11 de jul. de 2013

Sidsaúde de Mossoró faz mobilização pelas ruas da cidade


O componentes da área da saúde de nossa cidade foram ás ruas da Mossoró, fazendo coro com a paralização geral desencadeada desde São Paulo e concomitantemente  pelo interior do nosso país. O movimento saiu da sede do sindicato, situada á rua Prudente de Morais e circulou pelas ruas circo-vizinhas, chegando ao teatro Dix-Huit Rosado e posteriormente parando em frente ao palácio da Resistência, sede da chefia municipal do governo, onde se depararam com os portões completamente fechados por ordem da prefeita de Mossoró Claudia Regina, segundo relatos de participantes do movimento.
A movimentação se originou de uma reunião ocorrida na capital paulista com todos os representante dos sindicatos da saúde de todo o país
Uma das diretoras do Sindsaúde de Mossoró, Rosália Fernandes, que esteve na reunião nacional, em São Paulo disse que a reunião discutiu a necessidade de o dia 11 ser apenas um primeiro passo, dando continuidade às grandes mobilizações que tomaram conta do país em junho. “Milhões de brasileiros tomaram às ruas, com a juventude à frente. Agora, os trabalhadores estão se movimentando. É apenas o começo.”. Para isso, a central aprovou defender a proposta de uma greve geral no país após o dia 11 de julho, a unificação das campanhas salariais e rejeitou a proposta de plebiscito feita pelo governo.



O povo nas ruas em todo o país

 
 
Está marcado para hoje, quinta-feira (11), sob coordenação da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas),  o Dia Nacional de Lutas, que reunirá em um só movimento uma paralisação geral cujas pautas de reivindicaçães são dos mais diversos setores do serviço público brasileiro. A concentração será a partir das 9h, em frente ao Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel em Natal e a expectativa é de que o percurso seja pela BR-101 até o Viaduto de Ponta Negra.
O movimento contará com representantes dos servidores da Saúde em nível estadual e municipal, do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), bancários e petroleiros, entre outras categorias. Há, ainda, classes que apesar de não terem divulgado posicionamento com relação ao movimento, sinalizaram que existe a possibilidade de adesão, caso dos professores. A Polícia Civil adere às manifestações e interrompe as atividades por dois dias, quinta e sexta (11 e 12), em advertência. A decisão já havia sido tomada desde o último dia 2 de julho, em assembleia realizada na sede do Sindicato dos Policiais Civis do Estado (Sinpol).

10 de jul. de 2013

Henrique gastará 220 mil com aluguel de carro

 
Visando a assistência de locomoção do presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB) enquanto estiver em Natal, foi aberta uma licitação para alugar carros no valor de 220 mil reais.
O edital foi lançado no dia 1º de julho e o pregão eletrônico será realizado no dia 15. O custo estimado em R$ 222 mil é referente ao aluguel, por um ano, dos dois veículos de luxo. Um deles é blindado e será responsável pela condução de Henrique Eduardo Alves. A modalidade do aluguel é pregão eletrônico e ganha a empresa que oferecer o menor preço.
Segundo o edital, “a locação dos veículos tem por objetivo efetuar a escolta e o transporte rodoviário seguro do presidente da Câmara dos Deputados no estado do Rio Grande do Norte”.
O contrato prevê ainda que a locadora garanta que, em caso de quebra ou manutenção do carro, outro esteja disponível em até duas horas para o presidente da Câmara, quando ele estiver a menos de 100km de Natal.

9 de jul. de 2013

O que foi o 09 de julho de 1932


Um grupo de paulistas participante da Revolução Constitucionalista de 1932.

 
Em linhas gerais, a Revolução Constitucionalista de 1932 é compreendida como uma reação imediata aos novos rumos tomados pelo cenário político nacional sob o comando de Vargas. Os novos representantes estabelecidos no poder, alegando dar fim à hegemonia das oligarquias, decidiram extinguir o Congresso Nacional e os deputados das assembléias estaduais. No lugar das antigas personalidades políticas, delegados e interventores foram nomeados com o aval do presidente da República.

A visível perda de espaço político, sofrida pelos paulistas, impulsionou a organização de novos meios de se recolocar nesse cenário político controlado pelo governo de Vargas. O clima de hostilidades entre os paulistas e o governo Vargas aumentou com a nomeação do tenente João Alberto Lins de Barros, ex-participante da Coluna Prestes, como novo governador de São Paulo. O desagrado dessa medida atingiu até mesmo os integrantes do Partido Democrático de São Paulo, que apoiaram a ascensão do regime varguista.

Além disso, podemos levantar outras questões que marcaram a formação deste movimento. No ano de 1931, a queda do preço do café, em conseqüência da crise de 29, forçou o governo Vargas a comprar as sacas de café produzidas. Essa política de valorização do café também ordenou a proibição da abertura de novas áreas de plantio, o que motivou o deslocamento das populações camponesas para os centros urbanos de São Paulo.

