17 de jul. de 2013

Novos números para a corrida presidencial
 
 
A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff despencou 23 pontos - de 54,2% para 31,3% - e seu índice de intenção de votos para a eleição de 2014 caiu de 52% para 33,4% na segunda pesquisa divulgada depois da onda de protestos populares pelo País. No momento em que Marina Silva roda o Brasil buscando assinaturas para registrar seu partido, a Rede de Sustentabilidade, os dados divulgados ontem pela Confederação Nacional dos Transportes/ MDA mostram que ela foi a principal beneficiada pelas manifestações e se consolidou como a mais forte adversária de Dilma.
A ex-ministra do Meio Ambiente saltou de 12,5% para 20,7% das intenções de voto e ultrapassou o senador mineiro Aécio Neves (PSDB), que registrou 15,2%. Na pesquisa anterior CNT/MDA, realizada no começo do último mês de junho, o parlamentar mineiro registrou 17% das intenções de voto. A avaliação negativa do governo subiu vertiginosamente: foi de 9% em junho para 29,5% em julho. Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 134 municípios de 20 Estados das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O resultado foi minimizado pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso. “Essas pesquisas sempre registram situações de momento, são variáveis”, afirmou depois de uma audiência no Senado.
Levantamento feito entre os dias 7 e 10 de julho registrou o crescimento da candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Ele foi de 3,7% para 7,4%. Se a eleição presidencial fosse hoje, a presidente teria que disputar o segundo turno. Na pesquisa anterior, ela venceria no primeiro. Apesar do viés, em um eventual segundo turno Dilma venceria Aécio Neves (39,6 % a 26,2%), Marina Silva (38,2% a 30,5%)e Eduardo Campos (42,1% a 17,7%).
Na intenção de voto espontâneo, Dilma supera o ex-presidente Lula, que rejeita a ideia de entrar na disputa: 14,8% contra 10,5%. Nesse cenário, Marina Silva aparece em terceiro com 5,9% das intenções de voto, seguida por Aécio Neves com 4,9% e Eduardo Campos com 1,4%. Logo atrás está o ex-governador paulista José Serra (PSDB).
Fonte: CNT

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