28 de out. de 2011

O "tiro no pé"de Paulo de Tarso






Depois de uma entrevista explosiva, dada o blog de Thaisa Galvão, onde o ex-Chefe da Casa Civil do governo Rosalba Ciarlini, Paulo de Tarso Fernandes revelou de forma inequívoca segredos da atual administração estadual como por exemplo: "ela governa da sua casa, pois é lá que Carlos Augusto manda no governo, já que não pode se instalar no palácio".
E ainda frases do tipo:
"Eu disse a ela que a oposição ao governo não está mais na Assembleia. Está nas ruas. A oposição é o povo, é o funcionalismo, é o sindicalismo”, declarou Paulo de Tarso, que numa conversa dura com a governadora Rosalba, chegou a definir a gestão de 10 meses como sem sucesso.
“Eu disse a ela que é por essas e outras que o governo está aos frangalhos. Que a gente critica os governos de Wilma e Iberê, mas a gente não tem condições sequer de sanar as contas do governo. A gente não tem condições sequer de acertar”, revelou Paulo de Tarso Fernandes.
Entre outras "bombas" de muitos megatons, Paulo saía do governo por achar tudo isso dele e também por solidariedade a Robson Faria, a quem prestou solidariedade, por entender ter sido Robson um dos reasponsáveis diretos pela eleição de Rosalba e naquele momento estar sendo injustiçado pela governadora.
O entendimento  lógico, que circulou nos meandros de quem gosta de política, era que Paulo seguisse á partir desse momento o vice governador, marchando agora na oposição ao lado de outras figuras de densidade eleitoral do estado.
Mas o noticiário político recebeu informações que se configuraram ainda mais devastadoras do que as primeiras, que desembocaram no rompimento traumático da governadora e do seu vice, é Paulo revelou que tudo o que dissera não merecia crédito algum, pois se encontrava em altíssimo estado de embriaguês, e que não se poderia considerar nada do que foi dito por ele próprio.
Além de ficar desacreditado, tanto por parte dos ocupantes do governo, quanto pela oposição e principalmnte por Robson, Paulo de Tarso perdeu uma oportunidade ímpar de voltar à Asseembéia Legislativa, algo que parecia estar em seus planos, com um discurso equilibrado e recheado de ética.
No caso específico vale aquele ditado antigo, mas que se encaixa perfeitamente: "a emenda saiu pior do que o soneto".



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