Os problemas sociais causados pelo inchaço urbano agravaram um cenário já marcado pela crise econômica e as mudanças políticas. Talvez por isso, podemos levantar uma razão pela qual a revolução constitucionalista conseguiu mobilizar boa parte da população paulista. Mais do que atender os interesses das velhas oligarquias, os participantes deste movimento defendiam o estabelecimento de uma democracia plena, onde o respeito às leis pudessem intermediar um jogo político já tão desgastado pelo desmando e os golpes políticos.

Antes de pegar em armas, representantes políticos de São Paulo pressionaram para que o governo Vargas convocasse uma Constituinte e a ampliação da autonomia política dos Estados. Em resposta, depois de outros nomes, indicou o civil e paulista Pedro de Toledo como novo governador paulista. Logo em seguida, Getúlio Vargas formulou um novo Código Eleitoral que previa a organização de eleições para o ano seguinte. No entanto, um incidente entre estudantes e tenentistas acabou favorecendo a luta armada.

Em maio de 1932, um grupo de jovens estudantes tentou invadir a sede de um jornal favorável ao regime varguista. Durante o conflito – que já havia tomado as ruas da cidade de São Paulo – os estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo foram assassinados por um grupo de tenentistas. As iniciais dos envolvidos no fato trágico inspiraram a elaboração do M.M.D.C., que defendia a luta armada contra Getúlio Vargas.

No dia 9 de julho de 1932, o conflito armado tomou seus primeiros passos sob a liderança dos generais Euclides de Figueiredo, Isidoro Dias Lopes e Bertoldo Klinger. O plano dos revolucionários era empreender um rápido ataque à sede do governo federal, forçando Getúlio Vargas a deixar o cargo ou negociar com os revoltosos. No entanto, a ampla participação militar não foi suficiente para fazer ampla oposição contra o governo central.

O esperado apoio aos insurgentes paulistas não foi obtido. O bloqueio naval da Marinha ao Porto de Santos impediu que simpatizantes de outros estados pudessem integrar a Revolução Constitucionalista. Já no mês de setembro daquele ano, as forças do governo federal tinham tomado diversas cidades de São Paulo. A superioridade das tropas governamentais forçou a rendição dos revolucionários no mês de outubro.
 

8 de jul. de 2013

Ministério Público Federal vai investigar carona de Henrique em avião da FAB

 

Por: Alex Viana
O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, presidente estadual do PMDB, será investigado pelo Ministério Público Federal por ter dado carona a parentes para ver a final da Copa das Confederações no Maracanã em avião da Força Aérea Brasileira (FAB), no último domingo.
A Procuradoria da República no Distrito Federal decidiu nesta sexta-feira abrir um procedimento para investigar a suposta irregularidade na viagem do presidente da Câmara. O procurador Frederico de Carvalho Paiva quer saber se houve improbidade administrativa do presidente da Câmara.
Henrique Alves reconheceu na quarta-feira que foi um equívoco ter dado carona a sete pessoas em um avião da FAB para assistir ao jogo da seleção brasileira no Maracanã, no último domingo. Em nota, ele informou que vai pagar os custos da viagem. Segundo assessoria, o valor calculado em R$ 9,7 mil em passagens aéreas foi depositado na conta do Tesouro Nacional.
Na semana que vem, o Ministério Público Federal deve decidir se abre investigação também sobre as viagens do ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, e do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Renan Calheiros também usou avião da FAB em compromisso pessoal. Renan requisitou o voo da FAB para ir de Maceió a Porto Seguro no dia 15 de junho, um sábado, onde participou de um casamento. No dia seguinte, o voo da FAB levou o presidente do Senado de Porto Seguro a Brasília. Ontem, ele voltou atrás e afirmou que irá ressarcir R$ 32 mil aos cofres públicos.
Nesta sexta-feira, o jornal Folha de S. Paulo informou que, para assistir à final da Copa das Confederações, o ministro da Previdência, Garibaldi Alves, usou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) na viagem entre o Ceará – onde cumpria agenda oficial – e o Rio de Janeiro. Garibaldi também voltou atrás e anunciou nesta noite que irá devolver o valor aos cofres públicos.
Henrique usou um avião da FAB para levar a noiva, parentes dela, enteados e um filho ao jogo da seleção no Maracanã no domingo. Um jato C-99 da FAB veio a Natal, terra do deputado, buscar os passageiros. Decolou às 19h30 de sexta-feira rumo ao Rio de Janeiro e retornou no domingo, às 23h, após o jogo.
Ao pedir o avião, Henrique informou que 14 passageiros poderiam viajar. Pegaram carona com o deputado sete pessoas: sua noiva, Laurita Arruda, dois filhos e um irmão dela, o publicitário Arturo Arruda, com a mulher Larissa, além de um filho do presidente da Câmara. Um amigo de Arturo entrou no voo de volta.
Henrique disse, por meio da assessoria, que “solicitou” o avião porque tinha encontro com o prefeito Eduardo Paes (PMDB), no sábado. “Como havia disponibilidade de espaço na aeronave, familiares acompanharam o presidente em seu deslocamento”, disse. A reunião não foi informada pela Câmara. A assessoria de Paes enviou a agenda oficial dele no sábado, e não há menção a Alves. Os dois almoçaram num restaurante, junto com Aécio Neves (PSDB-MG).
 
