4 de dez. de 2011

Existe algo de estranho "no ar"



Como faço de costume, tento acompahar todos os informativos da área política no intuitito de obter conteúdos para trazer aqui para o blog, como deve ser feito por quem se compromete a analisar os informativos dessa área.
Hoje em especial algo me chamou a atenção dentro contexto que antecede as eleições muninicipais do próximo ano, onde conheceremos o novo gestor(a), do nosso município em substituição á atual prefeita Fátima Rosado (Fafá) do DEM.
Me refiro a participação do comuinitário Manoel de Sousa (Seu Moanoelzinho do Abolição III), no programa comandado pelo ex-vereador Welington Barreto, nas manhãs de domingo pela RPC, Tapuyo, pertencente ao "Rosalbismo" de Mossoró, onde em seu comentário, o líder comunitário fez comentário típicos de adversário e não de aliado polítco, á nova praça Bento Praxedes (Codó), recém reinaugurada pela chefe do executivo de nossa cidade: "lá tem um espaço reservado para que as pessoas que venham a Mossoró obtenham informaçoes turísticas da cidade, mas qual o turismo que temos em Mossoró? Um museu fechado e uma igreja que foi trincheira de luta quando o bando de Lampião invadiu a cidade, mas que vive também de portas fechadas, que turismo é esse?".
Existe aos poucos uama série de atos isolados que aos poucos vão delineando algo que aparenta uma disputa interna entrtre os grupos de Fafá e Rosalba. É como se fosse de um lado a resposta de Rosalba pela decisão tomada da prefeita em não renunciar ao seu mandato em benefício da vice prefeita Rutch Ciarlini irmã da governadora e por outro a intenção por parte do grupo de Fafá em dar as coordenadas à corrida pela sua sucessão, haja vista se encontrar em uma situação de aceitãção um pouco melhor dos índices apresentado pela governadora Rosalba.
Soma-se a tudo isso, o fato da atual prefeita municipal em estar conquistando um espaço generoso na rádio difusora, que de uns dias para cá vem sendo uma especie de rádio oficial do palácio, dando cobertura a todos os atos ali desenvolvidos.
Se há um prenúncio de rompimento, ainda não se sabe ao certo, mas o que se torna patente é que existe uma "demarcação de território e de força"  por parte dos grupos aliados dos governos municipal e estadual.
O passar dos dias certamente trará à tona toda a verdade sobre essa situação.

Nenhum comentário:

Postar um comentário