28 de fev. de 2011

Concursos federais suspensos em 2011: Dilma propõe corte de gastos







Devido ao corte anunciado de R$ 50 bilhões no orçamento federal de 2011 proposto pelo governo e pela presidente Dilma, vários concursos federais previstos ou já em andamento serão congelados ou suspensos.

O bloqueio de gastos é uma maneira de o governo tentar combater as pressões inflacionárias, e, com isso, permitir uma política mais suave para a taxa básica de juros.

No começo de fevereiro de 2011, o governo decidiu suspender essas nomeações e novos concursos, para analisar cada seleção em particular, em função de corte de gastos.

Todos os concursos federais sofrerão impactos. O concurseiro deve ficar atendo a seu concurso. Três possibilidades devem ser analisadas:

1 – Concursos federais previstos, que devem ser adiados ou ter sua quantidade de vagas reduzida (polícias federais, inss, etc);

2 – Concursos federais em andamento que ainda não divulgaram o resultado final (1006 vagas em jogo) – Abin, Embratur, CVM, Min. da Saúde, Min. Meio Ambiente, Previc.

3 – Concursos que já encerraram mas aguardam ordem do Min. do Planejamento para nomear (1951 vagas) – Anee, Inca, Inmetro, Min do Turismo, Min do Planejamento, Receita Federal

Durante o anúncio do corte de gastos, a ministra Miriam Belchior sinalizou que aprovados em fase de treinamento serão nomeados: “não é possível segurar esse tipo de coisa, mas novas contratações vão ser olhadas com lupa”.

O concurseiro deve estar atento para garantir seus direitos, afinal concursos com quantidade de vagas definidas devem ser cumpridos, e candidatos aprovados no número de vagas divulgado no edital devem ser nomeados por direito.

Estão fora dessa lista os concursos federais que não tem orçamento ligado diretamente ao Governo Federal e não precisam do aval do Ministério do Planejamento para serem realizados.

É o caso dos concursos do Banco do Brasil, Correios, Petrobras e Infraero, poder Legislativo (Senado, Câmara), poder Judiciário (tribunais, ministérios públicos, defensorias e procuradorias) e concursos Militares.
No caso do Senado, a decisão de adiar o concurso previsto para este ano foi tomada pela própria Casa.

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