4 de mai. de 2013

Indecisão do PMDB
 
 
A precupação do deputado Henrique Alves, presidente estadual do PMDB e da Câmara Federal, é com o tão propalado rompimento com o governo Rosalba Ciarlini (DEM).
Pela segunda vez o parlamentar conseguiu adiar esse assunto que tem sido muito delicado para o grupo peemedebista do estado.
A primeira vez, que foi marcada para o mês de abril, foi "desmanchada" em virtude de a governadora ter sinalizado que iria dar um novo rumo às ações do governo, tendo como escopo o melhoramento dos níveis de aprovação popular.
O adiamento dessa decisão foi ocasionado agora por ocasião da visita marcada pela presidente Dilma Roussef (PT), entre os dias 10 e 15 de maio ao estado, onde a presença de Henrique será fundamental.
Quem não está gostando muito dessa indecisão é o grupo de prefeitos vinculados ao PMDB que além de se queixarem do tratamento recebido pela atual gestão do DEM, deseja ter um governador do seu partido em 2014 e nome preferido pela maioria deles é exatamente do deputado Henrique Alves.

3 de mai. de 2013

Rompimento à vista?


Normalmente o tratamento de aliados com seus líderes, mesmo que estes estejam enfrentando dificuldades, é de gentileza e defesa de seus governos, e em alguns casos são evitados até determinados assuntos que sejam delicados para eles.
O que não está ocorrendo com o então coeso grupo liderado aqui em nossa cidade pelo casal Carlos/Rosalba, detentores do DEM. O vereador do PMDB, Alex Moacir não tem agido como um aliado/liderado tradicional da governadora Rosalba Ciarlini, vez ou outra o edil tem feito duras críticas a atuação da "Rosa", sobretudo no concernente a nossa cidade. Já se viu o parlamentar reclamar da demora nos serviços prestados pela central do cidadão, falta de água em diversos bairros e agora o assunto trazido pelo vereador é a falta de segurança em nosso município, "o governo precisa sair dessa inércia e mostrar serviço, pois o povo a elegeu para isso e o clima de insegurança é total", reclamou.
Será que a indecisão da ex-prefeita de Mossoró e patrocinadora da então candidatura do vereador em 2012, Fafá Rosado, em relação a um novo rumo partidário é sintomática e estaria escolhendo um partido que esteja em oposição ao governo Rosalba? Informações chegadas, aludem acerca de convite feito a ex-chefe do exetivo mossoroense pelo presidente do PMDB do estado, deputado federal Henrique Eduardo Alves, para se filiar ao seu partido e que até o momento não teria sido aceita em virtude da idecisão do grupo capitaneado por Henrique/Garibaldi em romper politicamente com a atual governadora do estado.
 Resultado do mensalão


O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse nesta quinta-feira, 2, que resta aos condenados por envolvimento com o mensalão se conformar com as penas. De acordo com Gurgel, os recursos que os réus protocolaram no Supremo Tribunal Federal (STF) até esta quinta contra as condenações não terão o poder de reduzir as penas. O prazo para apresentar as considerações da defesa terminou ontem.
Dos 25 condenados, até o momento dez apresentaram recursos, entre eles o ex-ministro José Dirceu, o publicitário Marcos Valério e o presidente do PTB, o ex-deputado Roberto Jefferson.
As defesas de Dirceu e do ex-deputado usaram estratégia parecida e pediram o afastamento do ministro Joaquim Barbosa da relatoria do processo. O procurador desconsiderou a eficácia do pedido. "Não há nenhuma consistência", disse.

2 de mai. de 2013

João Goulart, envenenado?
 



