN se reunem com Graça Foster da Petrobrás
 
 
Representantes do nosso estado se reuniram hoje coma a presidente da Petrobrás Graça Foster em Brasília, de onde vieram com as notícias animadoras feitas pela presidente a estatal no sentido de que os empregos ( num total de 1.300) perdidos serão revertidos bem como criados mais 660 até o fim de abril.
Na reunião com presidente Graça  Foster estivem : representantes sindicais; os vereadores Genivan Vale (PR) e Francisco José Junior (PSD); todos os oito deputados federais do Rio Grande do Norte (Sandra Rosado - PSB -, João Maia - PR-, Betinho Rosado -DEM-, Felipe Maia - DEM-, Paulo Wagner - PV-, Fátima Bezerra - PT- Henrique Alves - PMDB - e Fábio Faria - PSD); o senador José Agripino (DEM); a prefeita Cláudia Regina (DEM), os deputados estaduais Larissa Rosado (PSB) e Leonardo Nogueira (DEM); o vereador de Natal George Câmara (PC do B) e a governadora Rosalba Ciarlini (DEM).
Na ocasião, Graça Foster afirmou que a Petrobras já doou 40 poços para que os municípios os utilizem no abastecimento de água e outros 100 poços estão em processo de doação.
Sandra Rosado disse ter ficado satisfeita com o que ouviu da presidenta Foster. "O que precisávamos saber ela nos disse: os empregos estão garantidos e com data para novas recontratações que será até 30 de abril. E o que também nos deixou aliviados foi saber que o nosso petróleo ainda é de importante interesse comercial à Petrobras. É o nosso ouro negro e precisamos defendê-lo até o fim. Sempre atentos e vigilantes", disse.
A deputada estadual Larissa Rosado (PSB) disse ter ficado otimista com a reunião. ""A audiência foi positiva e tranquilizadora. Graça Foster também garantiu empenho para readmitir os mais de mil demitidos de terceirizadas, entre janeiro de 2012 até hoje, e criar mais 600 vagas no setor de petróleo do Estado", acrescentou.