13 de ago. de 2013

O dia em que o Rio Grande do Norte parou


Parafraseando o artista Raul Seixas quando em uma de suas músicas fez alusão a uma imaginária paralização de todos os organismos sociais dizia mais ou menos assim: " ladrão não saiu para roubar pois sabia que não teria ninguém para assaltar, o fiel não saiu para se confessar pois sabia que o padre não estaria lá, o bêbado não saiu para beber pois sabia que o bar não estaria apto a recebe-lo, etc, etc".
Pois é, o nosso combalido Rio Grande do Norte (ainda)"administrado" pela atual governadora Rosalba Ciarlini (DEM), está cantarolando essa melodia em todos os recantos do Estado e na totalidade de seus serviços. A onda de greve vem se acumulando em todos os setores: educação, saúde, segurança, detran, estradas, em fim, é semelhante a um corpo que agoniza em um leito de hospital com morte em cadeia de todos os seus órgãos.
E esse grupo político é aquele que convenceu o povo potiguar de que o governo Wilma (PSB) estava nos guiando para o caos e ele (governo Rosalba), seria a luz, a saída para termos solucionados todas as nossas dificuldade.
Agora, constatado o engodo da administração do DEM em nosso Estado, é hora de fazer alguma coisa de concreto, talvez um protesto semelhante ao feito pelo povo do Rio de Janeiro ao governador Sérgio Cabral (PMDB), cuja administração, ao que parece, não se assemelha em nada a vivida pelo nosso povo.
Já há em algumas rodas políticas, uma ou outra manifestação embrionária falando em intervenção. O que é certo é que não há mais o que esperar!

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