A família do ex-presidente do Brasil, João Goulart, autorizou a exumação do seu corpo por desconfiarem que ele foi envenenado em 1976.
 A renúncia de Jânio Quadros, em 25 de agosto de 1961, inseriu o país em uma zona de turbulência que só teria fim com a redemocratização, 24 anos depois. Então vice-presidente, João Goulart, ou Jango, conseguiu assumir o poder a partir de uma campanha planejada pelo cunhado e à época governador gaúcho, Leonel Brizola, que chegou a sonhar com uma reedição da Revolução de 1930. Presidente a partir de uma decisão instável de Jânio, foi com a mesma instabilidade política que Jango protelou o golpe militar fracassado em 1961 até o último dia de março de 1964. Se os motivos da renúncia de Jânio foram parcialmente revelados pelo ex-presidente nos últimos anos de vida, as circunstâncias da morte de Jango permanecem veladas. E é esse véu que a família Goulart pretende remover.
Morto no exílio, em dezembro de 1976, com atestado de óbito indicando apenas “enfermidade”, Goulart não passou por autópsia. Agora, a viúva e os filhos do ex-presidente pretendem exumar o corpo dele, certos de que o político morreu envenenado. “Não temos interesses econômicos, minha mãe já foi até anistiada. Queremos pôr um ponto final na nossa angústia”, diz o filho mais velho de Jango, João Vicente Goulart. O caso, aberto por determinação da subprocuradora-geral da República, Gilda de Carvalho, em junho, está nas mãos do Ministério Público no Rio Grande do Sul. Para historiadores e cientistas políticos, os 50 anos da renúncia de Jânio e da campanha da legalidade planejada por Brizola colocam a memória daqueles 14 dias de instabilidade novamente sobre a mesa.
Em 25 de agosto de 1961, em uma carta com referências a “forças ocultas”, Jânio Quadros deixou o Palácio do Planalto depois de apenas sete meses de governo. Quando prefeito de São Paulo, antigos colaboradores relatam que não eram novidade pedidos de renúncia do político em momentos de tensão. Para não correr o risco de o vice assumir, tratou de despachar Goulart a uma viagem oficial à China. A diferença é que, se na capital paulista as renúncias sempre foram engavetadas, em Brasília ela virou realidade. “Pensei que os militares, os governadores e, principalmente, o povo nunca aceitariam a minha renúncia e exigiriam que eu ficasse no poder”, relatou Jânio, em 1991, ao neto — o trecho consta da biografia Jânio Quadros: Memorial à história do Brasil.
A atitude jogou o país em duas semanas de instabilidade, período em que ninguém, de fato, sabia por quem o Brasil estava sendo governado. “Não havia suspeita nenhuma de fragilidade do governo, nem instabilidade. A renúncia propiciou tudo isso”, diz o cientista político da Universidade de Brasília Octaciano Nogueira. Jango soube da renúncia quando se preparava para voar, em Cingapura. Retornou às pressas, mas, diante da ameaça iminente de golpe pelos militares, preferiu aterrisar em Montevidéu, Uruguai.
Rosalba evita falar em rompimento
 
 

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) não deu o braço a torcer, nas últimas entrevestas evitou se aprofundar em política e sempre despistava com assuntos administrativos. Rosalba não disse se vai disputar à reeleição: “Sou candidata a trabalhar mais e mais”, respondeu.
Sobre o possível rompimento do PMDB com o seu Governo, Rosalba saiu pela tangente. “Eu não analiso hipóteses. O dia de amanhã só Deus sabe. Hoje nós temos no PMDB um grande aliado. Quando busco parcerias no Governo Federal, conto com o PMDB”, respondeu Rosalba, sem mencionar os nomes do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves e o ministro Garibaldi Filho, líderes do PMDB

1 de mai. de 2013



Novo salário mínimo do Paraná será o maior do Brasil


Salario

O Governador do Paraná, Beto Richa, assinou neste primeiro de maio o decreto com o valor do novo salário mínimo válido para o Paraná, que será de R$ 1.018,94 para trabalhadores técnicos de nível médio, reajuste de 12,69% sobre o valor anterior.
O valor nacional do salário mínimo de R$ 678,00, fica valendo para os benefícios da previdência Social, mesmo para quem é do estado, já que, este valor é pago pelo governo federal.
 

 

Tomara que a moda não pegue

Os vereadores da cidade de Juazeiro do Norte aprovaram um projeto que no mínimo pode-se chamá-lo de "sui generis". Os parlamentares do Município, distante 493 quilômetros de Fortaleza, aprovaram por 16 votos a dois um projeto que aumenta de 60 para 90 dias as férias dos edis. Houve ainda uma abstenção.
Os autores da lei, são os vereadores Ronnas Motos (PMDB) e Claudionor Mota (PMN), que justificam a proposta afirmando que os membros da Câmara Municipal precisam se dedicar às bases eleitorais.
Caso seja sancionado pelo prefeito de Juazeiro do Norte, Raimundo Macedo (PMDB), a Casa terá recesso parlamentar em três meses (90 dias), assim distribuídos: 30 dias em janeiro, 15 dias em fevereiro, 30 dias em julho e 15 dias em dezembro.