Críticas fazem Governo abrir dados sobre uso de aeronaves oficiais
As reclamações foram tantas sobre o uso de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) para fins diversos (sobretudo assistir ao jogo entre Brasil e Espanha, na final da Copa das Confederações, no domingo passado), que o Governo do Estado decidiu abrir as informações com relação a utilização dessas aeronaves oficiais. A notícia é do jornal Folha de São Paulo, o primeiro a divulgar a “carona” de familiares de Henrique Alves no avião oficial da FAB.
Segundo a matéria, o Governo Federal vai divulgar na internet informações sobre o uso de aeronaves oficiais. Não era para menos: Além de Henrique Alves, o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, e o presidente do Senado, Renan Calheiros, utilizaram a aeronave para, respectivamente, assistir ao jogo do Brasil e ir a um casamento na Bahia, compromissos esses que não têm nada de oficial.
Decreto de 2002, que disciplina o uso das aeronaves da Aeronáutica, autoriza o vice-presidente, presidentes do Senado, da Câmara e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministros de Estado e comandantes das Forças Armadas a usar aviões “por motivo de segurança e emergência médica; em viagens a serviço; e deslocamentos para o local de residência permanente”.
A decisão do governo de dar transparência vale apenas para viagens de integrantes do Poder Executivo. Atualmente, nenhum detalhe das viagens em aviões oficiais é público. “Vamos abrir, não há por que não dar transparência. Não estou falando da Câmara e do Senado, mas do governo federal, que é o que me compete”, disse à Folha o ministro Jorge Hage (Controladoria-Geral da União). Ainda está em discussão se os dados serão divulgados no site da Aeronáutica ou do Ministério da Defesa.
Custos e lista de passageiros devem permanecer sob sigilo, assim como detalhes de voos relacionados à missões de segurança ou defesa. Hage afirmou que o governo vai “colocar no ar” dados como o nome da autoridade que solicita o avião da FAB, a quantidade de passageiros, dia, hora e destino, bem como se o motivo da viagem é por uma emergência médica, a serviço ou para o local de residência do solicitante.
São essas informações que as autoridades são obrigadas a apresentar no pedido encaminhado à Aeronáutica, conforme prevê o decreto que regulamenta o uso de aeronaves oficiais. No pedido, não é obrigatório listar o nome dos passageiros. A FAB alega que não arquiva informações sobre quem entra na aeronave juntamente com as autoridades

7 de jul. de 2013

CONTEXTO DA CIDADE

 
Até agora de nada adiantou a mobilização feitas por moradores e profissionais das cidades de Tibau e Grossos, reivindicando a continuidade da obra de duplicação daquela estrada.
As desculpas apresentadas pelos representantes do governo Rosalba foi o excesso de chuvas na região.
O mais curioso é que as obras de duplicação do complexo viário fica vizinho ás da RN 013, e mesmo assim não foram paralisadas em nenhum momento.

6 de jul. de 2013

Mudanças de palanos

 
A governadora Rosalba Ciarlini (DEM), anda mesmo sem sorte quando o assunto diz respeito as suas tentativas de fortalecimento de seu nome no intuito de conseguir uma reeleição.
O primeiro grande trunfo da atual governadora para 2014 era a copa, pois festeira como é a Rosa, iria transformar todo o espetáculo esportivo mundial a seu favor transformando tudo em votos e por conseguinte melhorando sua chances de reeleição.
A outra grande esperança da governadora, era a continuidade da aliança DEM/PMDB que ajudou sobremaneira a elegê-la em 2010, agora está se desmanchando em virtude dos acontecimentos  envolvendo o presidente da Câmara Federal Henrique Eduardo Alves com viagens particulares em aviões da FAB, e agora tendo um assessor seu , de forma inexplicável, trafegando com cem mil reais cuja origem não se sabe.
O que Rosalba não esperava era que houvesse uma onda de insatisfação generalizada em todo o país, por parte da população, pedindo melhores aplicações do dinheiro público e repudiando exatamente os fabulosos gastos com a copa de 2014 e a corrupção, já tão conhecida de todos nós.
Certamente o comando político da atual gestão do Estado irá rever seus planos.