Os candidatos à Presidência da República Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) exibiram na tarde desta sexta-feira (8) o primeiro de seus programas no horário eleitoral obrigatório que serão veiculados ao longo do segundo turno. Em meio a uma polêmica sobre aborto, a petista e o tucano apelaram para a religião e mostraram o apoio político que teriam para governar o país se eleitos.
Vencedora do primeiro turno com os votos de quase 47% do eleitorado, a ex-ministra da Casa Civil iniciou seu programa fazendo um agradecimento usando expressões religiosas.
"Quero começar esse segundo turno agradecendo a Deus", afirmou a petista. "Mulher que respeita a vida", "Dilma vai apoiar a família brasileira" e "essa é a dilma, que com a força e a fé da mulher (...)" foram algumas das frases utilizadas para divulgar os valores e religiosidade que a candidata teria.
"No segundo turno, eu quero fazer uma campanha antes de tudo em defesa da vida, cheia de futuro e esperança no Brasil, de compromisso com nossos valores mais sagrados", complementou a petista.
Nos últimos dias, a campanha do candidato do PSDB vem explorando uma suposta contradição no discurso de Dilma, que teria se mostrado favorável à prática do aborto anos atrás e mudado de posição por conta da disputa eleitoral.
Vencedora do primeiro turno com os votos de quase 47% do eleitorado, a ex-ministra da Casa Civil iniciou seu programa fazendo um agradecimento usando expressões religiosas.
"Quero começar esse segundo turno agradecendo a Deus", afirmou a petista. "Mulher que respeita a vida", "Dilma vai apoiar a família brasileira" e "essa é a dilma, que com a força e a fé da mulher (...)" foram algumas das frases utilizadas para divulgar os valores e religiosidade que a candidata teria.
"No segundo turno, eu quero fazer uma campanha antes de tudo em defesa da vida, cheia de futuro e esperança no Brasil, de compromisso com nossos valores mais sagrados", complementou a petista.
Nos últimos dias, a campanha do candidato do PSDB vem explorando uma suposta contradição no discurso de Dilma, que teria se mostrado favorável à prática do aborto anos atrás e mudado de posição por conta da disputa eleitoral.
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