23 de mai. de 2013


João Maia terá pedido de cassação julgado
 
 
O MPE se baseia na “presença de indícios de que ele teria arrecadado recursos, bem como realizado gastos, em prol de sua campanha de forma irregular e clandestina”. Segundo o procurador regional eleitoral, Ronaldo Pinheiro de Queiroz, que assinou as alegações finais, as denúncias são “inquestionáveis” e não “há dúvida” que houve o Caixa 2.
A análise considera duas conversas entre João Maia e Flávio Giorgi Medeiros Oliveira, conhecido como “Flávio Pisca”, assessor dele na campanha eleitoral de 2010. As conversas foram extraídas, segundo o MPE, do notebook pertencente a Flávio, após busca e apreensão realizada em sua residência e consequente perícia técnica empreendida pela Polícia Federal.

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