Separados desde as eleições de 1982, quando houve a "diáspora" entre o ex-deputado federal Vin-gt Rosado e o também ex-deputado (estadual), Carlos Augusto Rosado (tio e sobrinho).
Vin-gt foi apoiar naquela ocasião o ex-ministro Aluízio Alves (PMDB) ao governo do estado, enquanto o grupo comandado por Carlos Augusto ficou com a chapa vitoriosa que tinha o senador José Agripino Maia (PDS) como postulante ao governo.
Depois desse episódio os grupos sempre caminharam em lados opostos, dividindo o eleitorado de Mossoró em partes quase iguais.
O tempo passou, muitas novas lideranças surgiram em ambos os lados (Rosalba, Sandra, Larissa e Fafá), mas a cisão persistia, teimava em continuar.
Após 33 (trinta e tês anos), existe uma possibilidade real de um reencontro político-familiar entre os Rosado. O momento, leia-se o advento de Francisco José Júnior (PSD) na chefia do executivo municipal, exige uma tomada radical de atitude dos grupos, haja vista o risco de desaparecimento do quadro eleitoral de nossa cidade.
Se observamos alguns sinais emitidos por alguns próceres da família separada em seus órgãos de comunicação de massa, perceberemos claramente que a reaproximação é iminente.
Recentemente a ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB), em entrevista concedida à Rádio Difusora, deixou claro que os grupos estão conversando sobre o assunto.
Já o jornalista Givanildo Silva, falando em nome do grupo liderado por Carlos Augusto/ex-governadora Rosalba Ciarlini (sem partido), no complexo do comunicação "RPC", dá sinais diários de que está em curso uma coalizão entre os grupos políticos chefiados pelos membros da família Rosado.
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