PALÁCIO DO PLANALTO ANUNCIA TRÊS NOVOS MINISTROS.
O Palácio do Planalto anunciou nesta sexta
(15), em nota oficial, os nomes de três novos ministros do governo da presidente
Dilma Rousseff. As posses estão marcadas para as 10h deste sábado (16) porque a
presidente viajará para Roma, onde participará da missa inaugural do pontificado
do Papa Francisco, na próxima terça (19). Saiba quais foram as mudanças:
- Ministério da Agricultura: o deputado Antonio
Andrade (PMDB-MG) é o novo ministro, no lugar de Mendes Ribeiro (PMDB-RS), que
deve reassumir o mandato de deputado federal.
- Ministério do Trabalho: o secretário-geral do
PDT, Manoel Dias, substituirá o também pedetista Brizola Neto (RJ), outro
deputado que retornará para a Câmara.
- Secretaria da Aviação Civil: o atual ministro
de Assuntos Estratégicos, Moreira Franco (PMDB-RJ), ocupará a Secretaria de
Aviação Civil, em substituição a Wagner Bittencourt, técnico sem filiação
partidária.
A nota oficial, assinada pela Secretaria de
Comunicação Social da Presidência, não faz menção ao novo comando da Secretaria
de Assuntos Estratégicos após a saída de Moreira Franco. A transferência de
Mendes Ribeiro para Assuntos Estratégicos chegou a ser cogitada, mas ele
inicialmente recusou o convite. A assessoria do Planalto informou que o atual
secretário-executivo, Roger Leal, assumirá a pasta.
"A presidenta deseja bom trabalho a Antonio
Andrade, Manoel Dias e Moreira Franco nas importantes missões que passarão a
desempenhar", diz o texto da nota.
No caso dos ministros do PMDB, as mudanças
foram negociadas com Dilma pelo vice-presidente Michel Temer, principal
liderança do partido. No do PDT, a troca é resultado de um conflito interno do
partido - integrantes da cúpula da legenda eram contrários à presença de Brizola
Neto no Ministério do Trabalho. Manoel Dias é o secretário-geral do partido,
cujo presidente é o ex-ministro Carlos Lupi.
Dias é o terceiro ministro do Trabalho do
governo Dilma, todos do PDT. O primeiro foi Lupi, que estava no cargo desde
2007, ainda no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em dezembro
de 2011, pediu exoneração do cargo após denúncias de irregularidades na pasta.
Em abril de 2012, Brizola Neto (PDT) assumiu o ministério, em substituição ao
então secretário-executivo que estava no cargo interinamente, Paulo Roberto
Pinto.
G1
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